Preços do petróleo sobem ao maior patamar em um mês, após saída dos Emirados Árabes da Opep

Em discurso ao Congresso, rei Charles III exalta Otan e diz que EUA e Reino Unido têm ‘dever de promover a paz’
Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação.
Petróleo dispara e pressiona combustíveis: o que está por trás da alta no Brasil – Crédito: Diulgação.
Os preços do petróleo voltaram a avançar nesta terça-feira (28) e alcançaram o maior nível em um mês, após o anúncio de saída dos Emirados Árabes Unidos da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Opep+, que reúne aliados estratégicos do grupo.
Perto das 13h15, o petróleo tipo Brent, referência internacional, tinha alta de 2,80%, cotado a US$ 111,26 o barril. Mais cedo, a cotação chegou a US$ 112,53 — maior nível desde 27 de março, quando bateu US$ 112,57.
Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados Unidos, subia 3,65% no mesmo horário, a US$ 99,89.
🔍 O tipo Brent é a principal classificação de petróleo cru para os mercados europeu e asiático. É a referência utilizada pela Petrobras para definir os preços dos combustíveis no mercado interno. Extraído principalmente no Mar do Norte, classificado como "leve" e "doce" devido à sua baixa densidade e baixo teor de enxofre, o que facilita o refino em gasolina e diesel.
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O avanço nos preços da commodity ganharam força pela manhã, após os Emirados Árabes Unidos anunciarem sua saída da Opep e da Opep+ a partir de 1º de maio, causando um grande golpe ao grupo e para a Arábia Saudita, seu principal líder.
O ministro de Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail Mohamed al-Mazrouei, confirmou a saída à Reuters e explicou que a decisão foi tomada após uma análise detalhada das estratégias de energia do país na região.
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A inesperada saída dos Emirados, membro da Opep desde 1967, acontece em um período em que o conflito com o Irã causou uma crise energética sem precedentes e afetou a economia mundial.
A decisão pode gerar instabilidade e enfraquecer o grupo, que geralmente tenta manter uma imagem de união, mesmo com divergências internas sobre temas como política internacional e limites de produção.
Quando perguntado se os Emirados Árabes Unidos conversaram com a Arábia Saudita sobre a decisão, Suhail Mohamed al-Mazrouei disse que o país não tratou do tema com nenhuma outra nação.
"Esta é uma decisão sobre política, tomada após uma análise cuidadosa das políticas atuais e futuras relacionadas ao nível de produção", disse o ministro de Energia.
Os países do Golfo que fazem parte da Opep já estavam tendo problemas para exportar pelo Estreito de Ormuz, que fica entre o Irã e Omã.
Por esse local passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo, mas as exportações foram prejudicadas por ameaças e ataques de iranianos a navios.
Mazrouei disse que a saída dos Emirados Árabes Unidos não deve causar grande impacto no mercado, por causa da situação no estreito.
Veja a cotação do petróleo após o anúncio:

País é aliado dos EUA
A decisão foi tomada depois que os Emirados Árabes Unidos, que são um importante centro de negócios e um dos principais aliados dos Estados Unidos, criticaram outros países árabes por não fazerem o suficiente para defendê-los de vários ataques do Irã durante o conflito.
A saída do país da Opep é vista como uma vitória para o presidente Donald Trump, que já acusou a organização de “roubar o resto do mundo” ao aumentar os preços do petróleo.
Trump também relacionou o apoio militar dos Estados Unidos à região do Golfo aos valores do petróleo, dizendo que, enquanto os americanos protegem os países da Opep, eles “exploram isso impondo preços altos do petróleo”.
Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, também criticou a resposta dos países árabes e do Golfo aos ataques do Irã, durante uma reunião no Fórum de Influenciadores do Golfo, na segunda-feira.
“Os países do Conselho de Cooperação do Golfo se apoiaram logisticamente, mas política e militarmente, acho que sua posição tem sido historicamente a mais fraca”, disse Gargash.
“Eu esperava essa postura fraca da Liga Árabe, e não me surpreende, mas não esperava isso do Conselho de Cooperação do Golfo. Estou surpreso”, afirmou.
*Com informações da agência de notícias Reuters.

