Suásticas aparecem pintadas em centros judaicos e sinagogas de Nova York

Trump diz que Irã ‘será varrido da face da Terra’ caso ataque navios dos EUA
Suástica desenhada em muro em frente ao Centro Judaico do bairro de Rego Park, no distrito do Queens, em Nova York.
Reprodução/Redes Sociais
Grafites antissemitas, incluindo suásticas, foram encontrados em centros judaicos, sinagogas e residências particulares de Nova York, confirmaram nesta segunda-feira (4) a polícia e uma autoridade da prefeitura.
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O incidente é o caso mais recente de vandalismo antissemita contra a comunidade judaica de Nova York. Antes, pichações foram encontradas em parques infantis, locais de culto e no metrô.
Um muro em frente ao Centro Judaico do bairro de Rego Park, no distrito do Queens, foi pintado com uma suástica e as palavras "heil Hitler", segundo imagens publicadas nas redes sociais.
Uma porta-voz da polícia confirmou à AFP que "em vários lugares foram desenhadas suásticas com tinta spray". Ela acrescentou que não havia presos e que a investigação continua em andamento.
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"Várias sinagogas e residências particulares no Queens foram vandalizadas durante a noite com suásticas e outros grafites antissemitas", escreveu nas redes sociais Julie Menin, presidente do Conselho Municipal de Nova York.
"Os grafites serão removidos assim que a investigação for concluída. Dado o aumento do antissemitismo aqui e em todo o mundo, sempre defenderemos nossa comunidade judaica e combateremos o ódio".
Suástica desenhada no bairro de Rego Park, no distrito do Queens, em Nova York.
Reprodução/Redes Sociais
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, que chamou Israel de "regime de apartheid", foi acusado por alguns judeus de incentivar o antissemitismo com sua política. Ele nega essas acusações.
Os incidentes antissemitas aumentaram 182% entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, segundo dados recentes da polícia de Nova York. A cidade abriga a maior comunidade judaica fora de Israel.
Mamdani prometeu "permanecer firme ao lado de nossos vizinhos judeus para erradicar o flagelo do antissemitismo de nossa cidade".
Cerca de 82% dos eleitores judeus – incluindo dois terços que votaram em Mamdani – expressaram preocupação com o "aumento do antissemitismo na cidade", segundo uma nova pesquisa do grupo Jewish Majority.

VÍDEO: Míssil russo atinge área comercial na Ucrânia e deixa 6 mortos

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Vídeo mostra ataque de míssil russo contra cidade ucraniana
Um ataque com míssil russo contra a cidade de Merefa, no nordeste da Ucrânia, matou seis pessoas e deixou mais de 30 feridos nesta segunda-feira (4), segundo autoridades ucranianas. Entre os feridos está um menino de 2 anos. Veja o momento da explosão no vídeo acima.
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O governador regional, Oleh Syniehubov, afirmou que pelo menos dez casas, um prédio administrativo, quatro lojas, uma oficina mecânica e um estabelecimento de alimentação foram danificados. Promotores disseram que o ataque ocorreu por volta das 9h35 no horário local.
Segundo Syniehubov, o míssil atingiu o centro da cidade, próximo a vias movimentadas. Ele afirmou que a remoção dos destroços deve levar um ou dois dias. Dois homens e três mulheres morreram no local. Outro homem morreu no hospital devido aos ferimentos.
A Rússia não se pronunciou sobre o ataque.
A esposa de Ihor Kolodiazhnyi está entre as vítimas. Ele procurava por ela enquanto explosões atingiam a cidade.
"Eu estava em casa. Ela tinha saído cerca de dez minutos antes, talvez menos. Ouvi a explosão", disse o homem, de 41 anos, à Reuters, enquanto estava na rua perto do corpo coberto da mulher, também de 41 anos.
"Desci até lá, mas ela não atendeu o telefone e não estava na rua. Entendi que ela não poderia ter ido mais longe. Voltei, estacionei o carro e vim para cá, porque ela costuma ir trabalhar por este lado. Cheguei mais perto e… minha esposa tinha morrido."
Um carro incendiado no meio de uma rua no local de um ataque de míssil russo na cidade de Merefa em 4 de maio de 2026
REUTERS/Vitalii Hnidyi
Promotores regionais afirmaram que forças russas podem ter usado um míssil balístico do tipo Iskander. Pelo menos 36 pessoas ficaram feridas.
Moscou nega atingir civis intencionalmente, embora ataques desde a invasão em larga escala iniciada em fevereiro de 2022 tenham matado milhares de pessoas.
A Ucrânia também realizou ataques contra alvos civis em território russo ou em áreas ocupadas pela Rússia, mas em escala menor.
Kiev afirmou ainda que a Rússia intensificou neste ano ataques contra infraestruturas portuárias ucranianas.
Míssil atinge área comercial em Marefa, na Ucrânia
Reuters
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Casa Branca entra em alerta após uma pessoa ser baleada perto da residência presidencial

