Suprema Corte dos EUA limita ‘Lei dos Direitos de Voto’; decisão pode afetar distritos com maioria negra ou latina

Avião bate contra drone a 1.000 m de altitude pouco antes de pousar nos EUA
Suprema Corte dos EUA
AP Photo/Rahmat Gul
A maioria conservadora da Suprema Corte dos Estados Unidos concedeu nesta quarta-feira (29) a maior vitória até agora aos republicanos na disputa contínua pelo controle da Câmara dos Representantes e dos governos estaduais em todo o país.
A decisão por 6 votos a 3 praticamente esvaziou a exigência da Lei dos Direitos de Voto de que os distritos sejam desenhados de forma a dar aos eleitores de minorias a chance de eleger representantes de sua escolha.
Guerra dos mapas: a batalha política nos EUA que pode fortalecer ou enfraquecer Trump
Um efeito prático dessa exigência era a proteção de distritos com minorias que votam de forma constante nos democratas, mesmo em estados fortemente republicanos onde legisladores poderiam favorecer o Partido Republicano.
Com essa exigência agora praticamente eliminada, legisladores republicanos em todo o país — especialmente no Sul — passam a ter mais liberdade para eliminar distritos com tendência democrata e assim aumentar o número de cadeiras, visando manter o controle da Câmara. Há mais de uma dúzia desses assentos em estados controlados pelos republicanos.
Logo após a decisão, republicanos passaram a pressionar pela revisão dos mapas eleitorais no Alabama, Louisiana, Tennessee e outros estados.
O desafio imediato é que a decisão foi tomada bem depois dos prazos de registro para as eleições primárias deste ano — e, em alguns casos, depois da realização dessas primárias. Isso significa que as cédulas já estão definidas e, em alguns estados, a votação antecipada e por correio já começou.
Vídeos em alta no g1
'Sem tempo a perder'
O momento torna difícil descartar os mapas atuais e desenhar novos. Na Louisiana, onde a exigência de criar um segundo distrito com maioria negra e tendência democrata levou à decisão desta semana, a eleição primária federal está marcada para 16 de maio — e a votação antecipada começa no sábado.
Ainda assim, o governador, o procurador-geral e líderes legislativos do estado se reuniram para discutir como responder.
Os republicanos vêm se mobilizando para atender à orientação do presidente Donald Trump de redesenhar os mapas para ganhar cadeiras e evitar perdas nas eleições de meio de mandato. Diante dessa pressão, vários pré-candidatos republicanos a governador pediram mudanças imediatas.
"Não há tempo a perder", disse Rick Jackson, empresário e candidato republicano ao governo da Geórgia, ao defender o redesenho mesmo com a votação já em andamento para a primária de 19 de maio. "A Geórgia precisa agir agora para garantir eleições seguras e combater o ataque nacional dos democratas ao nosso sistema eleitoral."
A senadora Marsha Blackburn, candidata à indicação republicana para governadora no Tennessee, também pediu a revisão do mapa eleitoral do estado para substituir o único distrito com maioria negra e democrata por outro mais favorável aos republicanos — apesar de o prazo de registro de candidaturas já ter se encerrado em 10 de março.
Calendário eleitoral é principal obstáculo
Os democratas conseguiram, em grande parte, conter o avanço republicano desde o início do redesenho de mapas no ano passado, mas não está claro como poderiam compensar os possíveis ganhos do Partido Republicano com o enfraquecimento da Lei dos Direitos de Voto.
