Free flow: veja como pedir de volta dinheiro da multa de pedágio eletrônico

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Pórtico free flow
divulgação/Concessionária Novo Litoral
Nesta terça-feira (28), o governo anunciou que vai suspender 3,4 milhões de multas de rodovias no sistema de pedágio eletrônico, conhecido como free flow.
Quem foi multado tem até 200 dias para pagar o valor do pedágio devido e se livrar da multa. A partir desta quarta-feira (29), o sistema do Senatran vai indicar as multas como “suspensas”. O tema já vinha sendo discutido pelo número elevado de reclamações.
Neste mesmo período de 200 dias, os motoristas continuarão pagando o pedágio eletrônico, mas não serão autuados. A medida visa dar um prazo para concessionárias, Estados e motoristas se familiarizarem com o novo sistema.
Quem já pagou a multa pode pedir restituição. A devolução dos valores não será automática. O motorista precisa solicitar e o processo vai proceder no órgão de trânsito competente.
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Como recorrer da multa do pedágio eletrônico
No caso da multa freeflow, o usuário precisa entrar com recurso, provar que fez o pagamento do pedágio e solicitar a restituição da multa.
O motorista sempre tem a oportunidade de recorrer das infrações, e o processo depende do órgão que aplicou a multa, como Detran, Polícia Rodoviária Federal, DER, entre outros.
Veja abaixo um passo a passo.
Em geral, o processo começa com a apresentação da defesa de autuação. O motorista tem prazo de 30 dias para apontar eventuais erros antes mesmo de a multa ser aplicada. No caso do free flow, a multa já foi aplicada e o motorista precisa explicar isso no recurso.
Essa primeira defesa deve ser analisada pelas autoridades em até 30 dias. Aqui é preciso provar que foi pago o pedágio devido.
Se o recurso for indeferido, há prazo de 30 dias para recorrer em primeira instância à Junta Administrativa de Recursos de Infrações (Jari). O órgão tem mais um mês para emitir o parecer.
Se essa etapa for rejeitada, é possível recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran) em segunda instância. Multas aplicadas pela Polícia Rodoviária Federal têm um processo próprio de recurso, com formulários específicos.
A estimativa é que a devolução das multas deve alcançar R$ 93 milhões por parte do governo federal.
"Eu liguei para cada governo estadual avisando dessa situação. Que existe a possibilidade de haver um complemento por parte do Estado para a restituição do valor", explicou George Santoro, ministro dos Transportes e presidente do Conselho Nacional de Trânsito.

Saída dos Emirados Árabes da Opep e Opep+: o que são os grupos e como eles podem afetar seu bolso

