Explosão em fábrica de fogos de artifício na China deixa 26 mortos e dezenas de feridos; VÍDEO

Irã acusa EUA de violarem cessar-fogo com ataques a lanchas e promete resistir em Ormuz: ‘Ainda nem começamos’
Explosão em fábrica de fogos de artifício na China deixa 26 mortos e dezenas de feridos
Uma explosão em uma fábrica de fogos de artifício na província de Hunan, na China, deixou 26 mortos e mais de 50 feridos, informou nesta segunda-feira (4) a emissora estatal CCTV. Inicialmente, 21 vítimas fatais foram confirmadas. Na madrugada desta terça (5), a emissora comunicou mais 5 mortes.
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O acidente ocorreu por volta das 16h40 em um dos galpões da empresa Huasheng Fireworks Manufacturing and Display.
O presidente da China, Xi Jinping, pediu esforços totais para localizar pessoas ainda desaparecidas e garantir o atendimento aos feridos.
Bombeiros trabalham para extinguir o fogo na fábrica de fogos de artifício na China
Via Reuters
Imagens que circulam nas redes sociais chinesas mostram uma densa coluna de fumaça branca se elevando no local da explosão. Veja no vídeo acima.
O impacto também danificou portas e janelas de casas em vilarejos vizinhos. Moradores relataram que pedras foram arremessadas para as margens das estradas com a força da explosão, e alguns disseram ter deixado a região por medo de novos incidentes.
A explosão ocorre menos de três meses após outro acidente em uma loja de fogos de artifício na província de Hubei, que deixou 12 mortos após uma explosão seguida de incêndio.
Explosão em fábrica de fogos de artifícios na China eixa 21 mortos e 61 feridos.
Reprodução / CCTV
Vista aérea da fábrica de fogos de artifício exibida pela mídia estatal chinesa na manhã de terça-feira.
Reprodução CCTV
Explosão em fábrica de fogos de artifícios na China eixa 21 mortos e 61 feridos.
Reprodução / Redes Sociais
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VÍDEO: Policial é içado de helicóptero com crocodilo que devorou homem na África do Sul

Irã acusa EUA de violarem cessar-fogo com ataques a lanchas e promete resistir em Ormuz: ‘Ainda nem começamos’
Policial é içado com crocodilo que devorou homem na África do Sul
Um policial sul-africano foi içado por um helicóptero junto um crocodilo abatido durante uma operação de busca por um homem desaparecido na África do Sul, no sábado (2). Segundo a polícia, restos humanos foram encontrados dentro do animal. Veja no vídeo acima.
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A Polícia da África do Sul informou que o homem foi dado como desaparecido após o carro dele ser encontrado preso em uma ponte baixa no rio Komati, no nordeste do país.
As buscas pelo homem duraram quase uma semana e envolveram equipes de resgate da polícia, além de outros órgãos, como serviços de emergência, autoridades de parques e um comitê local de gestão.
Durante as buscas, equipes localizaram um crocodilo suspeito de atacar o homem. O animal foi abatido, e o policial que fez a retirada foi identificado no domingo (3) como o capitão Johan “Pottie” Potgieter.
De acordo com a polícia, Potgieter realizou uma operação considerada “altamente perigosa e complexa” ao acessar uma área infestada por crocodilos para remover o animal.
Ainda segundo a corporação, restos humanos foram encontrados no interior do crocodilo. O material será submetido a exames de DNA para confirmar a identidade da vítima.
Em nota, a comissária nacional interina da polícia, tenente-general Puleng Dimpane, elogiou a atuação do policial e destacou a “coragem extraordinária e o altruísmo” demonstrados na operação.
Policial é içado com jacaré na África do Sul
Reuters
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Influenciadora brasileira alvo de xenofobia nos EUA diz que não vai denunciar ataques: ‘Aqui eles consideram liberdade de expressão, não crime’

