Turista morre após cobra entrar em calça e picá-lo em show de encantador de serpentes no Egito

Trump avalia nova proposta do Irã para dar fim a guerra, diz Casa Branca
A cobra cuspideira núbia ou Naja nubiae, espécie de cobra nativa da África.
The Trustees of the Natural History Museum, London + Callum Mair
Um turista alemão morreu após ser mordido por uma cobra enquanto assistia a um espetáculo de encantadores de serpentes no Egito durante férias em família, informou a polícia alemã nesta segunda-feira (27).
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O caso ocorreu no início de abril, em um hotel em Hurghada, destino turístico no mar Vermelho. O homem, de 57 anos, assistia à apresentação quando dois répteis foram colocados ao redor do pescoço de espectadores, segundo a polícia da Baviera, no sul da Alemanha.
De acordo com o comunicado, o encantador de serpentes permitiu que uma das cobras entrasse na calça de um turista alemão. Em seguida, o animal mordeu a perna da vítima.
O homem apresentou sinais de envenenamento e precisou ser reanimado antes de ser levado a um hospital, onde morreu. A vítima, cuja identidade não foi divulgada, estava de férias com dois familiares.
Procuradas pela AFP, autoridades egípcias afirmaram não ter conhecimento do caso.
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Atirador que abriu fogo em jantar é acusado de tentar matar Trump e pode pegar prisão perpétua

Trump avalia nova proposta do Irã para dar fim a guerra, diz Casa Branca
Atirador tenta invadir jantar de gala para assassinar Donald Trump e integrantes do governo dos EUA
O homem que invadiu, no fim de semana, um jantar de Donald Trump com correspondentes da Casa Branca foi formalmente acusado de tentar matar o presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira (27). O crime pode levar à prisão perpétua.
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O atirador, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, compareceu nesta segunda-feira à primeira audiência sobre o caso, em um tribunal de Washington. Ele foi denunciado por três crimes, segundo documentos judiciais.
O jornal The New York Times informou que uma das promotoras do caso afirmou que Allen foi até Washington com uma espingarda, uma pistola e três facas, com o objetivo de realizar um “assassinato político”.
Allen respondeu a perguntas do juiz e permaneceu aparentemente calmo durante a audiência, segundo a imprensa americana. Ele não apresentou declaração de culpa ou inocência.
Ainda durante a audiência, promotores pediram a prisão preventiva do acusado. A Justiça determinou a custódia temporária e marcou nova audiência para quinta-feira (30).
Mais cedo, a procuradora-geral de Columbia, Jeanine Pirro, disse que o atirador responderá a acusações por:
porte de arma de fogo;
agressão contra um agente federal com arma perigosa — o atirador disparou contra um agente do Serviço Secreto, que usava colete à prova de balas e não foi atingido.
Outros crimes podem ser adicionados ao processo, disse Pirro. Também há a possibilidade de que o caso seja analisado por outras instâncias da Justiça dos Estados Unidos.
FALTA DE SEGURANÇA E SEM IDENTIFICAÇÃO: as falhas no evento de Trump que terminou em pânico em Washington
O caso
Homem é detido no chão por agentes de segurança em imagem divulgada por Donald Trump após tiros disparados em jantar de correspondentes da Casa Branca com presidente dos EUA, em Washington, nos EUA, em 25 de abril de 2026.
Reprodução/ Truth Social
O jantar, evento anual em que o presidente dos EUA se reúne com correspondentes que cobrem a Casa Branca, ocorria na noite de sábado (25), em um hotel em Washington, quando foi interrompido após tiros serem ouvidos. Trump foi retirado às pressas, e o autor dos disparos foi detido por agentes do Serviço Secreto.
Allen, professor de 31 anos sem antecedentes criminais, portava facas, uma espingarda e uma pistola ao ser detido.
A polícia ainda investigava, nesta segunda-feira, a motivação do crime, com base em imagens e anotações do suspeito.
O jantar foi interrompido, e jornalistas e autoridades do alto escalão do governo Trump que estavam no local se agacharam. Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance, que estavam em uma mesa no palco do salão, foram retirados, enquanto os jornalistas permaneceram para checagens de agentes do Serviço Secreto.
Jornalistas relataram que o esquema de segurança para entrada no evento não foi rigoroso. A equipe da TV Globo que esteve no local afirmou ter passado por apenas uma checagem de segurança.
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Jimmy Kimmel chama Melania Trump de ‘futura viúva’ dias antes de ataque a tiros; presidente reage: ‘Deveria ser demitido’

