Trump diz que pode retirar tropas dos EUA da Espanha, Itália e Alemanha

Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
Trump ameaça retirar tropas americanas da Alemanha
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (30) que pode retirar tropas americanas da Espanha e da Itália, além da Alemanha. A medida seria uma resposta à reação desses países à guerra contra o Irã.
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A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa após uma pergunta sobre a possível retirada de tropas da Alemanha, anunciada por Trump na quarta-feira (29). Questionado se a decisão poderia se estender a outros países europeus, ele respondeu que sim.
“Provavelmente vou fazer isso. A Itália não tem ajudado em nada e a Espanha tem sido horrível, absolutamente horrível”, afirmou.
Na quarta, em uma rede social, Trump disse que os “Estados Unidos estão estudando e revisando uma possível redução do número de tropas na Alemanha” e que uma decisão deve ser tomada em breve.
A fala ocorreu após o chanceler alemão, Friedrich Merz, dizer que os EUA estavam sendo “humilhados” na guerra contra o Irã.
A Alemanha está entre os países da Otan que autorizaram o uso de bases militares no território para ataques contra o Irã — decisão elogiada por Trump. No início de março, durante visita de Merz à Casa Branca, o presidente disse que o país era um parceiro útil.
Espanha e Itália adotaram postura mais restritiva. No fim de março, o governo espanhol fechou o espaço aéreo para aeronaves americanas envolvidas na guerra. Já os italianos negaram o uso de uma base aérea na Sicília em operações de combate.
No início de abril, o jornal The Wall Street Journal revelou que Trump avaliava punir países da Otan por falta de apoio à guerra contra o Irã. Entre as medidas estaria a transferência de tropas para países que apoiaram a ofensiva no Oriente Médio, como Polônia, Romênia, Lituânia e Grécia.
O plano também inclui a possibilidade de fechar uma base militar dos EUA na Europa, possivelmente na Espanha ou na Alemanha, segundo o jornal.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante conversa com jornalistas na Casa Branca em 30 de abril de 2026
REUTERS/Jonathan Ernst
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VÍDEO: Homem ataca e derruba freira em Jerusalém

Homem ataca freira em Jerusalém
Um homem foi preso após atacar uma freira em Jerusalém, na terça-feira (28). Imagens da ação foram divulgadas pela Polícia de Israel nesta quinta-feira (30). Veja no vídeo acima.
O caso ocorreu em uma área próxima ao Túmulo do Rei Davi. Nas imagens, é possível ver um homem correndo e atacando a freira pelas costas. A vítima é católica e tem 48 anos.
O vídeo mostra ainda que a mulher caiu no chão. Em seguida, o homem chutou a freira e acabou sendo contido por outra pessoa que passava pelo local.
Outras imagens divulgadas pela polícia indicam que a freira sofreu ferimentos no rosto.
Segundo a polícia, o homem que aparece nas imagens tem 36 anos. Ele foi localizado horas após o ataque e preso. As autoridades informaram que o agressor será investigado por agressão com motivação racista.
À AFP, o padre Olivier Poquillon, diretor da Escola Francesa de Pesquisa Bíblica e Arqueológica de Jerusalém, disse que a freira é pesquisadora da instituição.
"Ela sentiu alguém se aproximar por trás e jogá-la com toda a força contra uma rocha”, afirmou. “Enquanto a irmã estava no chão, o homem começou a chutá-la repetidamente”.
Em uma rede social, a Polícia de Israel disse que "trata qualquer ataque contra membros do clero e comunidades religiosas com a máxima seriedade e adota uma política de tolerância zero contra todos os atos de violência".
"Em uma cidade sagrada para judeus, cristãos e muçulmanos, a corporação afirma que segue comprometida em proteger todas as comunidades e garantir que os responsáveis por atos violentos sejam responsabilizados", publicou em uma rede social.

Fifa diz que Irã participará da Copa e jogará nos EUA; Trump afirma estar de acordo

Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, discursa durante congresso da Fifa, no Canadá, em 30 de abril de 2026.
Jennifer Gauthier/ Reuters
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou nesta quinta-feira (30) que a seleção do Irã vai participar da Copa do Mundo de 2026 e jogará partidas nos Estados Unidos. Logo depois, o presidente Donald Trump disse que estava de acordo com a afirmação.
O campeonato, este ano, ocorrerá nos Estados Unidos, no México e no Canadá, em junho.
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"Gostaria de começar confirmando desde já que, é claro, o Irã participará da Copa do Mundo da Fifa de 2026", afirmou Infantino em discurso em um congresso de delegados da Fifa, no Canadá. "E, é claro, o Irã jogará nos Estados Unidos da América."
"A razão para isso é muito simples. É porque temos que nos unir", disse.
➡️ A participação da seleção iraniana, classificada para a Copa, no mundial vem sendo colocada em questionamento desde que os EUA e Israel atacaram o Irã, no fim de fevereiro, dando início à guerra no Oriente Médio.
Para contornar a crise, o Irã chegou a pedir para disputar seus jogos da primeira fase do torneio no México. Segundo a tabela oficial do torneio, na etapa inicial da Copa a seleção iraniana enfrentará a Nova Zelândia e a Bélgica em Los Angeles e o Egito em Seattle — todas cidades nos Estados Unidos.
Já o centro de treinamento da seleção iraniana está previsto para ficar na cidade de Tucson, no Arizona.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, já disse que não se opõe à entrada da seleção iraniana nos Estados Unidos, mas disse que acompanhantes podem ser barrados. O governo iraniano ainda não havia se pronunciado sobre a declaração do presidente da Fifa até a última atualização desta reportagem.
A Federação Iraniana de Futebol também ainda não confirmou a participação de sua seleção.
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Apesar da confirmação de Infantino, na quarta-feira (29), dirigentes da Federação de Futebol Iraniana disseram ter sido impedidos de entrar no Canadá para participar do congresso de delegados. A federação afirmou que os dirigentes foram insultados pelas autoridades de imigração.
A agência de notícias iraniana Tasnim informou que os membros da delegação, incluindo o presidente da federação, Mehdi Taj, o secretário-geral, Hedayat Mombeini, e seu vice, Hamed Momeni, foram impedidos de entrar no país ao chegarem, apesar de possuírem vistos válidos. A agência disse que autoridades canadenses alegaram "comportamento inadequado por parte das autoridades de imigração".
O governo do Canadá afirmou que membros da Guarda Revolucionária do Irã são proibidos de entrar no país, e por isso, alguns dos representantes do país não puderam passar da alfândega.
A Fifa entrou em contato com a delegação iraniana para expressar pesar pelo incidente e indicou que o presidente Gianni Infantino agendaria uma reunião com eles na sede da organização, acrescentou a reportagem.