Irã acusa EUA de violarem cessar-fogo com ataques a lanchas e promete resistir em Ormuz: ‘Ainda nem começamos’
O casal Jad e Hansen Holland, que diz ter sido alvo de comentários xenofóbicos em suas redes sociais.
Reprodução/ Redes sociais
A influenciadora brasileira Jad Holland, que contou ter sido alvo de comentários xenofóbicos em suas redes sociais, disse que não pretende denunciar os ataques à polícia porque, nos Estados Unidos, onde Holland vive, eles não são vistos como crime.
A brasileira fez uma postagem mostrando alguns dos comentários que costuma receber em sua conta no Instagram na qual compartilha viagens feitas ao lado do marido, que é norte-americano (leia mais abaixo).
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Ao g1, Holland contou que os ataques já costumavam ocorrer, mas ficaram mais fortes recentemente. Ainda assim, ela disse que não pretende denunciar por conta do vácuo jurídico na legislação dos Estados Unidos, que não tipifica o crime de xenofobia.
"Aqui nos Estados Unidos isso não é crime. Aqui eles prezam tanto a liberdade de expressão que não importa o quão racista ou xenofóbico o comentário seja, não é ilegal", disse Jad ao g1.
👉 Ao contrário do Brasil, os Estados Unidos não têm uma lei que criminalize especificamente a xenofobia. Mas ataques do tipo contra estrangeiros podem ser enquadrados como crime de ódio.
Ela e o marido, o norte-americano Hansen Holland, vivem no estado de Utah, onde também cursaram faculdade. À época, contou a brasileira, ela também foi alvo de comentários do tipo. "Logo no começo do namoro, tiveram pessoas na faculdade que falaram para o meu marido que ele deveria achar uma mulher branca".
"No Brasil, eu sou considerada branca, mas aqui eu sou brown (marrom, na tradução literal do inglês) ou latina".
👉 O caso ocorre em meio a uma onda de perseguição a imigrantes por parte da Agência de Imigração e Fronteiras dos Estados Unidos (o ICE, na sigla em inglês). No ano passado, o governo dos EUA ordenou a detenção e prisão de estrangeiros em situação irregular no país, uma promessa de campanha do presidente norte-americano, Donald Trump.
Jad afirmou nunca ter sido parada por agentes do ICE, mas disse achar que os comentários têm sido influenciados pela onda de perseguição. "Os comentários (de suas postagens) não aumentaram necessariamente, mas os tipos de comentários mudaram recentemente", relatou.
Denúncia
Influenciadora brasileira diz ser alvo de xenofobia ao postar fotos com marido dos EUA
Reprodução/Instagram
Jad e seu marido denunciaram os casos em uma postagem publicada no domingo (3) na conta do casal no Instagram, dedicada a compartilhar viagens. Na publicação, eles compilaram comentários que dizem ter recebido em sua conta, todos feitos em inglês.
Entre eles, estão frases como:
"Seus filhos serão mestiços nojentos";
"Deporte-a";
"Outra garota de país de terceiro mundo venerando seu dono branco e americano";
"Por que você não conseguiu encontrar uma mulher branca americana?";
"Ele destruiu a linhagem dele";
"Espero que ela não engravide porque eu odeio crianças interraciais";
"Saia fora, terceiromundista. Você nunca será tão bonita como qualquer europeia";
"Casar com uma branca é absolutamente a melhor decisão".
Nas redes, o casal, que vive no estado do Utah, disse que costuma receber os comentários com frequência.
"Esses comentários não nos afetam, mas ainda é louco que as pessoas se sintam confortáveis ​​em dizer coisas como essa, e sabemos que não somos os únicos que os recebem", diz uma postagem na conta dos influenciadores.
Brasileiras vítimas de xenofobia na Europa expõem crime nas redes

Rubio e papa Leão XIV terão ‘conversa franca’ sobre políticas do governo Trump, diz embaixador dos EUA no Vaticano

