EUA prendem sargento envolvido na captura de Maduro que apostou na operação e ganhou R$ 2 milhões

Cessar-fogo entre Israel e Líbano é prorrogado por 3 semanas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulga foto de Nicolás Maduro após captura do líder venezuelano no dia 4 de janeiro de 2026
Reprodução
O sargento das forças especiais dos EUA, Gannon Ken Van Dyke, que participou da captura de Nicolás Maduro, foi preso por autoridades federais nesta quinta-feira (23) sob a acusação de lucrar mais de US$ 400 mil (cerca de R$ 2 milhões) em apostas na destituição do líder venezuelano na plataforma Polymarket, segundo comunicado do Departamento de Justiça norte-americano.
A investigação aponta que o militar usou informações privilegiadas para realizar 13 apostas entre 27 de dezembro e 2 de janeiro, somando cerca de US$ 33 mil, poucas horas antes do anúncio oficial da captura de Maduro pelo então presidente Donald Trump.
A movimentação atípica gerou suspeitas imediatas no mercado de previsões, resultando em uma investigação de meses que culminou na detenção do comando por uso de dados sigilosos para ganhos financeiros.
“Nossos homens e mulheres em serviço recebem acesso a informações confidenciais para cumprir suas missões com segurança e eficácia, e são proibidos de usar esses dados altamente sensíveis para obter vantagem financeira pessoal”, disse o procurador-geral interino do FBI, Todd Blanche, na nota divulgada.
Leia mais: As suspeitas em torno de aposta que ganhou quase meio milhão de dólares com prisão de Maduro
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➡️ O ganho ocorreu porque ele comprou os contratos quando eles ainda estavam muito baratos, antes da divulgação da operação militar dos Estados Unidos que levou à prisão do líder venezuelano.
Após a divulgação da operação militar dos Estados Unidos e da prisão de Maduro, o preço dos contratos subiu rapidamente. Com isso, o valor da posição do investidor aumentou de forma expressiva, gerando um lucro estimado em US$ 410 mil, segundo dados da Polymarket.
A valorização ocorreu porque esses contratos pagam US$ 1 quando o evento previsto se confirma. Quem compra quando o preço está baixo e acerta o resultado obtém um retorno elevado em pouco tempo. Foi o que aconteceu neste caso, já que o investidor entrou antes da notícia se tornar pública.
Os registros da Polymarket mostram que a conta anônima foi criada no mês passado. Em 27 de dezembro, o investidor comprou contratos no valor de US$ 96 que renderiam lucro caso os EUA realizassem uma operação militar na Venezuela até 31 de janeiro. Nos dias seguintes, ele fez novas apostas do mesmo tipo, sempre quando os preços ainda estavam baixos.
Mercados de previsão como a Polymarket funcionam com contratos simples de “sim” ou “não”. Os usuários apostam em eventos ligados a esportes, entretenimento, política e economia. Quando o evento acontece, o contrato paga US$ 1. Caso contrário, perde o valor.

