Segundo no comando global do Estado Islâmico é morto na África, diz Trump

Uma operação militar conjunta entre as forças especiais dos Estados Unidos e as Forças Armadas da Nigéria resultou na morte de Abu-Bilal al-Minuki, considerado o segundo na linha de comando global do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS). O anúncio foi feito pelo presidente americano Donald Trump em sua rede social.
De acordo com a declaração da Casa Branca, a missão foi descrita como "meticulosamente planejada e muito complexa". O líder terrorista, apontado pelo governo americano como o mais ativo em atividade no mundo, usava o continente africano como base operacional oculta, argumento Trump.
O governo dos EUA afirmou que a eliminação de al-Minuki enfraquece significativamente as operações globais do ISIS e interrompe o planejamento de novos atentados contra civis na África e alvos americanos. O presidente também agradeceu publicamente a parceria e a coordenação do governo da Nigéria no suporte logístico e tático da ação.
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Mergulhadora italiana que morreu nas Maldivas havia sobrevivido a tsunami em 2004

Túneis e cavernas profundas: como é o local de ‘alto risco’ onde cinco italianos morreram durante mergulho
Monica Montefalcone, uma das cinco mergulhadoras italianas que morreram perto de Alimathaa, no arquipélago das Maldivas, enquanto exploravam uma caverna submarina.
Divulgação/Greenpeace via AP
A mergulhadora italiana Monica Montefalcone, que morreu durante uma expedição em cavernas submarinas nas Maldivas, havia sobrevivido ao tsunami de 2004 enquanto mergulhava na costa do Quênia, segundo seu marido, Carlo Sommacal.
De acordo com ele, Montefalcone conseguiu retornar à superfície ao lado de outros mergulhadores experientes apesar do perigo e voltou a mergulhar mesmo após enfrentar um longo período de recuperação por graves complicações de saúde.
“Ela tinha duas vidas — uma em terra e outra em seu ambiente, a água”, afirmou Sommacal.
LEIA MAIS: Como é o local de 'alto risco' onde cinco italianos morreram durante mergulho
Montefalcone estava entre os cinco italianos que morreram enquanto tentavam explorar cavernas a cerca de 50 metros de profundidade no Atol de Vaavu, nas Maldivas, na quinta-feira (14), segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália.
As outras vítimas foram identificadas como sua filha, Giorgia Sommacal; o biólogo marinho Federico Gualtieri; a pesquisadora Muriel Oddenino; e o instrutor de mergulho Gianluca Benedetti, de acordo com o governo das Maldivas.
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O corpo de Benedetti foi recuperado na quinta-feira. Já a operação de alto risco para recuperar os corpos dos outros quatro mergulhadores foi suspensa nesta sexta-feira (15) após o mar agitado dificultar repetidamente os trabalhos.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou que, apesar das más condições climáticas, “tudo o que for possível” será feito para levar os corpos das vítimas de volta ao país.
A causa das mortes segue sob investigação. A expectativa é que as buscas sejam retomadas neste sábado (16).
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“Infelizmente, as buscas estão suspensas devido ao mau tempo, mas faremos tudo o que for possível para recuperar os corpos dos nossos compatriotas”, disse Tajani durante um evento político na Itália.
O marido de Montefalcone afirmou acreditar que algo inesperado ocorreu e descartou qualquer imprudência por parte da esposa.
“Alguma coisa deve ter acontecido”, disse ele ao canal italiano Rete 4. Segundo Sommacal, a mulher era uma mergulhadora disciplinada, que avaliava cuidadosamente os riscos antes de cada descida. Ele relembrou que ela costumava dizer: “Esse eu consigo fazer, você não consegue”.
O mergulho em cavernas é considerado uma atividade altamente técnica e perigosa, que exige treinamento especializado, equipamentos específicos e protocolos rígidos de segurança. Os riscos aumentam significativamente em ambientes fechados e em grandes profundidades, especialmente quando as condições pioram.
Especialistas afirmam que é fácil perder a orientação dentro das cavernas, principalmente porque sedimentos podem reduzir drasticamente a visibilidade.
Local onde cinco italianos mergulharam nas Maldivas.
Divulgação/AP
Mergulhos a 50 metros de profundidade também ultrapassam o limite máximo recomendado para mergulho recreativo pela maioria das principais entidades internacionais de certificação. Profundidades acima de 40 metros já são classificadas como mergulho técnico, modalidade que requer treinamento e equipamentos especializados. Nas Maldivas, o limite para mergulho recreativo é de 30 metros.
O porta-voz da presidência das Maldivas, Mohamed Hussain Shareef, disse que oito mergulhadores participaram das buscas na sexta-feira e, trabalhando em duplas, exploraram as profundezas e elaboraram um mapa para dar continuidade à missão no sábado.
Segundo ele, o corpo de Benedetti foi encontrado próximo à entrada da caverna, e as autoridades acreditam que os outros quatro mergulhadores tenham entrado mais profundamente no local.
Dois italianos — um especialista em resgate em águas profundas e um especialista em mergulho em cavernas — devem se juntar à operação, afirmou Shareef.
Autoridades italianas disseram que cerca de 20 outros italianos que participavam da mesma expedição a bordo da embarcação “Duke of York” estão em segurança. A embaixada da Itália em Colombo presta assistência aos passageiros e entrou em contato com a Cruz Vermelha, que ofereceu voluntários para apoio psicológico.
Segundo o ministério italiano, a embarcação buscava abrigo seguro das más condições climáticas e aguardava melhora do tempo para retornar a Male.
A organização ambiental Greenpeace Italia prestou homenagem a Montefalcone, descrevendo-a como uma defensora apaixonada da proteção marinha. A entidade afirmou que sentirá falta “de seu profissionalismo e de seus conselhos” e “da luz especial que havia em seus olhos quando falava sobre as maravilhas do mar e a importância de protegê-las”.
O Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia da Itália também lamentou as mortes e afirmou que Montefalcone era amplamente reconhecida pelo trabalho de pesquisa e proteção do meio ambiente marinho.
O Ministério das Relações Exteriores da Itália informou ainda que coordena ações com a Divers Alert Network, organização especializada em mergulho, para apoiar as operações de resgate e o traslado dos corpos.
Segundo o ministério, a caverna explorada pelos cinco italianos é dividida em três grandes câmaras conectadas por passagens estreitas. As equipes conseguiram explorar duas delas, mas a operação foi limitada por questões relacionadas ao oxigênio e à descompressão.
Neste sábado (16), os mergulhadores devem explorar a terceira câmara, acrescentou o governo italiano.
Píer no Atol de Malé, nas Maldivas.
Divulgação/AP