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A decisão dos Emirados Árabes Unidos de deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Opep+ a partir de 1º de maio reacendeu o debate sobre o papel desses grupos no mercado global de petróleo — e sobre como suas decisões influenciam os preços da energia no mundo.
O anúncio foi confirmado pelo ministro de Energia do país, Suhail Mohamed al-Mazrouei, que afirmou que a decisão foi tomada após uma revisão das estratégias energéticas dos Emirados Árabes.
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Dada a importância da decisão, o g1 explica como funcionam esses grupos, que reúnem alguns dos maiores produtores do mundo, e por que suas decisões podem influenciar os preços globais — inclusive em países como o Brasil.
O que você vai encontrar nesta reportagem:
O que é a Opep
O que é a Opep+
Como esses grupos influenciam o preço do petróleo
Como isso pode afetar os bolsos dos brasileiros?
O que é a Opep
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, conhecida como Opep, foi criada em 1960 por países produtores com o objetivo de coordenar a produção de petróleo e influenciar os preços no mercado internacional.
Hoje, os integrantes da organização respondem por cerca de 30% da produção mundial de petróleo. No grupo, no entanto, há grandes diferenças no volume produzido por cada país.
Dados do último Boletim Estatístico Anual da Opep mostram como a produção de petróleo se distribui entre os países-membros:
Arábia Saudita: 8,96 milhões de barris/dia
Iraque: 3,86 milhões de barris/dia
Irã: 3,26 milhões de barris/dia
Emirados Árabes Unidos: 2,92 milhões de barris/dia
Kuwait: 2,41 milhões de barris/dia
Nigéria: 1,35 milhão de barris/dia
Líbia: 1,14 milhão de barris/dia
Venezuela: 921 mil barris/dia
Argélia: 907 mil barris/dia
Congo: 260 mil barris/dia
Gabão: 224 mil barris/dia
Guiné Equatorial: 57 mil barris/dia
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O que é a Opep+
Em 2016, diante de um período de preços baixos do petróleo, a Opep ampliou a coordenação ao firmar parceria com outros grandes produtores. Dessa aproximação surgiu a Opep+, que reúne 23 países exportadores de petróleo.
Além dos integrantes da Opep, o grupo passou a incluir outros grandes produtores, como:
Rússia
Cazaquistão
Azerbaijão
Omã
Bahrein
Brunei
Malásia
Sudão
Sudão do Sul
México
Juntas, essas nações respondem por cerca de 40% da produção global de petróleo.
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Como esses grupos influenciam o preço do petróleo
Os países da Opep e da Opep+ se reúnem regularmente para decidir quanto petróleo será colocado no mercado internacional. A ideia é ajustar a oferta à demanda global.
Quando a procura por petróleo cai, o grupo pode reduzir a produção, diminuir a oferta e ajudar a sustentar os preços.
Em momentos de maior demanda, também pode aumentar a produção, o que tende a aliviar pressões sobre o mercado.
Por isso, mudanças na composição desses grupos — como a saída dos Emirados Árabes Unidos — são acompanhadas de perto por investidores e governos, já que podem alterar o equilíbrio entre oferta e demanda de petróleo no mundo.
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Como isso pode afetar os bolso dos brasileiros?
Mudanças na Opep e na Opep+ costumam ser acompanhadas de perto pelos mercados porque podem influenciar o preço do petróleo no mundo — e isso, por consequência, tende a repercutir no custo dos combustíveis em diferentes países, incluindo o Brasil.
Isso ocorre porque o valor do barril é um dos fatores considerados pela Petrobras ao definir os preços de produtos como gasolina, diesel, gás natural e gás de cozinha (GLP) no mercado interno.
Ainda assim, é cedo para medir qual será o impacto concreto da saída dos Emirados Árabes Unidos nos preços no país.
Primeiro, será preciso observar se a reação do mercado representa apenas uma oscilação momentânea ou se o movimento pode alterar de forma mais duradoura o equilíbrio entre oferta e demanda de petróleo.
Além disso, o preço pago pelos consumidores brasileiros depende de outros fatores além do petróleo internacional. Entre eles estão a cotação do dólar, a política de preços adotada pela Petrobras e o nível de impostos que incidem sobre os combustíveis.
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Logo da Opep durante reunião informal de membros da organização em Argel, capital da Argélia, nesta quarta-feira (28)
Reuters/Ramzi Boudina

Magnata indiano quer impedir a morte de 80 hipopótamos de Pablo Escobar na Colômbia

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Os hipopótamos de Pablo Escobar estão se reproduzindo de maneira descontrolada na Colômbia
Datadale/Pixabay
O herdeiro multimilionário indiano Anant Ambani ofereceu-se nesta terça-feira (28) para acolher 80 hipopótamos descendentes daqueles introduzidos na Colômbia pelo narcotraficante Pablo Escobar a fim de impedir que sejam abatidos pelas autoridades colombianas.
"Esses 80 hipopótamos não escolheram onde nasceram nem criaram as circunstâncias que agora enfrentam. São seres vivos e sensíveis e, se temos a possibilidade de salvá-los por meio de uma solução segura e humana, temos a responsabilidade de tentar", declarou o magnata.
Ambani, o filho mais novo do homem mais rico da Ásia e executivo do império empresarial Reliance Industries, propôs que os hipopótamos sejam transferidos para o seu centro de conservação Vantara, no estado de Gujarat, que já abriga primatas, grandes felinos, elefantes e outros animais resgatados.
Debate intenso na Colômbia
A Colômbia debate há anos o que fazer com os quase 200 hipopótamos selvagens que habitam as margens do rio Magdalena, no centro do país, desde que quatro exemplares dessa espécie foram introduzidos por Escobar na região na década de 1980.
Anant Ambani, o filho mais novo do homem mais rico da Ásia, propôs que os hipopótamos sejam transferidos para o seu centro de conservação Vantara.
Francis Mascarenhas/REUTERS
Em meados de abril, o Ministério do Meio Ambiente da Colômbia anunciou que sacrificaria 80 desses animais para conter uma reprodução que, sem medidas de controle, poderia elevar a população para até mil indivíduos até 2035, segundo estimativas do próprio ministério.
A decisão veio depois que nenhum país aceitou receber os hipopótamos, segundo afirmou a ministra do Meio Ambiente, Irene Vélez. Segundo ela, os hipopótamos têm uma mutação genética devido à endogamia, o que explica a recusa. Com base nesse argumento, foi autorizado o abate de 80 hipopótamos, embora grupos de defesa dos animais tenham tentado impedi-lo judicialmente.
Enorme zoológico na Índia
Ambani argumentou que o Vantara conta com a experiência, a infraestrutura e a determinação necessárias para receber os animais. O enorme zoológico, localizado no estado de Gujarat, no noroeste da Índia, se apresenta como "um dos maiores centros do mundo para o resgate, cuidado e conservação da vida selvagem".
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De acordo com a Autoridade Central de Zoológicos da Índia, o Vantara já abriga centenas de elefantes, além de 50 ursos, 160 tigres, 200 leões, 250 leopardos e 900 crocodilos, entre outros animais.
Especialistas têm alertado repetidamente para a enorme quantidade de animais mantidos no Vantara, incluindo a importação de espécies raras e ameaçadas de extinção.
Risco para os ecossistemas
Como demonstração de seu poder como narcotraficante, Escobar importou quatro hipopótamos da África para a Colômbia na década de 1980. Após a morte do narcotraficante, em 1993, eles escaparam do cativeiro e se estabeleceram às margens do rio Magdalena, onde atacam pescadores.
A natureza territorial e agressiva desses animais, que podem pesar várias toneladas, motivou iniciativas para o seu abate, mas o alto custo dessas operações, ou da esterilização ou realocação dos animais, impediu qualquer tentativa.
Autoridades e especialistas colombianos alertam que a presença dos hipopótamos coloca em risco os ecossistemas aquáticos, especialmente espécies nativas, como o peixe boi. Por serem agressivos, eles também representam um risco para as comunidades ribeirinhas.

