Avião que ‘despencou’ na vertical na China teve combustível cortado, diz agência dos EUA

Duas pessoas morreram após tiroteio em shopping em Dallas, nos EUA
Vídeo mostra momento em que avião cai na China
O avião que caiu na China em 2022, em uma trajetória de "mergulho" que chocou autoridades e mundo da aviação, teve o combustível cortado quando estava no ar, segundo dados do voo divulgados nesta terça-feira (5) pela Junta Nacional de Segurança do Transporte (NTSB, na sigla em inglês), que também investiga o caso.
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Segundo reportagem de rede britânica BBC, o relatório da NTSB indica que os interruptores de combustível dos dois motores do voo foram movidos para a posição de “corte” enquanto a aeronave estava a uma altitude de cruzeiro de 8.839 metros (29 mil pés) — o que reforça a hipótese de que a queda foi intencional.
Todos os 132 passageiros e tripulantes a bordo da aeronave da China Eastern Airlines morreram no desastre aéreo, em março de 2022.
Os novos dados foram extraídos de uma das caixas-pretas do avião, que registram todas as informações operacionais relevantes.
Queda de avião na China foi intencional, diz relatório

Arte g1
Conheça o Boeing 737-800, mesmo modelo do avião que caiu na China
Arte g1
Queda de avião da China Eastern Airlines
Reprodução

EUA vão revisar sistemas de IA de big techs antes de chegarem ao público

Duas pessoas morreram após tiroteio em shopping em Dallas, nos EUA
O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (5) que passará a ter acesso antecipado a novos modelos de inteligência artificial desenvolvidos por grandes empresas de tecnologia. A ideia é avaliar essas ferramentas antes que elas sejam lançadas ao público.
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Os acordos envolvem empresas como Google DeepMind, Microsoft e xAI e representam uma mudança significativa na postura do presidente Donald Trump, que até então defendia menor interferência do governo no desenvolvimento desse tipo de tecnologia.
Segundo fontes oficiais, as parcerias retomam e adaptam compromissos firmados na gestão anterior, de Joe Biden, agora com novos termos.
De acordo com o jornal "New York Times", a Casa Branca também estuda criar um grupo de trabalho com representantes do governo e do setor tecnológico. Esse grupo teria como objetivo discutir formas de avaliar e revisar novos sistemas de IA antes de sua liberação.
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O Centro para Normas e Inovação em IA (Caisi), ligado ao Departamento do Comércio, afirmou que fará análises antes do uso dessas tecnologias e investigações específicas para entender melhor seu funcionamento e possíveis riscos.
Ainda não está claro se os acordos anunciados fazem parte desse plano mais amplo em discussão.
O Caisi substituiu um órgão criado durante o governo Biden voltado à segurança da inteligência artificial.
Na época, Trump havia criticado esse tipo de regulação e chegou a revogar medidas anteriores, alegando que poderiam prejudicar a competitividade dos Estados Unidos, especialmente em relação à China.
A mudança de posição pode estar ligada ao avanço de novos sistemas mais poderosos. Um exemplo é o modelo "Mythos", desenvolvido pela empresa Anthropic.
Segundo informações, ele não foi divulgado ao público por ter grande capacidade de identificar falhas de segurança digital, o que poderia trazer riscos.
"Uma ciência de medição independente e rigorosa é essencial para compreender a IA de ponta e suas implicações para a segurança nacional", afirmou Chris Fall, diretor do Caisi.
Veículos de imprensa dos Estados Unidos informaram que a Agência de Segurança Nacional (NSA) já teve acesso ao "Mythos" e está realizando testes com o sistema.
Inteligência Artificial nos estudos: até onde ela ajuda ou atrapalha?
Reprodução/Freepik