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Vista aérea da Casa Branca, em 2 de maio de 2026
REUTERS/Ken Cedeno
Agentes do Serviço Secreto colocaram a Casa Branca sob alerta após o relato de tiros perto da residência presidencial, em Washington, nesta segunda-feira (4). O complexo ficou em "lockdown" por alguns minutos.
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O Serviço Secreto informou que uma pessoa foi baleada por agentes de segurança, sem detalhar as circunstâncias. O caso ocorreu no cruzamento da 15th Street com a Independence Avenue, a poucas quadras da Casa Branca.
A polícia de Washington afirmou que a área está segura, mas foi isolada por motivos de segurança.
No momento do incidente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participava de um evento com representantes de pequenos negócios, que seguiu normalmente. Jornalistas que estavam do lado de fora foram orientados a entrar na sala de imprensa.
Em novembro do ano passado, a Casa Branca entrou em "lockdown" após dois integrantes da Guarda Nacional serem baleados perto do complexo presidencial. Uma das vítimas morreu, e a outra ficou gravemente ferida. O atirador foi preso.
Durante o período de restrição, ninguém pôde entrar ou sair da Casa Branca sem autorização do Serviço Secreto. Várias ruas próximas também foram interditadas.
Washington em alerta
Novas imagens mostram como atirador tentou invadir festa com Trump
O incidente acontece menos de duas semanas após um atirador tentar invadir um jantar de Trump com jornalistas que trabalham como correspondentes na Casa Branca, em Washington.
O atirador, Cole Allen, de 31 anos, foi contido e preso antes de conseguir chegar ao salão onde o presidente estava. Um agente do Serviço Secreto ficou ferido. O evento acabou sendo suspenso e adiado.
Allen é acusado de tentativa de assassinato, disparo de arma de fogo durante um crime de violência e transporte ilegal de armas e munições através de fronteiras estaduais.
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EUA dizem ter destruído lanchas iranianas que tentavam interferir em navegação comercial; Teerã nega