"Não deve passar despercebido que a Corte toma essa decisão num momento em que líderes republicanos estão ansiosos para retirar dos americanos uma participação significativa nas eleições", afirmou o ex-procurador-geral Eric Holder, presidente do Comitê Nacional Democrata de Redistritamento.
"Eles querem manter um poder obtido de forma ilegítima por meio de manipulação racial e partidária agora autorizada pela Suprema Corte", acrescentou.
Apenas um estado republicano tem caminho relativamente claro para ganhar cadeiras a tempo das eleições: a Flórida. O governador Ron DeSantis convocou uma sessão especial para aprovar um novo mapa que pode render quatro cadeiras adicionais ao partido.
A legislatura da Flórida aprovou o novo mapa nesta quarta-feira, e a primária no estado ocorre apenas em agosto.
Outros estados enfrentam a possibilidade inédita de revisar mapas enquanto eleitores já votam ou após o encerramento do processo de candidaturas.
"Não sei quais serão as implicações para o outono. Está bem em cima da hora”, disse o deputado Richard Hudson, da Carolina do Norte.
Lei dos Direitos de Voto 'essencialmente morta'
No longo prazo, a decisão abre caminho para uma reformulação drástica da geografia política do país, possivelmente até a eleição presidencial de 2028.
"A Lei dos Direitos de Voto como instrumento para proteger eleitores de minorias contra a diluição de votos está essencialmente morta", disse Jonathan Cervas, cientista político da Universidade Carnegie Mellon. “É difícil imaginar que essa decisão não leve à criação de mais distritos republicanos no futuro.”
Cervas observou que a Lei de Direitos de Voto não é necessariamente um benefício partidário para os democratas. Seu uso mais frequente ocorre em eleições locais e não partidárias, para cargos como conselhos escolares ou câmaras municipais. Ainda assim, republicanos argumentam há anos que democratas utilizam a legislação para garantir distritos favoráveis a eleitores negros em estados republicanos.
"Por décadas, a esquerda gastou centenas de milhões de dólares tentando dividir os americanos por raça em busca de poder político disfarçado de direitos civis", afirmou Adam Kincaid, do Fundo Nacional Republicano de Redistritamento.
Estados democratas podem reagir
Embora a lei tenha ajudado a preservar distritos democratas, esses eleitores não desaparecem com a decisão. Em alguns estados, republicanos não podem simplesmente eliminar todos esses distritos sem prejudicar seus próprios candidatos ao dispersar eleitores democratas.
Por outro lado, a concentração de eleitores de minorias em certos distritos também pode ter prejudicado democratas em estados como Michigan, reduzindo o número de distritos competitivos. O partido pode tentar reagir distribuindo melhor esses eleitores onde tem controle.
Mas haverá pressão política contrária de democratas negros e hispânicos que querem manter distritos onde suas comunidades sejam maioria. Estados controlados por democratas também tendem a ter comissões independentes e leis próprias para proteger minorias.
Isso levará tempo, mas indica um cenário muito menos regulado para o desenho de distritos nos próximos anos.
A perspectiva preocupa eleitores como Thomas Johnson, de Nova Orleans.
“Vamos fazer tudo o que pudermos e continuar lutando para que nossas vozes sejam ouvidas”, disse. “É só isso que queremos: ser ouvidos.”

