Brasileira recebe conta de R$ 84 mil em hospital dos EUA após mordida de cachorro

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Brasileira choca ao revelar conta de R$ 84 mil em hospital dos EUA após mordida de cachorr
A influenciadora brasileira Débora Rocha viralizou ao relatar o susto que tomou ao receber a conta do atendimento médico que precisou buscar durante uma viagem aos Estados Unidos em um post no Instagram, neste domingo (3).
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A jovem contou que recebeu uma fatura de US$ 17 mil – o equivalente a cerca de R$ 84 mil – depois de tomar duas doses de vacina em um pronto-socorro de Orlando por causa de uma mordida de cachorro e chocou os seguidores.
“Como uma mordida de um cachorro nos Estados Unidos agora me deixou quase endividada, com uma dívida de 17 mil dólares em um hospital de Orlando”, diz ela no início do vídeo, mostrando a cicatriz no braço.
Débora Rocha mostra local onde recebeu mordida de cachorro
Instagram/Reprodução
Segundo Débora, o valor incluiu US$ 2,5 mil por cada uma das duas doses de vacina que ela teve que tomar, além de US$ 5 mil pela consulta e mais pelo tratamento com imunoglobulina.
Como tinha feito um seguro de saúde para a viagem, a influenciadora não teve que arcar com os custos, mas lamentou os altos custos de saúde nos EUA e disse que tomou as outras duas doses necessárias já no Brasil, gratuitamente.
"Quando ela virou para mim e falou 17 mil dólares, eu fiquei muito triste pensando nas pessoas que não têm plano de saúde lá", afirmou.

Jornalista alvo de Trump se emociona ao ganhar Pulitzer e é aplaudida de pé por colegas; VÍDEO

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Jornalista alvo de Trump se emociona ao ganhar Pulitzer e é aplaudida de pé por colegas
Uma jornalista que foi alvo do governo Trump venceu o Pulitzer na segunda-feira (4), maior prêmio do Jornalismo, e foi aplaudida de pé por seus colegas.
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A repórter Hannah Natanson, do "The Washington Post", foi laureada na categoria "Serviço Público" por sua cobertura sobre o Doge ("Departamento de Eficiência Governamental", na tradução da sigla em inglês), criado por Elon Musk em 2025, e sobre e os cortes do governo Trump no contingente de funcionários de agências federais dos EUA.
A jornalista apareceu emocionada e chorando em um vídeo gravado por um de seus colegas no momento em que o prêmio foi anunciado. Veja acima.
Repórter Hannah Natanson, vencedora do Pulitzer na categoria 'Serviço Público', discursa na redação do Washington Post após anúncio do prêmio em 4 de maio de 2026.
Tom Brenner/Washington Post/Handout via REUTERS
Por conta de sua cobertura jornalística, Hannah foi alvo de uma operação do FBI em janeiro, quando agentes entraram em sua casa em Virgínia, revistaram o local e apreenderam celulares dela e dois notebooks, um deles o de trabalho.
O FBI disse em versão oficial que a operação na casa de Hannah foi necessária para uma investigação de vazamento de informações confidenciais envolvendo um contratante do governo federal que teria retido de forma ilegal documentos de defesa nacional. A jornalista, no entanto, não era alvo da investigação, segundo a agência.
O "Washington Post" descreveu a operação do FBI contra Hannah como "incomum e agressiva", e entrou na Justiça contra o governo Trump para recuperar os dispositivos de Hannah. Grupos de liberdade de imprensa afirmaram que a operação foi um ataque ao jornalismo independente nos EUA.
O 2º mandato do governo Trump foi marcado por amplas demissões de trabalhadores de agências federais, além da criação do Doge para cortar gastos no governo dos EUA. O departamento, chefiado durante alguns meses pelo bilionário Elon Musk, prometia cortar US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10 bi) em gastos do funcionalismo federal norte-americano, porém a investida acabou gerando prejuízos e colecionou polêmicas e acusações de abuso de poder.
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Repórter Hannah Natanson, vencedora do Pulitzer na categoria 'Serviço Público', chora ao ser aplaudida de pé por colegas na redação do Washington Post em 4 de maio de 2026.
Reprodução/redes sociais

Incêndio atinge shopping em Teerã

Um incêndio de grandes proporções atingiu um dos maiores shoppings de Teerã, a capital do Irã, nesta terça-feira (5), de acordo com agências de notícias estatais iranianas.
A causa do fogo ainda era desconhecida até a última atualização desta reportagem.
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Vídeos da imprensa iraniana, incluindo a Fars, mostram uma coluna de fumaça densa subindo do local, que se chama Arghavan e fica em Andisheh, distrito da região metropolitana de Teerã.
O incêndio ocorre em um momento em que o frágil cessar-fogo entre o Irã e os Estados Unidos está sob nova pressão, após uma troca de ataques entre os dois países nesta segunda-feira (4).