Trump avalia nova proposta do Irã para dar fim a guerra, diz Casa Branca
O que se sabe sobre o ataque a tiros em jantar com Trump
O apresentador Jimmy Kimmel virou alvo de mais uma polêmica após, nesta segunda-feira (27), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Kimmel deveria ser demitido por uma piada que fez em seu programa na última semana.
Em uma paródia de um evento do presidente Donald Trump com correspondentes, o apresentador disse que Melania tinha "um brilho de uma futura viúva".
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O programa havia sido gravado e exibido antes do evento. Mais tarde, um homem armado tentou invadir o local. Ele chegou a disparar contra um agente de segurança, a poucos metros do salão onde acontecia o jantar.
Diante da piada, o presidente comentou:
"Agradeço que tantas pessoas estejam indignadas com a repugnante incitação à violência feita por Kimmel e, normalmente, eu não responderia a nada do que ele disse, mas isso está muito além de todos os limites", declarou. "Jimmy Kimmel deveria ser demitido imediatamente pela Disney e pela ABC".
A primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, também foi às redes sociais nesta segunda-feira (27) comentar a fala.
Melania chamou Kimmel de "covarde".
"A retórica odiosa e violenta de Kimmel tem a intenção de dividir nosso país. Seu monólogo sobre minha família não é comédia — suas palavras são corrosivas e aprofundam a doença política dentro da América", disse. "Pessoas como Kimmel não deveriam ter a oportunidade de entrar em nossas casas todas as noites para espalhar ódio."
"Um covarde, Kimmel se esconde atrás da ABC porque sabe que a rede continuará fornecendo cobertura para protegê-lo", afirmou.
Melania também cobrou um posicionamento da emissora ABC, responsável pela exibição do programa.
"Chega. É hora de a ABC tomar uma posição. Quantas vezes a liderança da ABC vai permitir o comportamento atroz de Kimmel às custas de nossa comunidade?", questionou.
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Programa suspenso
Em setembro de 2025, o programa do apresentador foi suspenso após Kimmel fazer comentários sobre o ativista conservador Charlie Kirk, morto após ser baleado durante um evento na Utah Valley University.
A decisão da ABC de tirar o talk show do ar por tempo indeterminado durou cerca de uma semana. Quando a suspensão foi encerrada, Trump criticou a emissora.
"Não consigo acreditar que a ABC Fake News devolveu o emprego ao Jimmy Kimmel. A Casa Branca foi informada pela ABC de que o programa dele tinha sido cancelado! Algo aconteceu entre aquele momento e agora, porque a audiência dele SUMIU, e seu 'talento' nunca existiu", afirmou Trump em publicação na rede social Truth Social.
Na primeira exibição após ficar fora do ar, Kimmel disse em seu programa que não tinha a intenção de "fazer piada com o assassinato de um jovem".
"Eu não acho que o que vou dizer vai fazer muita diferença. Se você gosta de mim, você gosta. Se não, não gosta. Eu não tenho a ilusão de mudar a opinião de alguém. Mas eu quero deixar algo claro porque é importante para mim como ser humano. E isso é: vocês entendem que nunca foi a minha intenção de fazer piada sobre o assassinato de um jovem", afirmou.
Jimmy Kimmel chama Melania Trump de 'futura viúva' dias antes de ataque a tiros; primeira-dama reage: 'Covarde'
Montagem/g1