EUA vão passar a emitir passaportes com rosto e assinatura de Trump

Em discurso ao Congresso, rei Charles III exalta Otan e diz que EUA e Reino Unido têm ‘dever de promover a paz’
Modelo de passaporte com o rosto de Donald Trump
Departamento de Estado dos EUA
Os Estados Unidos vão começar a emitir passaportes com o rosto do presidente Donald Trump, informou o Departamento de Estado nesta terça-feira (28). A medida faz parte das comemorações dos 250 anos da independência do país.
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A informação foi revelada primeiro pela Fox News e confirmada pelo porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, em uma rede social.
O passaporte comemorativo terá uma ilustração baseada no retrato oficial de Trump como presidente na parte interna da capa. A arte também traz uma assinatura dele em dourado. Ao fundo, estão a bandeira dos Estados Unidos e a Declaração de Independência.
A contracapa do passaporte terá uma bandeira dos Estados Unidos em dourado. No lugar das 50 estrelas no retângulo azul, o desenho traz 13 estrelas com o número 250 ao centro. A referência é à versão da bandeira de 1777, que representava as 13 colônias originais do país.
O Departamento de Estado afirmou que vai lançar um número limitado de versões comemorativas com o rosto de Donald Trump. Elas terão a mesma validade e os mesmos recursos de segurança do modelo tradicional.
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Moeda de Trump
Moeda de Trump aprovada para as comemorações de 250 anos dos EUA
Casa da Moeda dos EUA
Essa não é a primeira medida anunciada pelo governo dos Estados Unidos que envolve a imagem de Donald Trump em objetos públicos.
Em outubro de 2025, o Departamento do Tesouro informou que produziria moedas de US$ 1 com o rosto do presidente. Assim como no caso do passaporte, a iniciativa faz parte das comemorações da independência.
A arte final da moeda foi aprovada em março por um comitê formado por apoiadores do presidente. Um dos lados mostra Trump, com a palavra “Liberty” (liberdade) e a frase “In God We Trust” (em Deus confiamos). O outro traz a águia americana.
O Congresso aprovou, em 2020, uma lei que autoriza a cunhagem de moedas de US$ 1 com “designs emblemáticos do semiquincentenário” dos EUA. A proposta, no entanto, gerou debate sobre a legalidade.
Atualmente, a legislação dos Estados Unidos proíbe que moedas comemorativas do aniversário nacional tragam “retratos de busto ou de ombro de pessoas vivas ou mortas, assim como retratos de pessoas vivas no reverso”.
A lei também proíbe que retratos de presidentes vivos apareçam em qualquer tipo de moeda ou nota de dólar americano.
Segundo a Associated Press, o governo argumentou que o secretário do Tesouro tem autoridade para autorizar a cunhagem e a emissão de novas moedas e, por isso, a peça com o rosto de Trump poderia ser emitida.
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Ex-diretor do FBI James Comey é indiciado por suposta ameaça a Trump em post com ’86 47′; entenda

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O ex-diretor do FBI James Comey fala com jornalistas no Capitólio, em Washington, D.C., em 17 de dezembro de 2018.
AP Photo/J. Scott Applewhite, arquivo
O ex-diretor do FBI James Comey foi indiciado nesta terça-feira (28) no âmbito de uma investigação sobre uma foto publicada nas redes sociais que mostrava conchas organizadas na areia formando números. Segundo autoridades, a imagem poderia ser interpretada como uma ameaça ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
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A informação foi confirmada à Associated Press por uma fonte com conhecimento do caso, sob condição de anonimato. As acusações formais contra Comey são de ameaçar a vida do presidente e de ameaça interestadual.
Este é o segundo processo criminal movido pelo Departamento de Justiça contra o ex-chefe do FBI, considerado um antigo adversário político de Trump. Comey afirmou que interpretou a disposição das conchas — que formavam “86 47” — como uma mensagem política, e não como um incentivo à violência.
Ele chegou a ser ouvido pelo Serviço Secreto em maio, após integrantes do governo Trump alegarem que a publicação sugeria a defesa do assassinato do presidente, o 47º da história dos EUA.
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Pouco depois, Comey apagou a postagem e afirmou: “Não percebi que algumas pessoas associam esses números à violência” e “sou contra qualquer tipo de violência, por isso removi a publicação”.
Segundo o dicionário Merriam-Webster, o número “86” é uma gíria que pode significar “dispensar”, “descartar” ou “recusar atendimento”. Em usos mais recentes — ainda pouco comuns —, o termo também pode ser associado a “matar”.
Em entrevista à Fox News em maio, Trump afirmou que Comey sabia exatamente o significado da mensagem. “Até uma criança entende o que isso quer dizer. Se você é diretor do FBI e não sabe, isso significa assassinato — e está muito claro”, disse o presidente.
Instagram de James Comey, ex-diretor do FBI
Reprodução/Instagram
A abertura de um novo processo meses após o arquivamento de uma acusação anterior deve alimentar argumentos da defesa de que o governo Trump estaria mirando Comey de forma deliberada. O ex-diretor supervisionou os primeiros meses da investigação sobre possíveis ligações entre a campanha republicana de 2016 e a Rússia.
Em setembro, Comey havia sido acusado de mentir e obstruir o Congresso em depoimento prestado em 2020, relacionado ao suposto compartilhamento de informações internas com um jornalista. Ele negou irregularidades, e o caso acabou arquivado após um juiz concluir que o promotor responsável havia sido nomeado de forma ilegal.
A relação de Comey e Trump
Comey assumiu o comando do FBI em 2017, indicado pelo então presidente Barack Obama, e já havia ocupado cargos de destaque no Departamento de Justiça durante o governo de George W. Bush.
A relação com Trump, porém, foi tensa desde o início. Segundo relatos, Comey se recusou a prometer lealdade pessoal ao presidente durante um jantar privado — episódio que o levou a registrar o encontro em um memorando.
Trump demitiu Comey em maio de 2017, em meio à investigação do FBI sobre possíveis conexões entre sua campanha e a Rússia. O inquérito foi posteriormente conduzido pelo procurador especial Robert Mueller, que concluiu que houve interferência russa na eleição, mas não encontrou provas suficientes de conluio criminoso.
O Departamento de Justiça também investiga o ex-diretor da CIA John Brennan, outro nome central nas apurações sobre a Rússia e frequentemente criticado por Trump.