Como Londres virou a capital europeia do roubo de celular?

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Londres ganha reputação de capital europeia do roubo do celular
Em um veículo descaracterizado, agentes da polícia percorrem vários bairros de Londres. Seu objetivo: combater os roubos de telefones celulares por batedores de carteiras, uma praga que levou a cidade a ser considerada a capital europeia deste crime.
Na região da London Bridge, funcionários de escritórios apreciam pints de cerveja ao sol, enquanto legiões de turistas lotam o Borough Market, o famoso mercado gastronômico londrino.
Há muitas vítimas em potencial dos ladrões de celulares, diz o policial Hayden O'Connor, apontando para os pedestres que pegam os aparelhos para consultar uma rota ou ouvir música.
"Você vê que seu ônibus chega em 20 minutos, pega o telefone, entra no Instagram e, antes que se dê conta, uma bicicleta elétrica se joga na sua direção e seu telefone desaparece", explica.
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Hayden O'Connor faz parte de uma equipe que a AFP acompanhou durante algumas horas de patrulha.
Os policiais recebem alertas de celulares roubados, mas as probabilidades de recuperar algum são "realmente escassas", admite seu colega, Hayley Carr.
"Entre 16 e 18 anos"
Drones, sistemas de reconhecimento facial em tempo real e equipes de intervenção são alguns dos meios que a polícia londrina mobiliza para combater este crime.
Este tipo de roubo diminuiu 12,3% no ano passado, passando de 81.365 em 2024 para 71.391 em 2025, segundo dados da Polícia Metropolitana.
Os celulares roubados costumam ser exportados, reativados e revendidos no exterior em poucos dias.
Em 2025, a polícia de Londres desmantelou uma rede suspeita de ter introduzido como contrabando na China até 40.000 celulares roubados no Reino Unido.
Os telefones "são enviados aos quatro cantos do mundo", destaca o comissário Gareth Gilbert.
A equipe recebe uma chamada, avisando que um telefone roubado foi localizado em Deptford, um bairro no leste de Londres. Com as luzes de emergência ligadas, o carro começa a ziguezaguear em meio ao trânsito pesado da capital, mas de repente o sinal de localização do telefone é perdido.
Os ladrões enrolam os aparelhos em papel alumínio para impedir que sejam detectados, explicam os agentes.
Encapuzados, os ladrões costumam ser adolescentes. "No geral, têm entre 16 e 18 anos", afirma Hayden O'Connor, que em uma operação recente relacionada com estes roubos, deteve dois meninos de 13.
Esses jovens ladrões são "recrutados por grandes grupos do crime organizado", explica Gilbert.
Rapidamente, os adolescentes correm o risco de se verem presos em quadrilhas e se envolverem em atividades criminosas mais graves.
Pedido policial
Os jovens costumam ganhar entre 100 e 200 libras (entre R$ 646 e R$ 1,3 mil, aproximadamente) por cada telefone roubado. "Para um adolescente de 13 anos, é muito", comenta Gilbert.
No mesmo dia, perto da meia-noite, a equipe de patrulha acabou detendo seis ladrões, informou a polícia.
Mas a polícia pede que os fabricantes de smartphones se envolvam e colaborem na luta contra este fenômeno.
O chefe da polícia londrina, Mark Rowley, deu a estas empresas até 1º de junho para propor métodos que façam com que estes celulares sejam inutilizados após serem roubados.
Caso contrário, Rowley se comprometeu a pedir ao governo que legisle a respeito.
"Se um telefone roubado virasse um mero tijolo inutilizável e seus componentes não pudessem ser reciclados, não haveria mercado clandestino", ressaltou ele em março, durante uma conferência internacional.
A Torre Elizabeth, conhecida como 'Big Ben', é vista durante o entardecer em Londres, na Inglaterra
Daniel Leal-Olivas/AFP