EUA planejam indiciar Raúl Castro, ex-presidente de Cuba, na próxima semana

Túneis e cavernas profundas: como é o local de ‘alto risco’ onde cinco italianos morreram durante mergulho
Raúl Castro em 1º de maio de 2025 em Havana, Cuba
Norlys Perez / Reuters
Os Estados Unidos planejam indiciar o ex-presidente cubano Raúl Castro, disse um funcionário do Departamento de Justiça dos EUA nesta quinta-feira (14). A informação foi divulgada pela Reuters.
Segundo a fonte, procuradores federais pretendem anunciar a acusação em Miami na quarta-feira (20). O indiciamento ainda precisará ser aprovado por um grande júri.
A data coincide, segundo a Reuters, com uma homenagem organizada pela Procuradoria de Miami às vítimas do caso que motivou as acusações contra Castro.
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Trump posta mapa da Venezuela como 51º estado dos EUA
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A acusação seria baseada em um incidente que aconteceu em 1996, no qual jatos cubanos abateram aviões operados por um grupo de exilados cubanos chamado "Irmãos ao Resgate".
Na época do incidente, Raúl Castro era ministro da Defesa de Cuba. O governo cubano argumentou que o ataque foi uma resposta legítima à intrusão de aviões no espaço aéreo cubano.
Os Estados Unidos condenaram o ataque e impuseram sanções contra Cuba, mas nunca haviam acusado criminalmente Raúl Castro ou seu irmão, Fidel Castro.
Aumento da pressão sobre Havana
A notícia do indiciamento ocorre em meio a tensões intensificadas entre Washington e Havana. O governo Trump descreveu o atual governo de Cuba, liderado por comunistas, como corrupto e incompetente, e está pressionando por uma mudança de regime.
O presidente Donald Trump tem acumulado pressão sobre a ilha, impondo efetivamente um bloqueio ao ameaçar com sanções os países que a fornecem combustível, provocando apagões e desferindo golpes em sua economia.
A Procuradoria dos EUA para o Distrito Sul da Flórida tem supervisionado um esforço para examinar possíveis acusações criminais contra altos funcionários do governo cubano.
Autoridades de ambos os países reconheceram no início deste ano que estavam em negociações, mas as tratativas pareceram fracassar em meio ao contínuo bloqueio de combustível por parte dos EUA.
No entanto, na quinta-feira, o governo cubano confirmou que se encontrou com o chefe da CIA, John Ratcliffe.
Avião do governo dos EUA avistado no Aeroporto Internacional de Havana nesta quinta-feira (14)
REUTERS/Norlys Perez
Ratcliffe disse a oficiais de inteligência em Cuba que os EUA estavam dispostos a se engajar em questões de segurança econômica se Cuba fizesse "mudanças fundamentais", disse um funcionário da CIA.
Os Estados Unidos já utilizaram anteriormente casos criminais contra figuras políticas estrangeiras para justificar ações militares.
Em janeiro, quando os militares dos EUA atacaram a Venezuela, o governo Trump descreveu a incursão como uma "operação de aplicação da lei" para levar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a Nova York para enfrentar acusações criminais.
Em março, Trump ameaçou que Cuba "é a próxima" depois da Venezuela.
*Com informações da French Press e Reuters.