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Movimentação de navios no Estreito de Ormuz, em Omã, no dia 27 de abril de 2026
Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (4) que os EUA destruíram sete pequenas embarcações "rápidas" iranianas. A declaração ocorre no primeiro dia do "Projeto Liberdade" dos EUA para escoltar embarcações que estão presas no Golfo Pérsico para fora da área de Ormuz.
Mais cedo nesta segunda, o almirante americano Brad Cooper, chefe do Comando Central, já tinh a afirmado que a marinha dos EUA tinha destruído seis embarcações de pequeno porte iranianas que estavam impedindo o transito de navios comerciais em Ormuz.
A informação, contudo, foi negada por oficiais iranianos, segundo a TV estatal.
Cooper também afirmou que o Irã tentou atacar embarcações comerciais, mas não conseguiu. Ele também afirmou que as forças iranianas foram “fortemente aconselhadas” a se manter afastadas dos ativos militares dos EUA na região.
O almirante americano Brad Cooper, chefe do Comando Central dos EUA, disse nesta segunda-feira (4) que os EUA destruíram seis pequenas embarcações iranianas que tentavam interferir na navegação comercial no Estreito de Ormuz. Oficiais iranianos, contudo, negam a afirmação, segundo a TV estatal.
No mesmo dia, Trump confirmou na rede social Truth Social que os EUA atacaram pequenas embarcações "rápidas" iranianas, mas falou em sete.
O almirante americano Brad Cooper, chefe do Comando Central, afirmou nesta segunda que o Irã tentou atacar embarcações comerciais, mas não conseguiu. Ele também afirmou que as forças iranianas foram “fortemente aconselhadas” a se manter afastadas dos ativos militares dos EUA na região.
O almirante declarou ainda que o bloqueio militar imposto pelos Estados Unidos ao Irã está “superando as expectativas”.
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Nesta segunda, os EUA iniciaram uma operação nomeada de "Projeto Liberdade" para escoltar embarcações que estão presas no Golfo Pérsico para fora da área de Ormuz.
O Irã afirmou, no início da manhã, que impediu navios de guerra dos EUA de entrar no estreito, e havia divergências sobre se um navio dos EUA teria ou não sido atingido por mísseis iranianos.
Os EUA negaram, e mesmo Teerã ajustou seu discurso para esclarecer que se tratavam de "disparos de advertência", e não de um ataque direto à embarcação, depois que fontes disseram à uma agência de notícias que dois mísseis haviam atingido um navio de guerra.
Veja abaixo o que cada lado alega:
Agência iraniana Fars: a agência chegou a dizer que dois mísseis atingiram um navio de guerra dos EUA na região do Estreito de Ormuz. Fontes ouvidas pela Fars disseram que, devido aos impactos, a fragata americana não conseguiu prosseguir e foi forçada a recuar e deixar a área. Horas depois, no entanto, a agência afirmou que foram feitos "disparos de advertência" pela Marinha iraniana nas proximidades das embarcações inimigas;
Agência iraniana Tasnim: fonte ouvida pela agência afirmou que Teerã disparou contra navios de guerra dos EUA;
Marinha do Irã: na TV estatal, a Marinha iraniana confirmou ter impedido a entrada de navios de guerra dos EUA em Ormuz ao emitir um "aviso rápido e decisivo", mas não confirmou se as embarcações foram alvo de disparos;
À agência Reuters, um alto funcionário do governo de Teerã disse que o Irã disparou um tiro de advertência contra um navio de guerra americano para impedir sua entrada no Estreito de Ormuz, mas que não está claro se houve algum dano;
Exército dos EUA: o Comando Central dos EUA nega ter sido alvo de um ataque e diz que nenhum navio da Marinha dos EUA foi atingido.
Em comunicado nesta segunda, os Emirados Árabes Unidos informaram que Irã atacou um petroleiro de sua petroleira estatal, a ADNOC, que transitava pelo Estreito de Ormuz e condenaram a ação.
Irã diz ter domínio de grande área do Estreito de Ormuz
Mais cedo, nesta segunda, o Irã publicou um novo mapa do Estreito de Ormuz com linhas vermelhas delimitando a área que está sob o domínio de seus militares um dia após Trump ter anunciado uma operação para ajudar navios a atravessar a via marítima no Oriente Médio.
O mapa mostra duas linhas vermelhas na região do Estreito de Ormuz, que o regime iraniano disse delimitar "a nova área sob gestão e controle das Forças Armadas do Irã".
Uma das linhas, a oeste da passagem, está entre a ilha iraniana de Qeshm e a costa dos Emirados Árabes Unidos a noroeste de Dubai;
A outra, ao sul de Ormuz, está entre a costa norte de Omã e a costa iraniana. Veja no mapa abaixo.
Mapa do Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, sob controle do Irã em 4 de maio de 2026.
Divulgação/Irib News
O mapa foi divulgado um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado que o Exército norte-americano irá guiar em segurança pelo Estreito de Ormuz navios comerciais presos no Golfo Pérsico. A operação, segundo Trump, ocorreria a partir da manhã desta segunda, porém ainda não haviam ocorrido quaisquer movimentações militares até a última atualização desta reportagem.
Em resposta, o Exército iraniano ameaçou atacar qualquer navio militar dos EUA que se aproximar do Estreito de Ormuz e reiterou que mantém "controle total" sobre a região. Ainda segundo o comunicado compartilhado pela mídia estatal iraniana nesta segunda, a passagem de navios pela via marítima terá que ser coordenado com Teerã.

