Avião cai na Flórida, e 11 sobreviventes passam 5 horas em alto-mar; VÍDEO mostra resgate

Mulher que envenenou marido e escreveu livro infantil sobre a morte dele é condenada à prisão perpétua: ‘Perigosa demais para ser livre’
Vídeo mostra resgate de passageiros de avião que caiu na Flórida após 5 horas no mar
Após "milagrosamente" sobreviver a uma queda de avião perto da Flórida, nos Estados Unidos, um grupo de 11 passageiros e tripulantes de um bimotor passou ainda cinco horas em alto-mar, sobre boias, segundo a Guarda Costeira dos EUA.
Eles todos foram resgatados com vida, e as imagens do resgate foram registradas em vídeo (veja acima).
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➡️O caso ocorreu na tarde de terça-feira (12). Segundo autoridades locais, o avião em que estava o grupo vinha das Bahamas e caiu a cerca de 130 quilômetros da costa da Flórida. A suspeita é que houve uma pane do motor.
A aeronave caiu então em alto-mar, e todos a bordo sobreviveram à queda.
"O fato de todas essas pessoas terem sobrevivido é um verdadeiro milagre", disse a major da Força Aérea Elizabeth Piowaty, comandante de uma das aeronaves envolvidas no resgate.
Operação da Guarda Costeira para resgatar passageiros de avião que caiu perto da Flórida, nos EUA, após 5 horas no mar, em 13 de maio de 2026.
Divulgação/ Guarda Costeira dos Estados Unidos
Durante a queda, o avião enviou um sinal de um localizador de emergência, recebido por autoridades locais. Por coincidência, um avião militar projetado para busca e resgate em combate estava no ar em uma missão de treinamento na região e se uniu à operação.
A major Elizabeth Piowaty, que estava no avião militar, disse que sua equipe avistou as boias com os sobreviventes. Como a aeronave não tinha no momento equipamentos para içar o grupo, militares lançaram um pacote de comida, água e flutuadores adicionais para sustentar os sobreviventes até que os socorristas pudessem alcançá-los na água.
Para complicar, uma tempestade se aproximava da costa da Flórida, segundo a Guarda Costeira. Mas socorristas da Guarda Costeira conseguiram chegar à tempo e resgataram os 11 adultos em um ponto próximo da cidade de Melbourne, na Flórida.
"Eles já estavam no bote há quase cinco horas. Dava para perceber só de olhar para eles que estavam angustiados", disse Rory Whipple, um oficial de resgate de combate da Força Aérea. "Eles não tinham comunicações, então não sabiam que estávamos chegando até que estivéssemos bem em cima deles", acrescentou.
Imagens mostram grupo de passageiros de avião que caiu perto da Flórida em boias em alto-mar.
Reprodução/ NBC
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É #FAKE que foto mostre nova revista ‘Time’ com Lula na capa; imagem exibe edição de maio de 2022

Mulher que envenenou marido e escreveu livro infantil sobre a morte dele é condenada à prisão perpétua: ‘Perigosa demais para ser livre’
É #FAKE que foto mostre nova revista 'Time' com Lula na capa; imagem exibe edição de maio de 2022
Reprodução
Circula nas redes sociais uma publicação com uma foto do presidente Lula (PT) na "Time", alegando que o brasileiro teria estampado a capa da revista americana "nesta semana". É #FAKE.
Selo Fake (Horizontal)
g1
🛑 Como é o post?
Publicado nesta segunda-feira (12) no Facebook, o post diz: "O MUNDO SE RENDE AO BRASIL! O presidente LULA acaba de virar capa da 'Time', uma das maiores revistas do mundo! Lula conquista o mundo e vira capa de uma das maiores revistas do planeta nesta semana".
A foto exibida mostra Lula de terno na capa da publicação, que leva o título "Lula's Second Act", traduzido para o português como "O segundo ato de Lula".
Mas essa edição, na verdade, saiu em 23 de maio 2022 da "Time", quando a revista entrevistou o petista antes do início da corrida eleitoral daquele ano (leia mais abaixo). O subtítulo da edição diz: "O líder mais popular do Brasil busca retornar à Presidência".
Na entrevista, Lula foi questionado sobre a guerra na Ucrânia e o que ele faria, se fosse presidente, para amenizar o conflito. Tratou também de sua trajetória e disse que nunca havia desistido da política.
⚠️ Por que é #FAKE?
O Fato ou Fake consultou o arquivo da "Time", disponível no site oficial da revista, entre os anos de 2022 e 2026, mas não encontrou nenhuma outra capa com Lula.
A revista é quinzenal e tem versões distintas para diferentes regiões do mundo — a do presidente era da publicação da América do Sul. Naquela mesma semana, a "Time" publicou uma capa com a jornalista ucraniana Olga Rudenko (edição do Pacífico) e outra sobre derretimento do Ártico e da Antártida (edição norte-americana).
Ao longo de sua história, iniciada em 1923, a revista já teve na capa outros presidentes brasileiros, como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Jânio Quadros.
Lula na capa da revista Time em 23 de maio de 2022.
Reprodução
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Reprodução
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Trump diz que China concordou em comprar 200 jatos da Boeing