Irã acusa EUA de violarem cessar-fogo com ataques a lanchas e promete resistir em Ormuz: ‘Ainda nem começamos’
Papa Leão XIV e Donald Trump
Reuters
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o papa Leão XIV terão uma "conversa franca" sobre as políticas do governo Trump durante uma reunião no Vaticano na quinta-feira, disse nesta terça (5) o embaixador dos EUA junto à Santa Sé.
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“As nações têm divergências, e acho que uma das formas de lidar com isso é por meio da fraternidade e do diálogo autêntico. (…) Acho que o secretário está vindo aqui com esse espírito, para ter uma conversa franca sobre a política dos EUA, para se engajar no diálogo”, afirmou a jornalistas Brian Burch, que representa o governo norte-americano no Vaticano.
A fala de Burch se somou às expectativas para o encontro entre o secretário dos EUA e papa Leão XIV, que ocorrerá na quinta-feira (7). A visita de Rubio ao Vaticano está prevista para ocorrer entre quarta e sexta desta semana.
O encontro entre o representante direto do presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder da Igreja Católica ocorre em meio a uma escalada de tensões entre os dois. Eles demonstram diferenças ideológicas desde que Leão XIV foi eleito pontífice, há cerca de um ano, porém trocaram farpas diretas nas últimas semanas.
Trump chamou o papa de "fraco" e disse, sem apresentar provas, que o pontífice "acha tudo bem que o Irã tenha uma arma nuclear";
Em resposta, Leão XIV disse que não tem medo de Trump;
Dias depois, Trump voltou a cutucar Leão XIV dizendo que o pontífice estaria desinformado sobre execuções de manifestantes pelo regime iraniano;
Em meio à polêmica, Trump gerou controvérsia ao postar uma montagem de IA que o retratava como Jesus Cristo;
O papa acabou colocando panos quentes na polêmica ao afirmar que não é de seu interesse debater com Trump.
A polêmica, que tornou explícita a rixa entre o governo Trump e o primeiro papa norte-americano da História, marcou um endurecimento da postura de Leão XIV desde que ele se tornou pontífice. O embate causou uma negativa nos EUA, com possível prejuízo político para o republicano.
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Irã acusa EUA de violarem cessar-fogo com ataques a lanchas e promete resistir em Ormuz: ‘Ainda nem começamos’

Irã acusa EUA de violarem cessar-fogo com ataques a lanchas e promete resistir em Ormuz: ‘Ainda nem começamos’
EUA afundam lanchas iranianas no Estreito de Ormuz, enquanto países do Golfo Pérsico relatam ataques
O principal negociador do Irã nas tratativas de paz acusou nesta terça-feira (5) os Estados Unidos de violarem o cessar-fogo e afirmou que o regime iraniano "ainda nem começou" sua empreitada para resistir às medidas norte-americanas no Estreito de Ormuz.
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SANDRA COHEN: Trump usa cessar-fogo no Irã para burlar prazo e prosseguir conflito sem aval do Congresso
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que ataques dos EUA realizados contra lanchas de ataque rápido iranianas em Ormuz constituem uma violação da trégua. Ghalibaf também prometeu manter o "status quo" da via marítima bloqueada para prejudicar Washington.
"Uma nova equação para o Estreito de Ormuz está se consolidando. A segurança da navegação e do trânsito de energia, nas mãos dos Estados Unidos e de seus aliados, foi colocada em risco com a violação do cessar-fogo e a imposição de um bloqueio. Ainda assim, o mal causado por eles diminuirá. Sabemos bem que a continuidade do status quo atual é insuportável para os EUA, e nós nem começamos ainda", disse Mohammad Ghalibaf em uma publicação no X.
Navios e embarcações no Estreito de Ormuz, em Musandam, Omã, em 1º de maio de 2026.
Stringer / Reuters
Ghalibaf também culpou EUA "e seus aliados" por colocarem em risco a segurança da navegação em Ormuz com suas ações, mas afirmou que sua "presença maligna diminuirá" nessa "nova equação" que está se formando no estreito. Ele não deu mais detalhes, porém, sobre essa nova lógica.
Apesar da fala de Ghalibaf, foi o Irã quem fechou o Estreito de Ormuz para a navegação comercial no final de fevereiro, quando estourou a guerra contra os EUA e Israel. Desde então, o tráfego marítimo no local diminuiu drasticamente porque o regime iraniano ameaçou e por vezes atacou navios que tentaram passar pelo local.
A fala ocorreu em meio a temores de que a guerra no Oriente Médio esteja voltando em sua força total. EUA e Irã trocaram ataques pontuais em Ormuz na segunda-feira, e os Emirados Árabes Unidos acusaram Teerã de ter realizado um bombardeio de mísseis e drones —o 1º do tipo desde o início do cessar-fogo no conflito.
As agressões entre norte-americanos e iranianos ocorreram no 1º dia de uma nova operação militar dos EUA para forçar a reabertura de Ormuz. Washington disse ter destruído sete lanchas iranianas em Ormuz, que o Irã utiliza para atacar embarcações comerciais. Teerã havia negado o incidente em um primeiro momento.
Chamada de "Projeto Liberdade", a empreitada consiste em guiar ou escoltar embarcações comerciais pela via marítima com navios de guerra. Segundo o Exército norte-americano, dois navios furaram o bloqueio iraniano já no primeiro dia.
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