Trump diz que Irã ‘será varrido da face da Terra’ caso ataque navios dos EUA

Trump diz que Irã ‘será varrido da face da Terra’ caso ataque navios dos EUA
Irã diz que impediu navios dos EUA de entrar em Ormuz; Exército americano nega ter sido alvo de ataque
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez novas ameaças ao Irã e disse que o país "será varrido da face da Terra" caso ataque navios dos EUA que estão escoltando outras embarcações pelo Estreito de Ormuz. A declaração foi dada em entrevista à emissora de TV americana Fox News, nesta segunda-feira (4).
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Foto de arquivo: O presidente dos EUA, Donald Trump, gesticula durante uma coletiva de imprensa na cúpula da OTAN, em Haia, Países Baixos, em 25 de junho de 2025.
Reuters/Yves Herman
Nesta segunda, os EUA iniciaram uma operação nomeada de "Projeto Liberdade" para escoltar embarcações que estão presas no Golfo Pérsico para fora da área de Ormuz.
Trump diz que Irã atacou embarcação sul-coreana e que EUA atacaram navios iranianos
Também nesta segunda, Trump publicou na Truth Social que o Irã atacou embarcações de países “não relacionados” à operação militar liderada pelos EUA no Estreito de Ormuz, incluindo um cargueiro sul-coreano.
“Talvez seja hora de a Coreia do Sul vir e se juntar à missão”, escreveu Trump ao comentar o episódio.
Segundo o presidente, além do navio sul-coreano, não houve danos a outras embarcações que atravessaram o estreito até o momento.
O presidente dos EUA também afirmou nesta segunda que forças americanas derrubaram sete pequenas embarcações iranianas, descritas por ele como barcos “rápidos”. O Irã negou a informação, segundo a TV estatal.
Escolta americana
As Forças Armadas dos Estados Unidos também disseram nesta segunda-feira (4) ter escoltado os primeiros navios comerciais com bandeira americana pelo Estreito de Ormuz.
A escolta é a primeira após Trump anunciar uma operação militar para permitir que embarcações passem pelo estreito, apesar de o Irã afirmar estar bloqueando a passagem.
Trump diz que EUA vão ajudar navios a cruzar o Estreito de Ormuz perto do Irã
Irã diz ter domínio de grande área do Estreito de Ormuz
Mais cedo, nesta segunda, o Irã publicou um novo mapa do Estreito de Ormuz com linhas vermelhas delimitando a área que está sob o domínio de seus militares um dia após Trump ter anunciado uma operação para ajudar navios a atravessar a via marítima no Oriente Médio.
O mapa mostra duas linhas vermelhas na região do Estreito de Ormuz, que o regime iraniano disse delimitar "a nova área sob gestão e controle das Forças Armadas do Irã".
Uma das linhas, a oeste da passagem, está entre a ilha iraniana de Qeshm e a costa dos Emirados Árabes Unidos a noroeste de Dubai;
A outra, ao sul de Ormuz, está entre a costa norte de Omã e a costa iraniana. Veja no mapa acima.
Mapa do Estreito de Ormuz, no Oriente Médio, sob controle do Irã em 4 de maio de 2026.
Divulgação/Irib News
O mapa foi divulgado um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter anunciado que o Exército norte-americano irá guiar em segurança pelo Estreito de Ormuz navios comerciais presos no Golfo Pérsico. A operação, segundo Trump, ocorreria a partir da manhã desta segunda, porém ainda não haviam ocorrido quaisquer movimentações militares até a última atualização desta reportagem.
Em resposta, o Exército iraniano ameaçou atacar qualquer navio militar dos EUA que se aproximar do Estreito de Ormuz e reiterou que mantém "controle total" sobre a região. Ainda segundo o comunicado compartilhado pela mídia estatal iraniana nesta segunda, a passagem de navios pela via marítima terá que ser coordenado com Teerã.
Vídeos em alta no g1
“Advertimos que qualquer força armada estrangeira —especialmente o agressivo Exército dos EUA— se pretender se aproximar ou entrar no Estreito de Ormuz será alvo e será atacada”, disse o comandante Abdolrahim Mousavi Abdollahi, do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya.
A Guarda Revolucionária iraniana disse também que "movimentações marítimas que contrariem os princípios anunciados pela Marinha da Guarda Revolucionária enfrentarão sérios riscos e serão detidas com firmeza", segundo o general Mohseni, porta-voz da força militar.
O Estreito de Ormuz, vital para a economia mundial por ser caminho de 20% do fluxo de petróleo, está fechado pelo Irã desde o dia 28 de fevereiro, quando começou a guerra contra os EUA e Israel. Desde então, uma quantidade ínfima de navios comerciais conseguiu atravessar a região.
O conflito está em um cessar-fogo desde o início de abril, porém a via marítima não foi reaberta pelo Irã, à revelia da vontade dos EUA. Para pressionar Teerã, os EUA fazem seu próprio bloqueio ao Estreito de Ormuz desde 13 de abril e já redirecionaram 48 navios ligados ao regime iraniano, segundo o Exército norte-americano.
A nova iniciativa dos EUA para ajudar a travessia de navios, chamada de "Projeto Liberdade", terá o objetivo de libertar pessoas, empresas e países que seriam "vítimas das circunstâncias" do bloqueio na passagem, segundo Trump. "Se, de alguma forma, esse processo humanitário for interferido, essa interferência, infelizmente, terá que ser combatida com firmeza", disse o líder norte-americano.
Também no domingo, o Irã anunciou ter recebido uma resposta dos EUA à sua mais recente proposta para finalizar a guerra. A mídia estatal iraniana informou que estava analisando a resposta de Washington à sua proposta de 14 pontos enviada por meio do mediador Paquistão.
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