Ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani está com pneumonia e tem estado crítico, porém estável, diz porta-voz

Emirados Árabes e Omã relatam ataques; EUA dizem ter destruído 6 barcos iranianos em Ormuz
O ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, fala na última noite da Convenção Nacional do Partido Republicano nesta quinta-feira (27)
Convenção Nacional do Partido Republicano/Reprodução
O ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, de 81 anos, hospitalizado no fim de semana em estado crítico, enfrenta um quadro de pneumonia, segundo afirmou nesta segunda-feira (4) seu porta-voz, Ted Goodman.
Giuliani, que também já foi advogado de Donald Trump e atuou como peça-chave nas alegações de Trump de que as eleições de 2020 nos EUA foram fraudadas, está em estado crítico, mas estável, disse ainda Goodman.
Em um comunicado, o porta-voz afirmou que a pneumonia é decorrente de um problema nas vias aéreas que ele adquiriu quando ajudava vítimas do atentado de 11 de setembro de 2001 às Torres Gêmeas de Nova York.
"Em 11 de setembro (de 2001), o prefeito Giuliani correu em direção às torres para ajudar aqueles que precisavam, o que mais tarde levou a um diagnóstico de doença das vias aéreas restritivas. Essa condição adiciona complicações a qualquer doença respiratória, e o vírus rapidamente sobrecarregou seu corpo, exigindo ventilação mecânica para manter oxigênio adequado e estabilizar sua condição", disse Goodman.
Segundo o comunicado, o ex-prefeito já respira por contra própria, mas permanece em "estado crítico, porém estável".
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👉 Giuliani foi prefeito de Nova York entre 1994 e 2001 e ficou conhecido por sua atuação no cargo após os ataques terroristas de 11 de setembro.
Ele também atuou como advogado pessoal de Donald Trump, se tornando um de seus dos principais aliados na tentativa de invalidar os resultados das eleições presidenciais de 2020, vencidas pelo democrata Joe Biden.
O presidente norte-americano prestou solidariedade à Giuliani em uma publicação em sua rede social Truth Social no domingo (3).
"Nosso fabuloso Rudy Giuliani, um verdadeiro guerreiro e, de longe, o melhor prefeito da história da cidade de Nova York, foi hospitalizado e encontra-se em estado crítico", escreveu.

Putin anuncia cessar-fogo temporário na Ucrânia, diz agência russa

Emirados Árabes e Omã relatam ataques; EUA dizem ter destruído 6 barcos iranianos em Ormuz
Ucrânia pede explicação sobre cessar-fogo discutido por Trump e Putin
O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou nesta segunda-feira (4) que fará um cessar-fogo de 24 horas na Ucrânia, segundo a agência de notícias estatal russa RIA.
A trégua, de acordo com a RIA, durará 24 horas e ocorrerá entre 8 e 9 de maio, quando a Rússia celebra o Dia da Vitória, data que marca a vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial.
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Putin, de acordo com o Kremlin, havia levantado a possibilidade de uma trégua em ligação telefônia que manteve na semana passada com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — o governo norte-americano vem mediando tentativas de negociações entre Rússia e Ucrânia.
O governo russo afirmou que Trump concordou com a ideia.
O governo ucraniano ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. Na semana passada, no entanto, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que pediria explicações aos EUA sobre a conversa entre Trump e Putin, em que, segundo o Kremlin, o norte-americano concordou com o cessar-fogo.
No ano passado, a Rússia também fez uma trégua durante o Dia da Vitória. Na ocasião, no entanto, a trégua durou três dias.
Putin e Trump se cumprimentam durante encontro no Alasca
REUTERS/Kevin Lamarque
👉 O dia 9 de maio, data em que a Rússia comemora a rendição da Alemanha nazista no fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, é celebrado todos os anos com grandes demonstrações de força em todo o país.
Este ano, as comemorações serão reduzidas por motivos de segurança, devido à ameaça de ataques ucranianos, anunciou o Kremlin nesta quarta-feira.
Desde 2023, a Ucrânia celebra a vitória de 1945 em 8 de maio, assim como os países ocidentais.
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Batalha naval em Ormuz: EUA dizem que Irã atacou navios e afirmam ter afundado 6 barcos iranianos

Emirados Árabes e Omã relatam ataques; EUA dizem ter destruído 6 barcos iranianos em Ormuz
Batalha naval em Ormuz: EUA dizem que Irã atacou navios e afirmam ter afundado 6 barcos iranianos Segundo Trump, apenas uma embarcação da Coreia do Sul registrou danos após o ataque iraniano. O presidente dos EUA afirmou que o Irã 'será varrido da face da Terra' se atacar embarcações dos EUA. O Irã disse nesta segunda (4) que fez "disparos de alerta" e que impediu a entrada de navios de guerra dos EUA no Estreito de Ormuz.. O Exército dos EUA, no entanto, afirmou que conseguiu escoltar navios comerciais na via marítima e que destruiu 6 lanchas iranianas; já o Irã alega que nenhum navio cruzou o estreito.. Um almirante americano disse também que o Irã atacou navios militares e comerciais na região.. Os Emirados Árabes afirmaram que interceptaram mísseis e drones iranianos. Omã relatou que um ataque atingiu um prédio residencial no norte do país.. A escalada ocorre após Trump anunciar no domingo que os EUA passariam a escoltar navios em Ormuz. Também no fim de semana, EUA e Irã trocaram propostas de paz.

