Nova CNH: aluno agora pode escolher instrutores e autoescolas dentro de aplicativo

Trump diz que vai terminar guerra se Irã concordar com proposta dos EUA; SIGA
App CNH do Brasil
Divulgação/Serpro
O ministro dos Transportes, George Santoro, anunciou nesta quarta-feira (6) novas funcionalidades da CNH do Brasil. O aplicativo passa a mostrar ao aluno instrutores habilitados e autoescolas, que podem ser filtrados por geolocalização, CEP ou endereço.
No aplicativo agora também é possível dar avaliação de zero até cinco estrelas para o instrutor e autoescola.
Os instrutores passam a ter dentro do aplicativo uma Credencial do Instrutor de Trânsito. Segundo o ministro, essa credencial facilita a identificação do instrutor por parte das autoridades de fiscalização. A habilitação dos instrutores continua sob responsabilidade de cada Detran estadual.
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As aulas são cadastradas no aplicativo e geram um certificado para o aluno. Os instrutores podem registrar essas aulas como autônomos ou quando estão a serviço de uma autoescola.
Todas as atualizações feitas no aplicativo serão inscritas de maneira imediata no Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach) com comunicação automática com os Detrans.
Segundo dados do ministério, hoje existem 170 mil instrutores habilitados no Brasil. Ainda segundo o órgão, apenas 7% das aulas práticas são ministradas por profissionais autônomos. O restante das aulas é feito por instrutores a serviço de autoescolas.
Sem reserva de mercado
Segundo Adrualdo Catão, secretário nacional de trânsito, as atualizações do aplicativo colocam em pé de igualdade instrutor e autoescola. “O Código Brasileiro de Trânsito (CTB) diz que o instrutor é essencial na formação do condutor. Ele tem de contratar um instrutor autorizado. Vinculado ou não a uma autoescola”, explica o secretário.
Catão explica que a dinâmica anterior criava uma reserva de mercado. Instrutores somente podiam ministrar aulas em autoescola e alunos não tinham liberdade de contratar fora da autoescola.
De acordo com o ministro dos Transportes, George Santoro, as atualizações do aplicativo são uma mudança de cultura e procedimento. “Serve para estimular a competição entre instrutor e autoescola. Quem tem de escolher é o aluno, qual ele achar melhor. Queremos estimular os empreendedores”, diz o ministro.

Trump diz que vai terminar guerra se Irã ‘cumprir o combinado’; Teerã diz que proposta dos EUA contém termos ‘inaceitáveis’

Trump diz que vai terminar guerra se Irã concordar com proposta dos EUA; SIGA
Presidente dos EUA, Donald Trump.
Reuters/Yves Herman
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (6) que vai terminar a guerra contra o Irã se o regime iraniano "cumprir o combinado", mas voltou a ameaçar Teerã com bombardeios "muito maiores".
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"Assumindo que o Irã concorde em cumprir o que foi combinado —o que talvez seja uma grande suposição— a já lendária 'Fúria Épica' chegará ao fim, e o bloqueio altamente eficaz permitirá que o Estreito de Ormuz fique ABERTO A TODOS, incluindo ao próprio Irã. Se não concordarem, os bombardeios começarão e serão, infelizmente, em um nível e intensidade muito maiores do que antes", afirmou Trump em publicação na rede social Truth Social.
Trump não especificou, no entanto, o que teria sido "combinado" com Teerã, porém é possível que ele esteja se referindo a termos das negociações entre os dois países para finalizar a guerra. "Operação Fúria Épica" é o modo como os EUA chamam o conflito contra o Irã, iniciado no final de fevereiro e que atualmente está em cessar-fogo.
A publicação de Trump ocorre em meio ao avanço nas negociações pelo fim da guerra entre EUA e Irã nas últimas horas, segundo a imprensa norte-americana e a agência de notícias Reuters. Os dois países estariam perto de finalizar um memorando para oficializar a paz no Oriente Médio, e Washington espera uma resposta do regime iraniano nas próximas 48 horas.
Apesar dos avanços reportados nesta quarta-feira, o Irã considera que o memorando entregue pelos EUA contém "alguns termos inaceitáveis", segundo a agência estatal Tasnim. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Ghalibaf, afirmou que o país está "com o dedo no gatilho".
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O documento, de uma página, contém os seguintes termos entre as cláusulas:
Moratória sobre limitações ao enriquecimento de urânio pelo Irã;
Suspensão dos bloqueios de EUA e Irã no Estreito de Ormuz;
Suspensão pelos EUA das sanções econômicas ao Irã e descongelamento de ativos do regime iraniano.
Trump não mencionou explicitamente o memorando em sua publicação nesta quarta, porém citou um "grande progresso" nas negociações com o Irã quando anunciou na terça a suspensão da operação militar para auxiliar o trânsito de navios por Ormuz.
O líder norte-americano disse ao jornal norte-americano "New York Post" nesta quarta que ainda é "muito cedo" para falar sobre negociações presenciais com o Irã.
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França envia porta-aviões para futura missão no Estreito de Ormuz com Reino Unido