Iraniana vencedora do Nobel da Paz está ‘entre a vida e a morte’, diz equipe

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Narges Mohammadi
Reuters
A iraniana vencedora do Nobel da Paz Narges Mohammadi, presa no Irã desde dezembro, luta pela vida após ser hospitalizada há cinco dias com um problema cardíaco, disse nesta terça-feira (5) sua equipe.
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"Não estamos lutando apenas pela liberdade de Narges, estamos lutando para que seu coração continue batendo", disse sua advogada, Chirinnne Ardakani, em uma coletiva de imprensa em Paris, acrescentando que ela está "entre a vida e a morte".
Narges Mohammadi, cujo ativismo de mais de duas décadas foi reconhecido com o Prêmio Nobel da Paz em 2023, foi presa em dezembro em Mashhad, no leste do Irã, após criticar as autoridades religiosas iranianas durante um funeral.
A sua equipe afirmou nas redes sociais nesta terça que houve uma piora vertiginosa das condições de saúde de Narges nos últimos dias, e que sua família teme que ela morra se não receber cuidados médicos adequados.
Narges foi hospitalizada na sexta-feira (1º) no Irã por conta de uma "deterioração catastrófica de sua saúde". Ela sofreu um ataque cardíaco em março e não estava recebendo tratamento médico adequado, segundo a Fundação Narges. O comitê norueguês do Prêmio Nobel afirmou no sábado que a vida da ativista está nas mãos do regime iraniano.
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Tesla vê aprovação próxima na União Europeia, mas reguladores levantam dúvidas

Tesla vê aprovação próxima na União Europeia, mas reguladores levantam dúvidas
O presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, afirmou que espera uma aprovação em breve, pela União Europeia, do sistema "Full Self-Driving" (FSD). Apesar do otimismo, e-mails de reguladores europeus indicam dúvidas relevantes sobre a tecnologia e seus possíveis ganhos em segurança.
A versão "FSD (Supervised)" já foi aprovada em abril pela RDW, autoridade de trânsito da Holanda. Agora, o órgão tenta ampliar essa autorização para toda a União Europeia, e o tema será discutido em uma audiência de um comitê nesta terça-feira.
"Esperamos ser aprovados em muitos outros países", disse Musk a analistas em teleconferência no dia 22 de abril. Ele acrescentou que, na sequência, a empresa pretende buscar autorização para operar robôs-táxi autônomos na Europa.
A aprovação é estratégica para a Tesla, que tenta recuperar espaço no mercado europeu após perdas recentes. O sistema é oferecido por meio de assinatura mensal e permite que o carro dirija sozinho em algumas situações, embora o motorista precise permanecer atento o tempo todo.
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Ainda assim, mensagens internas obtidas por meio de pedidos públicos mostram que reguladores de países como Holanda, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Noruega levantaram uma série de preocupações — e podem ter papel decisivo na análise.
Entre os pontos citados estão o comportamento do sistema em acelerações, a segurança em estradas com gelo e a possibilidade de motoristas contornarem mecanismos criados para evitar distrações, como o uso de celular ao volante.
Os reguladores também demonstraram incômodo com a estratégia da Tesla de incentivar clientes a pressionar autoridades pela aprovação do sistema.
Na reunião desta terça-feira, o comitê da União Europeia deve ouvir representantes holandeses sobre os motivos que levaram à aprovação local e se a medida poderia ser adotada pelos demais países do bloco.
A Tesla não comentou o assunto.
Para que o sistema seja liberado em toda a União Europeia, é necessário o apoio de países que representem ao menos 55% dos Estados-membros e 65% da população do bloco. Não há votação prevista para esta semana, e novas reuniões estão marcadas para julho e outubro.
Tesla Cybertruck 2026
Divulgação