Casa Branca diz que invasão de homem armado em jantar com Trump foi tentativa de assassinar presidente dos EUA, diz Casa Branca

Trump avalia nova proposta do Irã para dar fim a guerra, diz Casa Branca
Atirador tenta invadir jantar de gala para assassinar Donald Trump e integrantes do governo dos EUA
O governo dos Estados Unidos afirmou nesta segunda-feira (27) que a invasão de um homem armado ao jantar presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com correspondentes foi uma tentativa de assissinar Trump.
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AO VIVO: Acompanhe as notícias sobre os tiros em jantar de Trump com jornalistas
As investigações ainda não determinaram as motivações do atirador, identificado como Cole Tomas Allen. Ele foi preso e prestará audiência neste segunda. Mas a Procuradoria-Geral de Washington, à frente das investigações, já disse que Trump era o alvo mais provável.
"Esta foi a terceira tentativa de assassinato do presidente Donald Trump", afirmou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, em entrevista à imprensa nesta tarde.
A imprensa norte-americana divulgou fragmentos de um manifesto que afirmam ser do atirador com críticas a Trump. Em entrevista na noite de domingo (26), o presidente norte-americano confirmou que a carta pertencia a Allen.
Na entrevista, Leavitt também confirmou que o governo Trump se reunirá para discutir o aumento á proteção e segurança de Trump. Ela disse que a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, convocará uma reunião com autoridades do Departamento de Segurança Interna, do Serviço Secreto dos EUA e da equipe de operações da Casa Branca para "garantir a segurança e a proteção do presidente".
Veja o que ocorreu e tudo o se sabe até agora sobre o episódio:
Na noite de sábado, Donald Trump participava de um jantar em um hotel em Washington com os jornalistas correspondentes de meios estrangeiros que são credenciados na Casa Branca. O evento, anual, é um o encontro mais tradicional entre o presidente dos EUA e esses jornalistas, e seria o primeiro da atual gestão de Trump;
No começo do evento, sons de tiros foram ouvidos do salão. Cinegrafistas que registravam o evento capturaram o barulho dos disparos;
Agentes de segurança então entraram rapidamente no local e retiraram Trump, a primeira-dama, Melania Trump, e o vice-presidente, JD Vance, que estavam em uma mesa em um palco do salão. Outras autoridades do alto escalão, como os secretários de Estado e de Guerra e o diretor do FBI, também foram retirados;
Os jornalistas foram mantidos no local para checagens de segurança — uma equipe da TV Globo também participava do jantar;
A polícia local então informou que o suspeito dos disparos tentou invadir o salão, mas foi interceptado por agentes do Serviço Secreto. Depois, o próprio Trump divulgou, em sua rede social Truth Social, um vídeo em que um homem consegue furar um bloqueio de agentes de segurança;
O atirador chegou a disparar contra um dos agentes, mas o tiro atingiu o colete à prova de balas do oficial, que passa bem, segundo o Serviço Secreto. Ninguém mais foi ferido.
A imprensa que estava no local, incluindo a da TV Globo, relatou que o esquema de segurança e revista para a entrada no jantar não foram rigorosos, mesmo com a cúpula do governo Trump presente. A equipe da TV Globo que foi ao evento afirmou ter passado por apenas uma checagem de segurança;
O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, 31 anos, um cidadão dos Estados Unidos nascido na cidade de Torrance, na Califórnia. Allen, segundo as autoridades, é engenheiro mecânico, desenvolvedor de jogos e ex-professor particular.
Antes do crime, ele escreveu uma carta com críticas a Trump, e a principal suspeita da polícia é de que o atirador alvejava o presidente dos EUA. Ele portava uma espingarda, uma pistola e facas, também segundo as investigações.
A polícia também descobriu que Allen estava hospedado no próprio hotel do evento. Ele foi preso e, nesta segunda, passará pela primeira audiência.
Trump também disse que, aparentemente, o atirador agiu sozinho, como um "lobo solitário". A polícia local confirmou a informação. Ainda não se sabe a motivação para o ataque;
O presidente dos EUA também usou o episódio para voltar a defender seu projeto para a construção de um salão de festas "ultrassecreto" dentro da Casa Branca, que tem recebido críticas pelo custo, estimado em cerca de R$ 2 bilhões. O jantar dos correspondentes com Trump sempre acontece no hotel de Washington onde ocorreu o episódio de sábado.
O jantar foi adiado e ocorrerá dentro de 30 dias, segundo o presidente norte-americano.
FALTA DE SEGURANÇA E SEM IDENTIFICAÇÃO: as falhas no evento de Trump que terminou em pânico em Washington
Homem é detido no chão por agentes de segurança em imagem divulgada por Donald Trump após tiros disparados em jantar de correspondentes da Casa Branca com presidente dos EUA, em Washington, nos EUA, em 25 de abril de 2026.
Reprodução/ Truth Social
Trump é retirado de evento após tiros
Reuters
Trump é retirado de jantar da Casa Branca após barulho
Reuters