Mulher que envenenou marido e escreveu livro infantil sobre a morte dele é condenada à prisão perpétua: ‘Perigosa demais para ser livre’
Depois de nove anos, Trump se encontra com Xi Jinping na China
A China concordou em encomendar 200 aviões da Boeing, afirmou o presidente dos EUA, Donald Trump, em entrevista exibida pela Fox News nesta quinta-feira (14).
Segundo ele, trata-se da primeira compra de jatos comerciais fabricados nos EUA pelo país asiático em quase uma década.
"Uma coisa que ele concordou hoje: vai encomendar 200 jatos… A Boeing queria 150, eles conseguiram 200", disse Trump, segundo trecho exibido pela Fox News, ao se referir ao presidente chinês, Xi Jinping.
Poucos detalhes sobre o acordo foram divulgados, mas as ações da Boeing caíram mais de 4% após o anúncio de Trump.
Donald Trump e Xi Jinping durante encontro em Pequim em 14 de maio de 2026
BRENDAN SMIALOWSKI/Pool via REUTERS
O número ficou abaixo de relatos da imprensa que apontavam que a fabricante de aviões estaria perto de fechar um acordo para vender 500 ou mais aeronaves à China.
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, já havia afirmado que esperava um anúncio sobre um grande pedido da Boeing durante a visita de Trump a Pequim.