Emirados Árabes denunciam ataque aéreo de mísseis e drones do Irã, e Omã diz que prédio residencial foi atingido

Emirados Árabes e Omã relatam ataques; EUA dizem ter destruído 6 barcos iranianos em Ormuz
Prédios de Sharjah cobertos por fumaça após ataque iraniano à cidade dos Emirados Árabes Unidos. Foto de 1º de março de 2026.
Amr Alfiky/Reuters
Os Emirados Árabes Unidos denunciaram que sofreram nesta segunda-feira (4) um bombardeio iraniano com diversos mísseis e drones, em uma possível violação do cessar-fogo na guerra no Oriente Médio. Ao menos três pessoas ficaram feridas, segundo o governo emiradense.
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Já em Omã, um prédio residencial em Bukha, no norte do país, foi atingido e deixou dois feridos, segundo a agência de notícias estatal do país. O incidente está sendo investigado pelas autoridades omanis.
O Irã negou autoria do ataque aos Emirados Árabes, porém não se manifestou sobre o incidente no Omã até a última atualização desta reportagem. A mídia estatal iraniana, citando uma autoridade militar sênior do país, afirmou apenas que "o Irã não tem planos de alvejar" o país.
O Ministério da Defesa emiradense afirmou em comunicado que sirenes de ataque aéreo foram acionadas em diversas partes do país e as defesas aéreas estavam trabalhando para destruir os projéteis.
"As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos estão atualmente respondendo a ataques com mísseis e drones vindos do Irã, e o Ministério da Defesa confirma que os sons ouvidos em várias partes do país são resultado da interceptação, pelos sistemas de defesa aérea, de mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones", afirmou o ministério.
O governo emiradense não especificou a quantidade de projéteis disparados, disse apenas que três mísseis foram interceptados até o momento.
O Ministério das Relações Exteriores emiradense afirmou que o ataque iraniano é uma "escalada grave" e constitui uma ameaça direta à segurança do país, por isso, o país disse se reservar ao "direito pleno e legítimo" de responder.
O ataque aéreo ocorreu em meio a um cessar-fogo na guerra no Oriente Médio, instalado em meados de abril e que em grande parte era respeitado até o momento. O conflito é protagonizado por EUA e Israel contra o Irã, porém o regime iraniano tem realizado ataques contra países do Golfo Pérsico que abrigam bases militares norte-americanas, como os Emirados Árabes.
Um dos locais atacados foi a refinaria de Fujairah, em que três pessoas ficaram feridas, segundo o governo. O bombardeio causou um incêndio de grandes proporções no local. Os feridos, de nacionalidade indiana, foram levados ao hospital com ferimentos moderados.
Ainda não se sabe se o ataque iraniano deixou mortos ou mais feridos em outras regiões do país.
Após a notícia do ataque iraniano, diversos voos que tinham como destino os Emirados Árabes desviaram suas rodas para Mascate, capital do Omã, segundo o site de monitoramento aéreo FlightRadar24.
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Emirados Árabes e Omã relatam ataques; EUA dizem ter destruído 6 barcos iranianos em Ormuz

Emirados Árabes e Omã relatam ataques; EUA dizem ter destruído 6 barcos iranianos em Ormuz
Emirados Árabes e Omã relatam ataques; EUA dizem ter destruído 6 barcos iranianos em Ormuz Mais cedo o Irã disse ter feito disparos de alerta perto dos navios de guerra dos EUA, enquanto o Exército americano afirmou que escoltou navios comerciais no Estreito de Ormuz. O Irã disse nesta segunda (4) que fez "disparos de alerta" e que impediu a entrada de navios de guerra dos EUA no Estreito de Ormuz.. O Exército dos EUA, no entanto, afirmou que conseguiu escoltar navios comerciais na via marítima e que destruiu 6 lanchas iranianas; já o Irã alega que nenhum navio cruzou o estreito.. Um almirante americano disse também que o Irã atacou navios militares e comerciais na região.. Os Emirados Árabes afirmaram que interceptaram mísseis e drones iranianos. Omã relatou que um ataque atingiu um prédio residencial no norte do país.. A escalada ocorre após Trump anunciar no domingo que os EUA passariam a escoltar navios em Ormuz. Também no fim de semana, EUA e Irã trocaram propostas de paz.