Morte em caverna profunda nas Maldivas: governo faz resgate de ‘alto risco’ por corpos de italianos

Túneis e cavernas profundas: como é o local de ‘alto risco’ onde cinco italianos morreram durante mergulho
Muriel Oddenino (à esqueda), Giorgia Sommacal (no centro) e Monica Montefalcone (à direita)
LinkedIn, Instagram e Universidade de Gênova
Com navios, mergulhadores e uma possível ajuda internacional, o governo das Maldivas iniciou nesta sexta-feira (15) uma grande operação de busca pelos corpos dos cinco italianos que morreram na quinta-feira (14) durante um mergulho em uma caverna subaquática profunda.
➡️ Segundo o governo italiano, acredita-se que os mergulhadores tenham morrido enquanto tentavam explorar cavernas submarinas a cerca de 50 metros de profundidade no Atol de Vaavu. Autoridades locais disseram que este foi o pior acidente de mergulho já registrado das Maldivas.
Túneis e cavernas profundas: como é o local de 'alto risco' onde cinco italianos morreram durante mergulho
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Nesta sexta, o governo do país lançou uma grande operação de resgate, mobilizando barcos, aeronaves e equipes de mergulho para procurar na área. O trabalho, no entanto, foi classificado como de "alto risco" pelas equipes locais, por envolver áreas submarinas onde nem sequer os mergulhares de resgate entram.
“A caverna é tão profunda que mergulhadores, mesmo com os melhores equipamentos, não se aventuram a entrar”, disse o porta-voz da presidência das Maldivas, Mohamed Hussain Shareef.
O governo do país disse que estuda solicitar ajuda internacional para a operação.
Um dos mergulhadores foi encontrado morto já na quinta-feira, mas os outros quatro permaneciam desaparecidos até a última atualização desta reportagem. Uma primeira rodada de buscas não conseguiu encontrar os desaparecidos. As autoridades disseram acreditar que eles estão justamente na caverna de difícil acesso.
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Nesta manhã, mergulhadores fizeram um primeiro mergulho para avaliar o acesso à caverna. Durante a tarde, no entanto, as buscas foram suspensas devido ao mau tempo.
O embaixador da Itália nas Maldivas estava a bordo de uma das embarcações de busca, e as Maldivas podem solicitar assistência internacional, se necessário. O Ministério das Relações Exteriores da Itália informou que um especialista italiano estava auxiliando a Guarda Costeira e os navios das Maldivas na operação de busca.
O que aconteceu
O grupo de italianos fazia em um mergulho matinal perto de Alimathaa, uma das ilhas das Maldivas, e foi dado como desaparecido após não retornar à superfície até o meio-dia de quinta-feira, de acordo com os relatos iniciais.
As condições climáticas eram descritas como desfavoráveis ​​na ocasião, e havia alerta amarelo de mau tempo em vigor.
“Após um acidente ocorrido durante uma excursão de mergulho, cinco cidadãos italianos morreram no Atol Vaavu, nas Maldivas”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores da Itália na quinta-feira (14).
Entre as vítimas estão:
Monica Montefalcone, professora associada de Ecologia da Universidade de Gênova;
Sua filha Giorgia Sommacal, estudante de Engenharia Biomédica.
Muriel Oddenino di Poirino, pesquisadora de Turim;
O instrutor de mergulho Gianluca Benedetti, de Pádua;
E Federico Gualtieri, também instrutor de mergulho e recém-formado em Biologia Marinha e Ecologia pela Universidade de Gênova.
As identidades das vítimas foram divulgadas pela agência de notícias italiana Ansa. O Ministério das Relações Exteriores afirmou ainda que a Embaixada da Itália no Sri Lanka entrou em contato com as famílias das vítimas e prestou assistência consular.
As Maldivas, um arquipélago formado por 1.192 ilhas de coral espalhadas por cerca de 800 quilômetros no Oceano Índico, são um destino turístico de luxo muito popular entre os mergulhadores por seus complexos remotos e barcos de mergulho com alojamentos a bordo, de acordo com a agência francesa AFP.