Advogado de Musk questiona credibilidade de Altman em julgamento da OpenAI

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Elon Musk chega ao tribunal para o julgamento contra a OpenAI.
Godofredo A. Vásquez/AP Photo
Um julgamento que pode moldar o futuro da OpenAI entrou em sua fase final nesta quinta-feira (14), enquanto um advogado de Elon Musk tentou convencer o júri a responsabilizar os líderes da criadora do ChatGPT por transformarem a organização sem fins lucrativos em um veículo de enriquecimento próprio.
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Musk processa a OpenAI e seu presidente-executivo, Sam Altman, por suposta violação de confiança beneficente e enriquecimento ilícito, acusando-os de “roubar uma instituição de caridade” ao se afastarem da missão original da OpenAI de desenvolver inteligência artificial segura para beneficiar a humanidade.
O homem mais rico do mundo afirmou que os réus da OpenAI o manipularam para que ele doasse US$ 38 milhões, apenas para depois criarem, sem seu conhecimento, uma empresa com fins lucrativos vinculada à entidade original sem fins lucrativos, além de aceitarem dezenas de bilhões de dólares da Microsoft e de outros investidores para expandir o negócio.
A OpenAI afirmou que a organização se fortaleceu como entidade com fins lucrativos, incluindo a organização sem fins lucrativos que hoje é acionista da corporação, e que Musk simplesmente queria controle sobre a empresa.
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Credibilidade em jogo
Em sua alegação final no tribunal federal de Oakland, na Califórnia, o advogado de Musk, Steven Molo, questionou a credibilidade de Altman, citando depoimentos de que ele era visto como desonesto. O advogado pediu que os jurados usassem o “bom senso”.
“A credibilidade de Sam Altman está diretamente em questão neste caso”, disse Molo. “Se vocês não acreditarem nele, eles não podem vencer.”
Ele também questionou a credibilidade do presidente da OpenAI, Greg Brockman, afirmando que ele e Altman não declararam de forma inequívoca, durante seus depoimentos, que eram honestos.
Musk pede cerca de US$ 150 bilhões em indenização da OpenAI e da Microsoft, valor que seria destinado à entidade sem fins lucrativos da OpenAI para apoiar seus objetivos altruístas.
Ele também quer que Altman e Brockman sejam removidos de seus cargos. Um executivo da Microsoft testemunhou que a empresa já investiu mais de US$ 100 bilhões em sua parceria com a OpenAI.
A OpenAI compete com empresas de inteligência artificial como a Anthropic e a xAI, startup menor de Musk, e prepara uma possível oferta pública inicial (IPO) que pode avaliar o negócio em US$ 1 trilhão.
A xAI de Musk agora faz parte da SpaceX, sua empresa espacial e de foguetes, que também prepara um potencial IPO bilionário.
Advogados discutirão medidas enquanto o júri delibera
A juíza distrital dos EUA Yvonne Gonzalez Rogers supervisiona o caso. Ainda não está claro quando o júri de nove pessoas começará as deliberações.
Se não houver veredicto até segunda-feira, a juíza e os advogados retornarão ao tribunal nesse dia para discutir como a OpenAI deveria ser reestruturada e quais indenizações deveriam ser pagas caso Musk vença.
Gonzalez Rogers definirá as medidas cabíveis e não concederá nenhuma reparação caso Musk perca.
O julgamento ocorre em meio a preocupações crescentes do público sobre a inteligência artificial à medida que ela avança na sociedade.
As pessoas usam IA para inúmeras finalidades, como reconhecimento facial, aconselhamento financeiro, jornalismo, diagnósticos médicos e criação de deepfakes nocivos. Muitos demonstram desconfiança em relação à tecnologia e temem que ela substitua empregos humanos.
A sinceridade de Musk e Altman foi questionada
A OpenAI foi fundada por Altman, Musk e outras pessoas em 2015, embora Musk tenha deixado o conselho da empresa em 2018.
A sinceridade de Altman e Musk em relação às suas posições sobre a OpenAI e aos objetivos do negócio de IA tem sido uma questão central no julgamento, e nenhum dos dois saiu ileso.
A OpenAI tentou demonstrar que até mesmo Musk apoiava a criação de uma empresa com fins lucrativos para arrecadar recursos destinados ao poder computacional e enfrentar rivais como o Google.
A empresa também afirmou que Musk exigiu controle unilateral para garantir a continuidade de seu apoio. A tentativa de Musk, no ano passado, de comprar a OpenAI por meio de um consórcio liderado pela xAI também se tornou ponto de disputa, com a OpenAI tentando demonstrar que isso era incompatível com os objetivos alegados por Musk no processo.
Os advogados de Musk tentaram retratar Altman e Brockman como interessados em enriquecer pessoalmente.
Eles apresentaram depoimentos segundo os quais Altman possuía uma participação superior a US$ 2 bilhões em empresas que faziam negócios com a OpenAI, além da declaração de Brockman de que sua própria participação na OpenAI valia quase US$ 30 bilhões.
Os questionamentos de Musk sobre a honestidade de Altman incluíram depoimentos sobre sua destituição do conselho da OpenAI em 2023, motivada por dúvidas sobre sua transparência. Altman foi reconduzido ao cargo em menos de uma semana.
O ex-cientista-chefe da OpenAI, Ilya Sutskever, testemunhou ter reunido evidências para demonstrar um “padrão consistente de mentiras” por parte de Altman.
O advogado de Musk também questionou se Altman tinha conflitos de interesse por causa de seu envolvimento em empresas que trabalhavam com a OpenAI.
Altman afirmou não possuir participação acionária direta na OpenAI, embora tenha participação em um fundo que investe na empresa.
Elon Musk e Sam Altman travam na Justiça batalha pela OpenAI
Jornal Nacional/ Reprodução

Mulher que envenenou marido e escreveu livro infantil sobre a morte dele é condenada à prisão perpétua: ‘Perigosa demais para ser livre’

