Príncipe Harry participa de operação de desminagem na Ucrânia; FOTOS

Policial penal conhecido como ‘Bonitão’, ex-segurança de jogadores e assessor parlamentar, é preso nos Estados Unidos
Príncipe Harry usa óculos de realidade virtual para ajudar desminagem na Ucrânia
Valentyn Kuzan/HALO Trust/Divulgação via REUTERS
Quase trinta anos após a emblemática visita de sua mãe, a princesa Diana, a Angola, o príncipe Harry conheceu, nesta sexta-feira (24), em primeira mão, os trabalhos de desminagem, com drones e robôs, na cidade ucraniana de Bucha.
Com óculos de realidade virtual e um colete de proteção azul sobre os ombros, Harry pilotou um drone equipado com IA que serve para detectar e mapear artefatos explosivos, informou a organização beneficente de desminagem Halo Trust no segundo dia de visita do príncipe à Ucrânia.
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O filho mais novo do rei Charles III pilotou um robô projetado para recolher objetos perigosos do solo, acrescentou a organização, que já havia recebido apoio da princesa Diana. Imagens divulgadas pela ONG mostram o príncipe com um robô em forma de cachorro.
Esta sequência lembra um episódio no qual a princesa Diana, equipada com capacete e colete de proteção, atravessou um campo minado na Angola em janeiro de 1997, a convite do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).
Príncipe Harry durante desminagem na Ucrânia
Valentyn Kuzan/HALO Trust/Handout via REUTERS
O Duque de Sussex, de 41 anos, considerou que é "impressionante" ver como a tecnologia torna "a desminagem mais inteligente, mais rápida e mais segura".
"Quando minha mãe foi para Angola, há quase 30 anos, os desminadores trabalhavam de joelhos para encontrar explosivos ocultos. Hoje utilizam drones, inteligência artificial e robôs para maior precisão e proteção", disse Harry, citado no comunicado da Halo Trust.
"Não é apenas um avanço, salva vidas", acrescentou.
O príncipe Harry também prestou homenagem às vítimas dos massacres atribuídos ao exército de Moscou em Bucha, a cerca de 30 quilômetros a noroeste de Kiev, no início da invasão russa da Ucrânia, há quase quatro anos.
Pouco depois do exército ucraniano ter libertado Bucha, no fim de março de 2022, foram encontrados os corpos de dezenas de civis que haviam sido executados sumariamente.
Na quinta-feira (23), em Kiev, o príncipe Harry instou o presidente russo, Vladimir Putin, a pôr fim à guerra na Ucrânia e pediu aos Estados Unidos que desempenhassem um papel nas negociações.
Príncipe Harry pilotando robôs para desminagem na Ucrânia
Valentyn Kuzan/HALO Trust/Divulgação via REUTERS
Príncipe Harry em visita à Ucrânia
Valentyn Kuzan/HALO Trust/Divulgação via REUTERS

Chanceler do Irã viaja ao Paquistão em meio a rumores de nova rodada de negociação; EUA também enviarão negociadores, diz TV ACOMPANHE

Policial penal conhecido como ‘Bonitão’, ex-segurança de jogadores e assessor parlamentar, é preso nos Estados Unidos
Chanceler do Irã viaja ao Paquistão em meio a rumores de nova rodada de negociação; EUA também enviarão negociadores, diz TV ACOMPANHE Delegação iraniana deve travar conversas com mediadores paquistaneses, segundo fontes da imprensa norte-americana. Secretário de Guerra vê chances de acordo. O chanceler iraniano iniciou uma série de viagens que inclui o Paquistão, onde conversas entre EUA e Irã foram travadas. Ele também irá à Rússia. . Ele não disse se participará de uma nova rodada de tratativas. A imprensa dos EUA diz que uma comitiva de Teerã deve conversar com paquistaneses nesta sexta (24). . O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse ver boas chances de um acordo de paz com Irã, mas não informou se uma delegação de Washington irá ao Paquistão. . Hegseth afirmou ainda que o bloqueio naval dos EUA na entrada do Estreito de Ormuz está sendo ampliado. O estreito segue bloqueado. . No Líbano, o cessar-fogo entre Israel e Hezbollah foi prorrogado por mais três semanas, segundo anunciou Donald Trump.