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Um homem abriu fogo no prédio onde ocorria o jantar anual de Donald Trump com correspondentes da Casa Branca no último fim de semana. O suspeito foi formalmente acusado de tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos — crime que, para muitos, poderia levar à pena de morte.
No entanto, o cenário mais provável é de que ele seja condenado à prisão perpétua.
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O atirador, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, compareceu nesta segunda-feira (27) à primeira audiência sobre o caso, em um tribunal de Washington. Ele foi denunciado por três crimes, segundo o Departamento de Justiça:
tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, que pode levar à prisão perpétua;
transporte interestadual de arma de fogo para cometer um crime, com pena de até 10 anos de prisão;
disparo de arma de fogo durante um crime violento, com pena mínima de 10 anos e máxima de prisão perpétua.
Para Gustavo Ribeiro, professor de Direito na American University Washington College of Law e Diretor do Programa de Estudos Legais e Judiciais Brasil-Estados Unidos, as chances de que Tomas Allen passe o resto da vida preso são elevadas.
"A tentativa de assassinato do presidente da República admite essa pena máxima. Em exemplos históricos, como os de duas pessoas que tentaram assassinar o presidente Ford na década de 1970, ambas foram condenadas à prisão perpétua, embora tenham sido libertadas após mais de 30 anos de cumprimento de pena", disse o advogado, em entrevista ao g1.
Em setembro de 1975, o então presidente dos Estados Unidos, Gerald Ford, sobreviveu a duas tentativas de assassinato em um intervalo de 17 dias — ambas cometidas por mulheres na Califórnia.
A primeira ocorreu em 5 de setembro, em Sacramento. Lynette Fromme, integrante da chamada “Família Manson”, apontou uma arma para o presidente enquanto ele caminhava por um parque, mas o revólver falhou e não disparou.
➡️ A “Família Manson” era uma seita liderada por Charles Manson no fim dos anos 1960. Ele se apresentava como uma reencarnação de Jesus Cristo e manipulava seguidores — em sua maioria jovens — para cometer crimes, incluindo assassinatos.
Pouco mais de duas semanas depois, em 22 de setembro, Ford voltou a entrar na mira. Em San Francisco, Sara Jane Moore disparou um tiro quando o presidente saía de um hotel, mas errou o alvo após ter o braço desviado por uma pedestre que estava próxima.
Lynette Fromme, à esqueda, Cole Tomas Allen, no centro e Sara Jane Moore, à direita
Montagem g1/Wikimedia Commons/Reprodução/Redes Sociais
E a pena de morte?
Uma tentativa de assassinato contra o presidente da maior potência do mundo pode, à primeira vista, ser sinônimo de pena de morte — mas não é.
O primeiro ponto é que o crime ocorreu em Washington, D.C., onde a pena capital foi abolida em 1981. No entanto, mesmo se o atentado tivesse ocorrido em outro estado, ainda assim seria improvável.
Segundo Gustavo Ribeiro, isso se deve à própria natureza do crime. “Mesmo em estados que preveem pena de morte, seria pouco provável sua aplicação em um caso de tentativa. Em geral, a punição máxima é reservada a formas específicas de homicídio consumado”, disse.
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O caso
Homem é detido no chão por agentes de segurança em imagem divulgada por Donald Trump após tiros disparados em jantar de correspondentes da Casa Branca com presidente dos EUA, em Washington, nos EUA, em 25 de abril de 2026.
Reprodução/ Truth Social
O jantar, evento anual em que o presidente dos EUA se reúne com correspondentes que cobrem a Casa Branca, ocorria na noite de sábado (25), em um hotel em Washington, quando foi interrompido após tiros serem ouvidos. Trump foi retirado às pressas e o autor dos disparos foi detido por agentes do Serviço Secreto.
Allen é professor e não tinha antecedentes criminais.
O jantar foi interrompido, e jornalistas e autoridades do alto escalão do governo norte-americano que estavam no local se agacharam. Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance, que estavam em uma mesa no palco do salão, foram retirados, enquanto os jornalistas permaneceram para checagens de agentes do Serviço Secreto.
Jornalistas relataram que o esquema de segurança para entrada no evento não foi rigoroso. A equipe da TV Globo que esteve no local afirmou ter passado por apenas uma checagem de segurança.