Túneis e cavernas profundas: como é o local de ‘alto risco’ onde cinco italianos morreram durante mergulho

Túneis e cavernas profundas: como é o local de ‘alto risco’ onde cinco italianos morreram durante mergulho
Atol nas Maldivas.
AP
Com navios, mergulhadores e uma possível ajuda internacional, o governo das Maldivas iniciou nesta sexta-feira (15) uma grande operação de busca pelos corpos dos cinco italianos que morreram na quinta-feira (14) durante um mergulho em uma caverna subaquática profunda.
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O trabalho foi classificado como de "alto risco" pelas equipes locais, por envolver áreas submarinas onde nem sequer os mergulhadores de resgate foram.
A seguir, entenda onde fica o local e por que a operação mobiliza tantos recursos.
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Onde aconteceu o acidente
Segundo o governo italiano, acredita-se que os mergulhadores tenham morrido enquanto tentavam explorar cavernas submarinas a cerca de 50 metros de profundidade no Atol de Vaavu. Por lá, a profundidade máxima recomendada para mergulho recreativo gira em torno de 30 metros.
➡️ O que é um atol? Um atol é uma formação geológica composta por ilhas e recifes de coral que cercam uma lagoa central. Essas estruturas surgem ao redor de antigos vulcões submarinos que afundaram ao longo de milhares de anos, enquanto os corais continuaram crescendo na superfície. Nas Maldivas, os atóis formam a base do território e criam áreas de águas rasas, canais profundos e rica biodiversidade marinha.
Autoridades locais disseram que este foi o pior acidente de mergulho já registrado das Maldivas.
“A caverna é tão profunda que mergulhadores, mesmo com os melhores equipamentos, não se aventuram a entrar”, disse o porta-voz da presidência das Maldivas, Mohamed Hussain Shareef.
Formado por pequenas ilhas, recifes de coral e canais oceânicos profundos, este atol fica no Oceano Índico, cerca de 65 quilômetros da capital Malé.
Os italianos teriam mergulhado próximo à ilha de Alimatha, uma área famosa na região por mergulhos voltados à observação da vida marinha.
Atol onde os Italianos mergulharam.
Reprodução/Google Maps
Por reunir cavernas submarinas, túneis naturais, paredões profundos e canais estreitos com fortes correntes oceânicas, o local é considerado hostil até para mergulhadores experientes.
As autoridades locais disseram acreditar que eles estão justamente em uma caverna de difícil acesso.
Especialistas apontaram possíveis fatores que podem ter contribuído para a tragédia, entre eles:
toxicidade por oxigênio;
desorientação dentro da caverna;
baixa visibilidade;
correntes fortes;
falhas em equipamentos;
pânico durante o mergulho.
Diversos acidentes durante mergulhos são registrados nas Maldivas todos os anos. Segundo a polícia local, 112 turistas morreram em incidentes marítimos no arquipélago nos últimos seis anos.

O que aconteceu
Muriel Oddenino (à esqueda), Giorgia Sommacal (no centro) e Monica Montefalcone (à direita)
LinkedIn, Instagram e Universidade de Gênova
O grupo de italianos fazia em um mergulho matinal perto de Alimathaa, uma das ilhas das Maldivas, e foi dado como desaparecido após não retornar à superfície até o meio-dia de quinta-feira, de acordo com os relatos iniciais.
As condições climáticas eram descritas como desfavoráveis ​​na ocasião, e havia alerta amarelo de mau tempo em vigor.
“Após um acidente ocorrido durante uma excursão de mergulho, cinco cidadãos italianos morreram no Atol Vaavu, nas Maldivas”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores da Itália na quinta-feira (14).
Entre as vítimas estão:
Monica Montefalcone, professora associada de Ecologia da Universidade de Gênova;
Sua filha Giorgia Sommacal, estudante de Engenharia Biomédica.
Muriel Oddenino di Poirino, pesquisadora de Turim;
O instrutores de mergulho Gianluca Benedetti, de Pádua;
E Federico Gualtieri, também instrutor de mergulho e recém-formado em Biologia Marinha e Ecologia pela Universidade de Gênova.
As identidades das vítimas foram divulgadas pela agência de notícias italiana Ansa. O Ministério das Relações Exteriores afirmou ainda que a Embaixada da Itália no Sri Lanka entrou em contato com as famílias das vítimas e prestou assistência consular.
As Maldivas, um arquipélago formado por 1.192 ilhas de coral espalhadas por cerca de 800 quilômetros no Oceano Índico, são um destino turístico de luxo muito popular entre os mergulhadores por seus complexos remotos e barcos de mergulho com alojamentos a bordo, de acordo com a agência francesa AFP.
Ilha de Alimatha, nas Maldivas.
Reprodução/Tripadvisor