É #FAKE que Lula rebateu Trump e disse que ‘o povo brasileiro está disposto a dar a vida por ele em uma guerra’

Policial penal conhecido como ‘Bonitão’, ex-segurança de jogadores e assessor parlamentar, é preso nos Estados Unidos
É #FAKE que Lula rebateu Trump dizendo que povo brasileiro está 'disposto a dar a vida por ele' em uma eventual guerra
Reprodução
Circula nas redes sociais um post alegando que o presidente Lula (PT) teria rebatido o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizendo que o povo brasileiro está "disposto a dar a vida por ele em uma eventual guerra". É #FAKE.

g1
🛑 Como é o post?
Publicado no Facebook, Instagram, Threads e X, o post exibe uma foto de Lula gerada por inteligência artificial (IA), na qual o presidente aparece cercado por jornalistas, simulando uma entrevista.
No canto superior, um enunciado diz: "Imagem ilustrativa". Na parte inferior, há a seguinte caixa de texto: "Lula rebate Trump e diz que o povo brasileiro está disposta a dar a vida por ele numa eventual guerra".
O Fato ou Fake encontrou correspondências da mesma publicação nas redes sociais desde segunda-feira (20).
⚠️ Por que isso é #FAKE?
O Fato ou Fake submeteu a foto usada no post ao HiveModeration, ferramenta de detecção de imagens, vídeos e áudios gerados com inteligência artificial. Resultado: há 95,5% de chances de o material ter sido criado com esse recurso (veja infográfico abaixo).
O Fato ou Fake também buscou por declarações similares nos canais oficiais do governo federal e nas redes sociais do presidente, mas não encontrou qualquer fala como essa.
Desde o início do conflito entre EUA, Israel e Irã, Lula tem defendido uma posição diplomática e cobrado líderes globais:
No início de março, o petista fez um apelo pela paz entre os envolvidos, criticou gastos com armamentos e a atuação da Organização das Nações Unidas (ONU) no conflito.
Recentemente, em 16 de abril, Lula afirmou em entrevista que Trump não pode "ameaçar outros países com guerra o tempo todo" e que o republicano não foi eleito "imperador do mundo".
Em agenda na Espanha em 18 de abril, Lula criticou líderes mundiais por guerras e invasões, e voltou a cobrar os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, composto por Estados Unidos, China, Rússia, França e Inglaterra.
Procurada por e-mail pelo Fato ou Fake, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) também desmentiu as publicações:
"O conteúdo é FALSO. Não houve nenhuma declaração nesse sentido. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República repudia a divulgação de informações falsas, com o uso da imagem do presidente, que visam única e exclusivamente desinformar a população, enfraquecer instituições e manipular a opinião pública".
HiveModeration aponta uso de IA em foto de Lula usada em post enganoso.
Reprodução
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. .. É #FAKE
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Tratamento inédito melhora audição em 80% dos casos de perda auditiva rara nos EUA

Policial penal conhecido como ‘Bonitão’, ex-segurança de jogadores e assessor parlamentar, é preso nos Estados Unidos
Aparelho auditivo ajuda quem tem deficiência auditiva parcial
Leandro Pereira/Jornal da Paraíba
As autoridades de saúde dos Estados Unidos aprovaram uma terapia genética inédita para tratar uma forma rara de perda auditiva hereditária. O anúncio foi feita nesta quinta-feira (23).
Entre duas e três de cada 1.000 crianças no país nascem com deficiência auditiva. Especialistas calculam que mais da metade dos casos de perda auditiva precoce são causados por mutações genéticas.
Desenvolvido pela empresa de biotecnologia americana Regeneron, o tratamento – conhecido como Otarmeni – é voltado a um tipo específico e pouco comum de perda auditiva, que atinge cerca de 50 recém-nascidos por ano nos Estados Unidos.
O medicamento estará disponível para crianças e adultos com perda auditiva severa a profunda causada por determinadas mutações no gene OTOF. Esse gene é responsável por produzir uma proteína essencial para a transmissão de sinais sonoros do ouvido interno até o cérebro.
Apesar do custo elevado do tratamento, que pode custar milhões de dólares por paciente nos Estados Unidos, a Regeneron informou que pretende oferecer o tratamento de maneira gratuita a pacientes elegíveis no país.
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Administrado com uma única injeção no ouvido por um cirurgião, o tratamento já tem sido considerado como revolucionário por pais de crianças afetadas.
"É absolutamente incrível", afirmou, emocionada, Sierra Smith, a jovem mãe de Travis, um bebê que recebeu o tratamento.
Segundo ela, após a cirurgia, o filho passou a reagir a sons. “Ele consegue ouvir música, adora dançar e se interessa por instrumentos”, afirmou durante um evento na Casa Branca.
Nos testes clínicos, que envolveram 20 pacientes entre 10 meses e 16 anos, ao menos 80% apresentaram melhora significativa da audição poucos meses após o tratamento.
LEIA TAMBÉM: Trump reclassifica maconha como substância menos perigosa, em decisão que amplia acesso nos EUA