Promotora da Geórgia é punida após erros de IA em caso de assassinato nos EUA

Duas pessoas morreram após tiroteio em shopping em Dallas, nos EUA
A Suprema Corte do estado da Geórgia puniu, na terça-feira, uma promotora ao concluir que o uso incorreto de ferramentas de inteligência artificial levou à inclusão de citações falsas e enganosas em uma decisão ligada a um caso de assassinato.
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O tribunal proibiu Deborah Leslie, promotora assistente do condado de Clayton, de atuar perante os juízes por seis meses e determinou que ela passe por um treinamento adicional sobre ética, redação de documentos jurídicos e uso correto de IA.
Segundo a Corte, “numerosas citações fictícias ou atribuídas erroneamente” apareceram em uma decisão de 2025 de um tribunal inferior, que havia negado o pedido de novo julgamento feito por um réu acusado de assassinato.
“Citar casos que não existem ou que não sustentam a tese para a qual são citados é uma violação das normas deste tribunal e está muito aquém da conduta que esperamos dos advogados da Geórgia”, escreveu o juiz Benjamin Land.
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O caso chama atenção porque tribunais nos Estados Unidos têm aplicado punições a advogados que usam ferramentas de IA para pesquisas e textos jurídicos sem conferir se as informações estão corretas. Aqui, porém, o erro partiu de uma promotora e acabou incorporado a uma decisão judicial.
Leslie pediu desculpas em um documento anterior, afirmando que não verificou de forma independente as citações geradas pela ferramenta de inteligência artificial. Nem ela nem a promotoria do condado de Clayton responderam aos pedidos de comentário.
A sanção está ligada ao processo de Hannah Payne, condenada à prisão perpétua mais 13 anos por assassinato e cárcere privado de Kenneth Herring.
As citações incorretas foram incluídas em uma minuta de decisão preparada por Leslie, que recomendava a rejeição do pedido de novo julgamento. O juiz do caso acatou parte desse texto, incluindo as referências falsas, ao negar o pedido.
Após a identificação do problema, a Suprema Corte anulou a decisão anterior e determinou que uma nova sentença seja elaborada sem as informações incorretas.
Em manifestação, o advogado de Payne, Andrew Fleischman, afirmou que o caso foi prejudicado pelos erros. Segundo ele, “Hannah Payne tem argumentos sólidos para apelação. É lamentável que a má conduta do Estado esteja agora atrasando sua oportunidade de ter essas questões decididas”.
Habilidades como inteligência artificial, análise de dados e negociação estratégica serão diferenciais no mercado.
Freepik/ Reprodução

Irã nega ter atacado Emirados Árabes e promete ‘resposta esmagadora’ se for alvo

Duas pessoas morreram após tiroteio em shopping em Dallas, nos EUA
Secretário de Guerra dos EUA diz que cessar-fogo com Irã não acabou
O Irã afirmou nesta terça-feira (5) que não realizou ataques contra os Emirados Árabes nos últimos dias. Teerã disse ainda que dará uma “resposta esmagadora” caso o país do Golfo adote qualquer ação contra o território iraniano.
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Os Emirados Árabes foram alvo de um segundo dia de ataques com mísseis e drones, após quatro semanas de relativa calmaria desde o anúncio de cessar-fogo entre Estados Unidos, Israel e Irã no dia 7 de abril.
Mais cedo, o Ministério da Defesa dos Emirados informou que as defesas aéreas voltaram a ser acionadas nesta terça para conter novos ataques atribuídos ao Irã.
Já o Ministério das Relações Exteriores classificou a ofensiva como uma “escalada séria” e uma ameaça direta à segurança do país. O governo afirmou que se reserva o “direito total e legítimo” de responder.
Na noite de segunda-feira, os Emirados Árabes disseram que interceptaram mísseis e drones enquanto bombeiros combatiam um incêndio em uma área da indústria petrolífera. Segundo autoridades, o fogo foi causado por um drone lançado a partir do Irã.
Diante dos ataques, o país restringiu voos a um número limitado de rotas até pelo menos 11 de maio. Protocolos de segurança de emergência foram ativados, segundo avisos publicados pela Autoridade Geral de Aviação Civil.
Os avisos indicam que a “região de informação de voo dos Emirados” foi parcialmente fechada e que pousos e decolagens só podem ocorrer por pontos específicos de entrada e saída.
Mural iraniano em Teerã
Majid Asgaripour/WANA via Reuters

Duas pessoas morreram após tiroteio em shopping em Dallas, nos EUA

Um homem atirou em cinco pessoas no Texas, nos EUA, nesta terça-feira (5), matando duas, em um shopping center ao norte de Dallas, informou a polícia.
O chefe de polícia de Carrollton, Roberto Arredondo, afirmou que não se tratou de um ato aleatório de disparos e que as vítimas conheciam o agressor, que foi preso posteriormente após uma breve perseguição a pé.
“Não sabemos exatamente sobre o que foi a reunião, mas entendemos que se tratava de uma relação comercial”, disse Arredondo.
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Um vídeo publicado online mostrou policiais com armas em punho caminhando em frente às portas do K Towne Plaza, em uma área da cidade conhecida como Koreatown. Agentes do FBI e de outra agência federal estavam entre os policiais presentes no local.
Carrollton fica a 32,1 quilômetros ao norte de Dallas.
De acordo com o Censo Americano da Comunidade dos EUA, dos mais de 130.000 habitantes de Carrollton, mais de 4.000 são de ascendência coreana.
Nos últimos 20 anos, a região se transformou em um próspero bairro coreano na área metropolitana de Dallas, graças a investidores coreanos.
É ancorada por grandes lojas de departamento, como o supermercado H-Mart, além de dezenas de restaurantes coreanos que servem de tudo, desde frango frito coreano até sobremesas de gelo raspado. A cidade também abriga diversas igrejas coreanas, desde batistas até presbiterianas.