FOTOS: rei Charles III visita Memorial do 11 de Setembro e fala em ‘solidariedade’ com os EUA

Avião bate contra drone a 1.000 m de altitude pouco antes de pousar nos EUA
O Rei Charles e a Rainha Camilla, do Reino Unido, ao lado do ex-prefeito da cidade de Nova York, Michael Bloomberg, visitam o Memorial do 11 de Setembro.
REUTERS/Jeenah Moon/Pool
O rei Charles III declarou, nesta quarta-feira (29), sua "solidariedade duradoura com o povo americano", durante visita ao memorial do 11 de Setembro, em Nova York. A passagem pela cidade faz parte de uma visita de Estado voltada para a recomposição de relações desgastadas entre o Reino Unido e os Estados Unidos.
A viagem de quatro dias ao país, que acontece em meio a tensões relacionadas à guerra do Irã, começou em Washington, onde o presidente Donald Trump recepcionou calorosamente o monarca e sua esposa, a rainha Camilla.
Rei Charles III faz piada em jantar com Trump, e Macron reage
Em Nova York, o casal real depositou um buquê de rosas brancas e um bilhete manuscrito em um dos dois espelhos d’água, que marcam o local onde ficavam as Torres Gêmeas do World Trade Center.
“Honramos a memória daqueles que perderam suas vidas de forma tão trágica em 11 de setembro de 2001”, dizia a nota, em referência aos 25 anos dos ataques terroristas que mataram quase 3 mil pessoas. “Estamos em solidariedade duradoura com o povo americano diante de sua profunda perda”, acrescentava o texto.
Um buquê de flores com um bilhete do Rei Charles e da Rainha Camilla, do Reino Unido, é colocado no Memorial do 11 de Setembro.
REUTERS/Jeenah Moon/Pool
O casal real realizou a visita acompanhado pelo empresário e ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg, que preside o Memorial e Museu do 11 de Setembro.
Charles e Camilla apertaram mãos e conversaram com familiares das vítimas, equipes de resgate e autoridades. Os dois também se encontraram rapidamente com o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani.
A segurança em Nova York foi reforçada para a visita real, que ocorreu poucos dias depois de uma aparente tentativa de assassinato contra Trump durante uma gala da imprensa em Washington.
Enquanto isso, Camilla celebrará o centésimo aniversário do Ursinho Puff na Biblioteca Pública de Nova York, lendo um trecho de uma história para crianças de escolas locais. Ela será acompanhada pela atriz americana Sarah Jessica Parker e pelo escritor de thrillers Harlan Coben.
Sarah Jessica Parker e a Rainha Camilla, do Reino Unido, examinam artefatos em exibição durante um evento literário na Biblioteca Pública de Nova York
Chris Jackson/Pool via REUTERS
Ursinho Puff foi criado pelo escritor britânico A. A. Milne, mas tornou‑se um ícone profundamente enraizado na cultura popular americana, sobretudo após as adaptações da Disney. Ele é um exemplo clássico de patrimônio cultural britânico absorvido e celebrado nos EUA.
Mais tarde, Charles se reunirá com líderes empresariais, incluindo investidores e empreendedores, em um evento que destacará oportunidades de investimento britânico e os laços econômicos transatlânticos. Neste mês, Trump ameaçou recuar em um acordo comercial com o Reino Unido que limita o impacto das tarifas americanas, ao criticar a falta de apoio britânico em relação à guerra do Irã.
O último compromisso de Charles celebrará o trabalho de sua instituição de apoio a jovens, a The King’s Trust, em uma recepção na casa de leilões Christie’s.
O Rei Charles e a Rainha Camilla, do Reino Unido, participam de uma cerimônia no Memorial Nacional de 11 de Setembro.
Samir Hussein/Pool via REUTERS
O Rei Charles e a Rainha Camilla, do Reino Unido, participam de uma cerimônia no Memorial Nacional de 11 de Setembro
Yuki Iwamura/Pool via REUTERS
A Rainha Camilla lê Ursinho Puff para crianças ao lado de Gyles Brandreth durante um evento literário na Biblioteca Pública de Nova York,
Chris Jackson/Pool via REUTERS

Delegação do Irã abandona congresso da Fifa no Canadá após ser barrada no aeroporto e diz que seus membros foram insultados