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Países europeus se reúnem em Paris para planejar missão a Estreito de Ormuz
O grupo de porta-aviões francês Charles de Gaulle está se deslocando para o Mar Vermelho e o Golfo de Aden como parte dos esforços conjuntos da França e do Reino Unido para preparar uma futura missão de apoio à liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, informou o Ministério das Forças Armadas francês nesta quarta-feira (6).
De acordo com o comunicado, as embarcações cruzaram o Canal de Suez e estão a caminho do sul do Mar Vermelho, onde podem permanecer entre quatro e cinco meses.
A missão internacional para proteção da navegação no Estreito de Ormuz foi anunciada pelo presidente francês, Emmanuel Macron, e pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, no dia 17 de abril.
Os dois líderes europeus, que reuniram colegas de vários países em uma reunião para debater a questão, anunciaram que uma dúzia deles estava pronta para contribuir com recursos para restaurar a liberdade de navegação na rota marítima, por onde passam 20% de toda a produção mundial de petróleo.
O anúncio da França foi feito pouco depois que o Irã, através de uma mensagem da Marinha de sua Guarda Revolucionária, afirmou o Estreito de Ormuz está liberado para navegação "segura".
O porta-aviões francês Charles de Gaulle
Eric Gaillard/Reuters
Um dia antes, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia anunciado a suspensão temporária da operação militar que o país vinha fazendo na região, citando um “grande progresso” nas negociações de paz com representantes iranianos.
De acordo com a imprensa iraniana, atualmente, cerca de 1.500 embarcações aguardam autorização para atravessar o Estreito de Ormuz.
Desde os primeiros dias da guerra, que começou no dia 28 de fevereiro, a navegação pela rota estava prejudicada.
Entre a guerra de narrativas e a troca de ameaças entre EUA e Irã, várias embarcações se viram impedidas de fazer a travessia por medo de ataques retaliatórios ou de atingirem minas que teriam sido colocadas pela Marinha iraniana pela região.

Passageiros do navio com hantavírus estão assintomáticos e serão repatriados, anuncia governo espanhol

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Barco retira passageiros doentes de cruzeiro onde houve possível surto de hantavírus
Todos os passageiros restantes a bordo do cruzeiro de luxo atingido por um surto de hantavírus estão assintomáticos, anunciou nesta quarta-feira (6) o governo da Espanha.
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VÍDEO: Passageiro mostra interior de cruzeiro antes de mortes por possível surto de hantavírus
A ministra espanhola da Saúde, Mónica García, afirmou que os cidadãos não espanhóis serão repatriados. García afirmou também que 14 passageiros são espanhóis e serão transferidos a um hospital em Madri, onde ficarão em quarentena, uma vez que o navio atraque.
No entanto, uma disputa interna na Espanha vem impedindo a operação. O navio tinha previsto atracar nesta manhã em Tenerife, nas Ilhas Canárias, pertecentes à Espanha. Mas o governo regional de Tenerife disse se opor a que o navio atraque.
Passageiro de cruzeiro com suspeita de hantavírus é colocado em ambulância ao ser retirado do navio em Cabo Verde, em 6 de maio de 2026.
Tedros Adhanom/ OMS via Reuters
A permissão para que a embarcação atracasse no arquipélago havia sido dada pelo governo da Espanha.
"Esta decisão não se baseia em quaisquer critérios técnicos, nem existem informações suficientes para tranquilizar o público ou garantir a sua segurança", disse o líder do governo canário, Fernando Clavijo, à rádio "COPE".
Clavijo acrescentou que solicitou uma reunião urgente com o primeiro-ministro Pedro Sánchez para discutir o assunto.
🔎Os hantavírus são transmitidos principalmente por roedores infectados e podem causar problemas respiratórios e cardíacos, além de febres hemorrágicas.
Também nesta quarta, a emissora estatal espanhola TVE noticiou que o navio de cruzeiro deveria atracar na ilha de Tenerife, no arquipélago das Canárias , citando fontes do Ministério da Saúde do país. O ministério não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters.
Barco evacua passageiros infectados de cruzeiro
Reuters
Embarcação deve seguir para Espanha
O navio MV Hondius deve atracar na ilha Tenerife, no arquipélago das Ilhas Canárias, segundo informado pelo Ministério da Saúde da Espanha nesta terça-feira (5).
De acordo com o comunicado, ao chegar às Ilhas Canárias, passageiros e tripulantes serão examinados e tratados por equipes médicas antes de serem transferidos para seus países de origem.
“A Organização Mundial da Saúde explicou que Cabo Verde não tem capacidade para realizar essa operação”, afirmou o ministério. “As Ilhas Canárias são o local mais próximo com a estrutura necessária. A Espanha tem obrigação moral e legal de ajudar essas pessoas, entre as quais também há vários cidadãos espanhóis.”
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Trump diz que vai terminar guerra se Irã concordar com proposta dos EUA; SIGA Presidente dos EUA também anunciou pausa na escolta a navios no Estreito de Ormuz após 'grandes avanços' nas negociações com Irã. Já Teerã sinalizou nesta quarta (5) que pode liberar o canal. EUA e Irã deram indicações de que podem desescalar a guerra nesta quarta-feira (6). . Donald Trump afirmou que pode dar um fim na guerra caso o Irã cumpra os termos combinados. Na terça (5), ele anunciou pausa na operação militar dos EUA para escoltar navios por Ormuz. . Já a Guarda Revolucionária do Irã disse nesta quarta (6) que pode reabrir o Estreito de Ormuz em breve. . Na terça (5), o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que a fase mais agressiva da guerra se encaminha para o fim. . Enquanto isso, o chanceler do Irã faz visita à China nesta quarta.