Jeffrey Epstein pode ter deixado carta de suicídio, e documento está sob sigilo, diz jornal

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O financista Jeffrey Epstein, acusado de comandar uma rede de abuso sexual, pode ter deixado uma carta de suicídio na prisão, revelou o jornal The New York Times nesta quinta-feira (30). A reportagem afirma que o documento está sob sigilo.
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De acordo com o The New York Times, um companheiro de cela de Epstein, Nicholas Tartaglione, encontrou um bilhete em julho de 2019, depois que o financista foi achado inconsciente na prisão, com um pano enrolado no pescoço.
À época, segundo o jornal, Epstein disse que não era suicida e acusou o companheiro de cela de atacá-lo. O financista acabou transferido e foi encontrado morto dias depois.
Tartaglione afirmou que encontrou o bilhete dentro de um livro logo após Epstein ser transferido. O detento é ex-policial e cumpre prisão perpétua por homicídio.
Em entrevistas sobre a carta, segundo o jornal, Tartaglione disse que Epstein escreveu que investigadores o apuraram por meses, mas “não encontraram nada”.
Ainda segundo Tartaglione, o bilhete dizia: “O que você quer que eu faça, que eu comece a chorar? Hora de dizer adeus”.
O preso afirmou que entregou o bilhete ao advogado, como precaução caso Epstein voltasse a acusá-lo de agressão.
O jornal diz que o bilhete foi lacrado por um juiz federal e integra o processo criminal contra Tartaglione. A reportagem afirma que os investigadores que apuraram a morte de Epstein não tiveram acesso ao documento.
Um porta-voz do Tribunal de Nova York não quis fazer comentários sobre o documento, segundo o NYT. O Departamento de Justiça disse ao jornal que não tem conhecimento da carta.
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Caso Epstein
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Jornal Nacional/Reprodução
Jeffrey Epstein tinha conexões com milionários, artistas e políticos influentes. Entre 2002 e 2005, ele foi acusado de aliciar dezenas de meninas menores de idade para encontros sexuais em suas mansões.
Em 2008, Epstein chegou a firmar um acordo com a Justiça para se declarar culpado. Em 2019, o caso voltou à tona, quando autoridades federais consideraram o acordo inválido e determinaram a prisão do bilionário por tráfico sexual.
O bilionário morreu na cadeia poucos dias depois de ser preso. Segundo as autoridades, ele tirou a própria vida.
A morte de Epstein gerou teorias da conspiração. A imprensa americana relata que houve falhas na segurança da prisão onde o bilionário estava. Recentemente, o governo dos EUA divulgou imagens de câmeras de segurança que mostram a porta da cela no dia em que ele foi encontrado morto.
Nos últimos meses, o Departamento de Justiça divulgou milhares de páginas de investigações sobre os abusos cometidos por Epstein. A medida foi adotada após pressão popular e uma lei aprovada no Congresso.
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Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres

Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor
Banksy confirmou na quinta-feira (30) que está por trás de uma grande estátua representando um homem carregando uma bandeira que foi esvoaçada em seu rosto, instalada em um pedestal perto do Mall, no coração cerimonial de Londres.
A escultura, que ostenta a assinatura de Banksy no pedestal, foi colocada no local por um caminhão plataforma durante a noite, de acordo com um vídeo publicado no Instagram do artista de rua.
A figura de terno, cuja visão está obscurecida pela bandeira, tem um pé suspenso na borda do pedestal, indicando que está prestes a descer.
A obra foi instalada em uma área da capital britânica que abriga palácios reais e clubes de cavalheiros, e espelha o estilo de estátuas próximas, incluindo as do rei Edward 7º a cavalo, da enfermeira Florence Nightingale e do estadista Sidney Herbert.
Comentários no Instagram de Banksy especularam que a obra seria sobre "patriotismo cego" e questionaram como ele conseguiu realizar tal façanha no epicentro do establishment britânico.
Banksy, que mantém sua identidade em segredo absoluto, usa o Instagram para confirmar que murais e esculturas são de sua autoria.
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Banksy instala estátua de homem empunhando bandeira no centro de Londres
REUTERS/Jack Taylor
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REUTERS/Jack Taylor