Avião bate contra drone a 1.000 m de altitude pouco antes de pousar nos EUA
Irã realiza amistoso contra a Costa Rica em Antalya, na Turquia, em 31 de março de 2026
Kaan Soyturk/Reuters
Dirigentes da Federação de Futebol Iraniana disseram ter sido impedidos nesta quarta-feira (29) de entrar no país no aeroporto de Toronto, no Canadá, alegando terem sido insultados pelas autoridades de imigração.
O país, que é uma das sedes da Copa do Mundo, recebe o congresso da FIFA no Canadá. O incidente diplomático ameaça ofuscar a reunião de dirigentes.
A agência de notícias semioficial iraniana Tasnim informou que os membros da delegação, incluindo o presidente da federação, Mehdi Taj, o secretário-geral, Hedayat Mombeini, e seu vice, Hamed Momeni, foram impedidos de entrar no país ao chegarem, apesar de possuírem vistos válidos, alegando o que descreveu como "comportamento inadequado por parte das autoridades de imigração".
Segundo o Canadá, membros da Guarda Revolucionária do Irã são proibidos de entrar no país, e por isso alguns dos representantes do país não puderam passar da alfândega.
Vídeos em alta no g1
Política e futebol
O incidente ressalta os obstáculos práticos e políticos que cercam a participação do Irã na Copa do Mundo, o item mais sensível politicamente na agenda da FIFA desde que os Estados Unidos e Israel declararam guerra ao Irã em fevereiro.
A classificação do Irã não eliminou os entraves relacionados a viagens, vistos e segurança em um torneio que será realizado nos Estados Unidos, Canadá e México.
Embora a FIFA tenha insistido que os jogos prosseguirão conforme o planejado, a desistência da delegação aumenta as dúvidas sobre se jogadores, dirigentes e torcedores iranianos poderão circular livremente pelas fronteiras durante o torneio.
Os dirigentes — que viajaram ao Canadá para participar do Congresso na quinta-feira, em Vancouver — retornaram no primeiro voo disponível, segundo reportagem da Tasnim, que acrescentou que o incidente envolveu um insulto dirigido a um dos ramos mais condecorados das Forças Armadas do Irã.
A FIFA entrou em contato com a delegação iraniana para expressar pesar pelo incidente e indicou que o presidente Gianni Infantino agendaria uma reunião com eles na sede da organização, acrescentou a reportagem.
A FIFA não respondeu ao pedido de comentário da Reuters. Uma fonte no Congresso da FIFA disse à Reuters que a FIFA enviou um representante para mediar a situação em Toronto, mas seus esforços foram em vão.
Congresso asiático
Fontes com conhecimento direto do assunto disseram à Reuters que os dirigentes iranianos também não puderam comparecer ao Congresso da Confederação Asiática de Futebol na terça-feira, que também foi realizado em Vancouver, devido a problemas com vistos.
“Se é assim no Canadá, onde supostamente é fácil, como será a Copa do Mundo nos Estados Unidos?”, disse um delegado do Congresso da AFC à Reuters, sob condição de anonimato devido à delicadeza do assunto.
O Ministério da Imigração, Refugiados e Cidadania do Canadá não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários. O gabinete do primeiro-ministro canadense, Mark Carney, encaminhou os pedidos de comentários ao funcionário do governo federal responsável pelo esporte, que também não respondeu imediatamente.
Preocupações com segurança, restrições de viagem e o contexto geopolítico mais amplo levaram autoridades em Teerã a buscar garantias para a seleção iraniana na Copa do Mundo e, em alguns casos, a explorar a possibilidade de sedes alternativas para seus jogos nos Estados Unidos.
Até o momento, a FIFA resistiu a quaisquer mudanças, reiterando que as seleções participantes devem seguir o calendário de jogos estabelecido.
O Congresso — que reúne mais de 200 associações membros — já tinha como foco questões operacionais e financeiras relacionadas à primeira Copa do Mundo com 48 seleções.