Policial penal conhecido como ‘Bonitão’, ex-segurança de jogadores e assessor parlamentar, é preso nos Estados Unidos

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Luciano Fagundes Pinheiro trabalha no gabinete da presidência da Alerj
Reprodução/TV Globo
O policial penal Luciano de Lima Fagundes Pinheiro, foragido da Operação Anomalia, foi preso nesta sexta-feira (24) nos Estados Unidos. Ele deve passar por audiência de custódia na Justiça americana, que vai avaliar possíveis medidas de deportação para o Brasil.
A ação foi realizada por agentes da Drug Enforcement Administration (DEA), órgão federal do Departamento de Justiça dos EUA, após troca de informações e cooperação com a Polícia Federal no Rio de Janeiro.
Conhecido como Bonitão, o policial penal tinha o nome incluído na Difusão Vermelha da Interpol e era procurado desde março, suspeito de atuar na tentativa de atrasar a extradição de um traficante internacional de drogas.
A Operação Anomalia foi desenvolvida no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, com o objetivo de cumprir mandados do Supremo Tribunal Federal (STF) contra núcleo criminoso que atuava na negociação de vantagens indevidas e venda de influência para favorecer os interesses de um traficante internacional de drogas.
Quem é Bonitão?
Luciano pertence ao quadro da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), mas esteve cedido a outros órgãos da administração pública estadual e federal.
Ele atuou como segurança de jogadores de futebol no início da década de 2010, principalmente de atletas brasileiros que atuaram na Rússia.
Luciano chegou a ser preso em 2014, na Maré, apontado como informante do traficante Marcelo das Dores, o Menor P. Ele seria o elo entre Menor P e o ex-chefe do tráfico na Rocinha, Antonio Bonfim Lopes, o Nem, mas recorreu em liberdade.
Condenado, cumpriu pena, mas obteve na Justiça a reabilitação criminal.
Em agosto de 2021, Bonitão virou alvo de investigação da Seap. O faraó dos bitcoins, Glaidson Acácio estava em período de quarentena na prisão quando recebeu, segundo a Corregedoria da pasta, quatro pessoas no presídio: dois funcionários públicos e duas pessoas que têm negócios com G.A.S..
Um dos funcionários públicos se identificou apenas como Luciano e deu número de matrícula já desativado. A reportagem da TV Globo apurou na ocasião e descobriu que se tratava de Bonitão. Na ocasião, o policial penal negou na ocasião que tivesse visitado Glaidson.
Sem problemas com a Justiça, Luciano Pinheiro foi nomeado na Assembleia Legislativa do Rio pelo então presidente André Ceciliano (PT). Depois foi para Brasília onde esteve cedido até fevereiro de 2025 ao gabinete do deputado Dr. Luizinho (PP).
'O homem de Brasília'
Delegado da Polícia Federal é preso suspeito de favorecer criminosos
No dia 9 de março, a PF deflagrou a primeira fase da operação Anomalia. Quatro mandados de prisão foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Três pessoas foram presas na ocasião: o delegado federal Fabrizio Romano, o ex-secretário de Esportes, Alexandre Carracena e a advogada Patrícia Falcão.
A assessoria de André Ceciliano disse que o policial penal foi uma indicação na Alerj pelo deputado André Lazaroni. Disse ainda que não se reuniu com o policial penal em Brasília e que "ele pode ter tentado vender um prestígio que não tinha".
As investigações apontam que o grupo tentou interceder para adiar a extradição do traficante de drogas Gerel Lusiano Palm. O cidadão de Curaçao é condenado por homicídio na Holanda e investigado pelo DEA, a polícia antidrogas dos Estados Unidos, por tráfico internacional.
A ideia era impedir a extradição e dar asilo a Gerel Palm no Brasil. Para isso, há suspeita de que ele teria articulado uma reunião em Brasília para tratar do tema.
Em interceptação telefônica, obtida com autorização judicial, o delegado Fabrizio Romano diz que Luciano manteve contato com o "homem de Brasília" e recebeu adiantado R$ 15 mil com a promessa de receber R$ 150 mil pagos pela advogada Patrícia caso desse certo o cancelamento do processo de extradição.
Gerel foi preso pela Interpol no Rio de Janeiro, em 2021. Desde então, está no sistema penitenciário do RJ e não foi extraditado.