Trump critica Alemanha após chanceler dizer que EUA estão sendo humilhados na guerra: ‘Estão indo mal’

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Chanceler da Alemanha diz que EUA estão sendo humilhados na guerra contra o Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rebateu declarações do chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, que afirmou que os norte-americanos estão sendo humilhados na guerra contra o Irã. Nesta terça-feira (28), em uma rede social, Trump disse que a Alemanha está “indo mal” em vários aspectos.
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Na segunda-feira (27), Merz afirmou durante uma visita a uma escola que os EUA parecem não ter uma estratégia clara para encerrar o conflito. Segundo ele, “os iranianos estão claramente mais fortes do que se esperava”.
“Uma nação inteira está sendo humilhada pela liderança iraniana, em particular pela chamada Guarda Revolucionária”, disse, em referência aos Estados Unidos.
A resposta veio no dia seguinte. Na Truth Social, Trump afirmou que Merz considera aceitável que o Irã tenha uma arma nuclear e disse que o chanceler “não sabe do que está falando”.
“Se o Irã tivesse uma arma nuclear, o mundo inteiro ficaria refém. Estou fazendo algo com o Irã, neste momento, que outras nações ou presidentes deveriam ter feito há muito tempo”, escreveu.
“Não é à toa que a Alemanha está indo tão mal, tanto economicamente quanto em outros aspectos!”
Apesar da declaração de Trump, não há registro de que Merz tenha defendido que o Irã tenha armas nucleares. Em 16 de abril, o chanceler afirmou que o programa nuclear militar iraniano deveria ser encerrado.
A Alemanha está entre os países da Otan que autorizaram os Estados Unidos a usar bases militares no território para ataques contra o Irã. A decisão, inclusive, foi elogiada por Trump. No início de março, durante visita de Merz à Casa Branca, o presidente afirmou que a Alemanha era uma parceira útil.
Com o avanço do conflito, no entanto, o chanceler passou a fazer críticas à guerra. Segundo o jornal “The Wall Street Journal”, as declarações levaram os EUA a avaliar o fechamento de uma base militar americana em território alemão.
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Presidente Donald Trump fala a jornalistas na Casa Branca após o tiroteio que interrompeu jantar com correspondentes.
Jonathan Ernst/Reuters
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Rei Charles III chega aos Estados Unidos mesmo após tiroteio em jantar no sábado (25)
O rei Charles III da Inglaterra discursou nesta terça-feira (28), no Congresso dos EUA, em Washington. Ele e sua mulher, a rainha Camilla, realizam uma visita de Estado de quatro dias ao país num momento em que as duas partes vivem um momento conturbado.
Em sua fala, Charles deu destaque à Otan, a aliança militar Ocidental, cujos membros são alvos frequentes de críticas de Trump, falou em "promover a paz" e buscou reforçar os laços entre os EUA e o Reino Unido.
"A essência de nossas duas nações é uma generosidade de espírito e um dever de cultivar a compaixão, promover a paz, aprofundar a compreensão mútua e valorizar todas as pessoas, de todas as religiões — e também aquelas que não têm religião".
O rei Charles III fez várias referências à independência americana da Inglaterra, que completa 250 anos em 2026.
"A nossa é uma parceria que nasceu da disputa, mas nem por isso é menos forte… Portanto, podemos discernir que as nossas nações são, na verdade, instintivamente semelhantes em termos de mentalidade – um produto das tradições democráticas, jurídicas e sociais comuns em que a nossa governança está enraizada até hoje", disse Charles, em seu discurso.