Trump avalia nova proposta do Irã para dar fim a guerra, diz Casa Branca

Trump avalia nova proposta do Irã para dar fim a guerra, diz Casa Branca
Irã oferece acordo aos EUA para reabrir o Estreito de Ormuz.
O presidente dos EUA, Donald Trump, discutiu uma nova proposta iraniana para acabar com a guerra com Teerã com seus principais assessores de segurança nacional na segunda-feira, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, a repórteres.
Segundo Leavitt, a nova proposta do Irã está sendo avaliada.
O Irã apresentou uma nova proposta aos Estados Unidos para reabrir o Estreito de Ormuz em troca do fim do bloqueio naval dos EUA às embarcações do país e do fim da guerra. A oferta, no entanto, adia para o futuro as negociações sobre seu programa nuclear.
Mas o presidente dos EUA, Donald Trump, parece pouco propenso a aceitar a proposta, que foi repassada aos americanos pelo Paquistão, já que a reinvindicação de que o Irã pare de enriquecer urânio é uma das principais demandas do país na guerra.
Além disso, Donald Trump já sinalizou que deseja manter o bloqueio naval contra o país.
À TV Fox News, Trump disse que está sufocando as exportações de petróleo do Irã, na esperança de que isso leve Teerã a ceder nas próximas semanas. Especula-se que, nesta segunda-feira (27), a cúpula da Casa Branca realize uma reunião para tratar do assunto.
A secretária de imprensa de Trump, Karoline Leavitt
CHIP SOMODEVILLA / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP
➡️ Há doze dias, o governo de Donald Trump anunciou que navios de guerra dos EUA começariam a bloquear a passagem de navios com relações com o Irã na entrada do Estreito de Ormuz. A medida foi uma retaliação à resistência do Irã de reabrir o tráfego naval no estreito.
O fim de semana foi marcado por frustrações na resolução do conflito: após a visita do ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, ao Paquistão, a mídia iraniana negou que ele negociaria diretamente com Washington. Foi então que o presidente americano cancelou novamente sua comitiva.
“Não vejo sentido em enviá-los em um voo de 18 horas na situação atual. É muito tempo. Podemos fazer isso igualmente bem por telefone. Os iranianos podem nos ligar se quiserem. Não vamos viajar só para ficar sentados lá”, disse Trump ao mesmo portal no sábado (25).
A nova proposta, que teria sido apresentada aos EUA por meio de mediadores paquistaneses, partiria de um cessar-fogo prorrogado por um longo período ou do fim permanente da guerra. Segundo a proposta, as negociações nucleares só começariam em uma fase posterior, após a abertura do estreito e o levantamento do bloqueio.
Segundo o Axios, a Casa Branca recebeu a proposta, mas não está claro se os EUA estão dispostos a analisá-la.
Abbas Araqchi, ministro de Relações Exteriores do Irã, em 17 de dezembro de 2025
Reuters/Ramil Sitdikov/Pool/Foto de arquivo