Mulher que envenenou marido e escreveu livro infantil sobre a morte dele é condenada à prisão perpétua: ‘Perigosa demais para ser livre’
Kouri Richins, uma mãe de três filhos de Utah que escreveu um livro infantil sobre como lidar com o luto após a morte do marido e que mais tarde foi acusada de envenená-lo.
AP/Rick Bowmer
Uma mãe que publicou um livro infantil sobre o luto após a morte súbita do marido foi condenada à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional, após ser considerada culpada pelo assassinato dele.
Em março, um júri determinou que Kouri Richins, de Utah, nos Estados Unidos, matou o marido em 2022, envenenando-o com uma bebida misturada com fentanil, um opioide utilizado como medicação para dor.
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Richins, de 36 anos, havia acumulado milhões de dólares em dívidas, feito seguros de vida em nome do marido e mantinha um caso extraconjugal, disseram os promotores durante o julgamento que durou semanas no início deste ano.
Ao proferir a sentença na quarta-feira (13/5), dia em que Eric Richins completaria 44 anos, o juiz Richard Mrazi disse: "Uma pessoa condenada por esses atos é simplesmente perigosa demais para voltar a ser livre."
A mãe de três filhos — que não depôs durante o julgamento — falou por cerca de 30 minutos na quarta-feira, dirigindo-se principalmente aos filhos, segundo a CBS News, emissora parceira da BBC nos Estados Unidos.
"Eu sei que vocês não querem falar comigo hoje e que me odeiam. Tudo bem. Quando estiverem prontos, estarei aqui para vocês", disse ela.
A Justiça determinou que a mulher matou o marido por envenenamento
Reuters
Richins também foi considerada culpada de reivindicar benefícios de seguro de forma fraudulenta após a morte do marido em sua casa, localizada nos arredores da estação de esqui de Park City.
Durante o julgamento, a promotoria argumentou que ela acreditava erroneamente que herdaria o patrimônio do esposo, avaliado em mais de US$ 4 milhões (R$ 20 milhões), após a morte dele.
Também foi dito que ela planejava um futuro com um homem com quem tivera um caso extraconjugal.
Richins foi condenada ainda por tentativa de homicídio por um incidente anterior em que envenenou o sanduíche do marido.
Ela foi presa em março de 2023, dois meses após publicar o livro infantil Are You With Me? ("Você está comigo?", em tradução livre), que, segundo ela, foi criado para ajudar pessoas, incluindo seus três filhos, a lidar com a morte de um ente querido.
"Escrevemos este livro e realmente esperamos que ele traga algum conforto, não apenas para nossa família, mas para outras famílias que estão passando pela mesma situação", disse ela à rádio KPCW em uma entrevista antes de sua prisão.
Kouri dedicou livro ao marido, Eric
Reprodução/Facebook
Richins dedicou o livro ao marido, chamando-o de "meu marido incrível e um pai maravilhoso".
Um mês depois dessa entrevista, Richins foi presa e acusada na Justiça do Utah por homicídio qualificado e posse de uma substância controlada.
Richins sempre disse que era inocente. Quando depôs sobre a noite em que Eric morreu em 2022, ela contou que preparou um drinque com vodca que o marido bebeu. E que horas depois ele parecia não estar respirando e estava com o corpo frio.
A causa da morte foi determinada como overdose da droga fentanil. Eric tinha no corpo uma dosagem cinco vezes maior que o suficiente pra matar uma pessoa.
O envenenamento
"Ela queria deixar Eric Richins, mas não queria deixar o dinheiro dele", disse o promotor do condado de Summit, Brad Bloodworth, durante o julgamento.
De acordo com documentos judiciais, entre dezembro de 2021 e fevereiro de 2022, Richins enviou uma mensagem de texto a uma pessoa que já havia sido presa por acusações de tráfico de drogas, pedindo analgésicos vendidos apenas sob prescrição médica.
Ela recebeu pílulas de hidrocodona, mas como não atingiu o objetivo de matar o marido, pediu a um contato "o negócio do Michael Jackson", segundo a promotoria.
O cantor morreu devido a uma mistura do anestésico proponol com o remédio Lorazepam. Mas, segundo o promotor Brad Bloodworth, Richins se referia ao fentanil.
"Ela sabia que precisava de algo mais forte e aprendeu a administrar a substância."
Três dias depois de ela supostamente ter obtido as drogas, ela e o marido jantaram no Dia dos Namorados (14 de fevereiro, nos EUA), data após a qual ele adoeceu.
"Eric acreditava que havia sido envenenado", diziam os documentos do tribunal. "Eric disse a um amigo que achava que sua esposa estava tentando envenená-lo."
Duas semanas depois, Richins adquiriu mais fentanil.
Os promotores afirmaram que, em 4 de março de 2022, ela ligou para a polícia no meio da noite dizendo que havia encontrado o marido inconsciente.
Ela contou às autoridades que havia servido ao marido uma bebida com vodca na cama e depois ido dormir com um de seus filhos pequenos, que estava tendo um pesadelo. Mais tarde, ela voltou ao quarto do marido e o encontrou "frio ao toque".
Um legista constatou posteriormente que o homem havia morrido de overdose de fentanil.
O julgamento
O julgamento que levou à condenação da escritora durou cerca de três semanas, em março de 2026.
A promotoria apresentou mais de 40 testemunhas, entre elas uma faxineira que trabalhava para a família Richins e confessou ter vendido as drogas que mataram Eric para Kouri Richins em quatro ocasiões no início de 2022.
A equipe de defesa optou por não apresentar nenhuma testemunha e encerrou a apresentação de provas sem que Richins depusesse em sua própria defesa
Seus advogados também alegaram que não existem provas suficientes para condená-la, já que não foram encontradas drogas no quarto onde Eric morreu, os utensílios usados ​​para fazer o drinque de vodca nunca foram testados e a certidão de óbito listava a causa da morte como "desconhecida".
"Após quatro anos de investigação e as cinco semanas previstas de julgamento, sabe o que você nunca vai ouvir? Como o fentanil entrou no corpo dele. Porque existe zero evidência disso", argumentou a defesa no tribunal.
A sentença da escritora só foi anunciada agora em maio. Ela poderia pegar uma pena entre 25 anos e prisão perpétua, e a Justiça optou pela condenação mais dura.