O discurso de Charles pregou a união entre os dois países e reforçou a importância de defender os valores democráticos.
O rei foi bastante aplaudido diversas vezes, incluindo quando citou os princípios de controle dos poderes Executivos pelo Legislativo e Judiciário, previsto nas Constituições de ambos os países.
Rei Charles II da Inglaterra discursa no Congresso dos EUA em 28 de abril de 2026
Eric Lee/Reuters
Houve menções à Otan e à Ucrânia, no que pode ser lido como uma reprovação velada à tendência de Trump intervir em questões internacionais sozinho, à revelia de órgãos multilaterais.
"Imediatamente após o 11 de setembro, quando a Otan invocou o Artigo 5 pela primeira vez e o Conselho de Segurança das Nações Unidas se uniu diante do terror, respondemos juntos ao chamado", disse o monarca. "Hoje, essa mesma determinação inabalável é necessária para a defesa da Ucrânia e de seu povo corajoso – a fim de garantir uma paz verdadeiramente justa e duradoura."
"O compromisso e a experiência das Forças Armadas dos Estados Unidos e seus aliados estão no cerne da Otan, comprometidos com a defesa mútua, protegendo nossos cidadãos e interesses, mantendo norte-americanos e europeus a salvo de nossos adversários comuns. Nossos laços de defesa, inteligência e segurança estão intrinsecamente ligados por meio de relações medidas não em anos, mas em décadas."
Charles também deu destaque à defesa do meio ambiente, uma das bandeiras que ele costuma levantar constantemente, desde antes de ascender ao trono.
"Nos próximos 250 anos, devemos também refletir sobre nossa responsabilidade compartilhada de proteger a natureza, nosso ativo mais precioso e insubstituível."
Momento de tensão
A viagem ocorre em meio a um momento de tensão entre Londres e Washington — aliados históricos — e pouco após um homem armado invadir, no sábado (25) à noite, um jantar com a imprensa com a intenção de atirar em Trump.
Planejada antes da guerra com o Irã, a visita também marca os 250 anos da independência americana, comemorados no próximo 4 de julho.
A agenda foi definida antes da ofensiva liderada por Trump e pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, contra o Irã. Veja o cronograma abaixo.
Apesar do incidente de segurança no fim de semana, a programação foi mantida, com reforço na proteção do monarca.
Após o discurso, Charles e Camilla participam de um banquete oficial.
Na quarta-feira, o casal segue para Nova York, onde prestará homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro e participará de um evento com representantes das indústrias criativas.
Na quinta-feira, a agenda continua no estado da Virgínia, em celebrações pelos 250 anos da independência americana.
Crise diplomática
O momento da visita do monarca inglês aos EUA é considerado delicado. Historiadores britânicos classificam o momento como a pior crise anglo-americana em um século, segundo a AFP.
Trump tem feito críticas públicas ao primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer. Já chamou os porta-aviões britânicos de “brinquedos” e afirmou que o premiê “não é Winston Churchill”.
Um dos pontos de atrito envolve a soberania das Ilhas Malvinas. Um e-mail vazado do Pentágono indicou que os EUA poderiam rever o apoio ao Reino Unido no tema.
O governo britânico reagiu, reiterando que o arquipélago pertence ao país desde 1833, apesar da disputa com a Argentina.
Embora a Casa Branca não tenha comentado oficialmente o vazamento, o documento é visto como pressão sobre aliados da OTAN que, na avaliação de Trump — como Reino Unido e Espanha —, estariam contribuindo menos do que o esperado na guerra contra o Irã.
Além disso, Trump é alinhado politicamente com o presidente argentino Javier Milei.