No Rio, Jeep Avenger mostra novo design antes de chegada ao mercado brasileiro; veja FOTOS

Avião bate contra drone a 1.000 m de altitude pouco antes de pousar nos EUA
Novo Jeep Avenger nas ruas do Rio de Janeiro
Divulgação/Jeep
A nova versão do Jeep Avenger, com design renovado, fez sua estreia mundial com uma aparição nas ruas do Rio de Janeiro, segundo a fabricante.
O SUV, que chega ao mercado brasileiro ainda em 2026, percorreu a cidade no contexto do evento "Todo Mundo no Rio", que tem como principal destaque o show gratuito da cantora Shakira na Praia de Copacabana no próximo sábado (2).
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Carros no WhatsApp
Com dimensões menores que as do Renegade, o Jeep Avenger chegará como o SUV mais acessível da marca, com produção nacional em Porto Real (RJ). Ele havia sido apresentado pela marca no Salão do Automóvel do ano passado.
A Jeep ainda não confirmou a data exata de lançamento do novo SUV no mercado nacional.
Veja apresentação do Jeep Avenger no Salão do Automóvel de 2025:
Jeep Avenger é apresentado no Salão do Automóvel 2025
Veja o novo Jeep Avenger nas ruas do Rio:
Novo Jeep Avenger nas ruas do Rio de Janeiro
Divulgação/Jeep
Novo Jeep Avenger nas ruas do Rio de Janeiro
Divulgação/Jeep
Novo Jeep Avenger nas ruas do Rio de Janeiro
Divulgação/Jeep
Novo Jeep Avenger nas ruas do Rio de Janeiro
Divulgação/Jeep
Como é o novo SUV da Jeep
O Avenger é mais compacto que o Jeep Renegade, medindo 4,08 metros de comprimento, ante 4,27 metros do antigo modelo. Também é mais baixo (1,53 metro contra 1,69 metro), mais estreito (1,77 metro contra 1,80 metro) e tem entre-eixos levemente menor (2,56 metros contra 2,57 metros).
Por dentro, o acabamento é mais simples. Há mais plástico, o que reduz as áreas com toque macio. Em compensação, o porta-malas do Avenger é maior: tem capacidade para até 380 litros, ante 351 litros do Renegade.
Entre as novidades, o modelo traz o ChatGPT integrado à central multimídia, capaz de oferecer respostas mais naturais às perguntas feitas pelos ocupantes do veículo.
Sob o capô, o Jeep Avenger traz o motor 1.0 turbo da Stellantis, o mesmo usado em modelos como Fiat Pulse, Fastback e Peugeot 208. Nesse conjunto, o propulsor entrega 130 cv de potência e 25 kgfm de torque, podendo funcionar com gasolina ou etanol.
A transmissão é automática do tipo CVT, com sete marchas simuladas.

Avião bate contra drone a 1.000 m de altitude pouco antes de pousar nos EUA

Avião bate contra drone a 1.000 m de altitude pouco antes de pousar nos EUA
Avião colide com drone nos EUA; OUÇA
Um piloto da United Airlines reportou uma colisão a cerca de 1.000 metros de altitude contra um drone antes de pousar nos EUA, nesta quarta-feira (30).
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
A companhia confirmou o incidente, e um aplicativo de monitoramento de frequências de comunicação aérea gravou a conversa em que o piloto relatou o ocorrido à torre de controle.
A colisão aconteceu perto do aeroporto de San Diego, na Califórnia, envolvendo um Boeing 737 que vinha de San Francisco. Segundo a United, havia 48 passageiros e 6 tripulantes.
Boeing 737 da United Airlines, em imagem de arquivo
Konstantin von Wedelstaedt/Wikipedia Commons
Apesar da intercorrência, o pouso ocorreu normalmente.
Na conversa, o piloto do voo United 1980 diz à torre de controle, já em solo, ter colidido contra um drone a mais ou menos 3.000 pés de altitude (914 metros).
"Nós batemos contra um drone a cerca… a cerca de 3.000 pés", afirma o tripulante. "Um drone vermelho seguindo para oeste."
Em nota, a companhia aérea confirmou o episódio.
"O voo 1980 da United relatou uma possível colisão com drone pouco antes de chegar a San Diego. O voo pousou em segurança e os passageiros desembarcaram normalmente no portão de embarque. Nossa equipe de manutenção não encontrou nenhum dano após inspecionar minuciosamente a aeronave."