Trump pretende convidar Putin para a cúpula do G20 nos EUA, diz jornal

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Putin e Trump se cumprimentam durante encontro no Alasca em agosto de 2025
REUTERS/Kevin Lamarque
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende convidar o líder russo, Vladimir Putin, para a cúpula do G20 marcada para dezembro, em Miami. A informação foi revelada pelo jornal "The Washington Post" nesta quinta-feira (23).
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O G20 reúne as maiores economias do mundo, como Brasil, Estados Unidos, China e Rússia, além de países europeus. O grupo realiza encontros anuais, sendo o mais recente foi na África do Sul. O Brasil sediou a edição de 2024.
Um funcionário do governo americano disse ao Washington Post que os EUA ainda não enviaram um convite formal para Putin. Por outro lado, segundo ele, a Rússia, como integrante do G20, será chamada para as reuniões ministeriais e para a cúpula de líderes.
Questionado nesta quinta-feira sobre o assunto, Trump afirmou que não tinha conhecimento do convite, mas disse que não se oporia à participação de Putin. Ele também declarou duvidar da presença do russo.
“Se ele viesse, provavelmente seria muito útil”, afirmou.
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A cúpula está prevista para os dias 14 e 15 de dezembro, em um resort de Trump, em Miami. Na quarta-feira (22), o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Alexander Pankin, disse que o país foi convidado a participar do encontro "no mais alto nível".
Já nesta quinta-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que ainda não há decisão sobre a participação de Putin.
"Não foi tomada nenhuma decisão a respeito, mas a Rússia participou de todas as cúpulas no nível apropriado", afirmou. "À medida que a data se aproximar, será definido o formato da participação."
Putin não participou das últimas edições do G20 por causa de um mandado de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI) por "crimes de guerra" ligados à guerra na Ucrânia. No ano passado, o país foi representado no encontro pelo assessor econômico Maxim Oreshkin.
Em agosto de 2025, Putin se encontrou com Trump no estado do Alasca para discutir a guerra na Ucrânia. Desde então, os dois presidentes não fizeram novas reuniões presenciais, mas mantiveram contatos por telefone.
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EUA prendem soldado envolvido na captura de Maduro que apostou na operação e ganhou R$ 2 milhões, diz TV

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulga foto de Nicolás Maduro após captura do líder venezuelano no dia 4 de janeiro de 2026
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Um soldado das forças especiais dos EUA, que participou da captura de Nicolás Maduro, foi preso por autoridades federais nesta quinta-feira sob a acusação de lucrar mais de US$ 400 mil em apostas na destituição do líder venezuelano plataforma Polymarket, segundo a rede de TV ABC News.
Segundo fontes ligadas ao Departamento de Justiça dos EUA, investigadores apontam que o militar utilizou informações privilegiadas para apostar US$ 33 mil apenas algumas horas antes do anúncio oficial da prisão de Maduro pelo presidente Donald Trump, em janeiro.
A movimentação atípica gerou suspeitas imediatas no mercado de previsões, resultando em uma investigação de meses que culminou na detenção do comando por uso de dados sigilosos para ganhos financeiros.
Leia mais: As suspeitas em torno de aposta que ganhou quase meio milhão de dólares com prisão de Maduro
A ABC News procurou representantes do Departamento de Justiça, mas eles não comentaram a apuração. O nome do soldado não foi divulgado.
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Peruano fica gravemente ferido após levar chifrada de 35 centímetros em tourada na Espanha; veja vídeo

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Peruano leva chifrada e sofre ferimento de 35 centímetro em tourada na Espanha.
Reprodução/Twitter
O toureiro peruano, Andrés Roca Rey, ficou gravemente ferido após ser atingido por uma chifrada durante uma tourada realizada em Sevilha, na Espanha, nesta quinta-feira (23). De acordo com o boletim médico divulgado após o atendimento, a lesão provocada pelo animal perfurou cerca de 35 centímetros, sendo classificada como “muito grave”.
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O relatório detalha que o ferimento atingiu a região da coxa, com extensas lesões musculares e comprometimento de estruturas vasculonervosas, embora sem lesão vascular direta.
Segundo o documento, a perfuração apresentou dois trajetos: um descendente, de cerca de 20 centímetros, e outro ascendente, de aproximadamente 15 centímetros. A gravidade do quadro exigiu intervenção imediata ainda na enfermaria da praça de touros, antes da transferência do paciente para um hospital.
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O acidente ocorreu no momento final da apresentação, quando o toureiro se aproximou do animal para aplicar o golpe fatal. Nesse instante, o touro reagiu e atingiu o artista com o chifre, levantando-o do chão e provocando a perfuração profunda.
Imagens registradas por espectadores mostram o momento da chifrada e a rápida mobilização da equipe de apoio, que retirou o toureiro da arena sob forte comoção do público.
Após o atendimento inicial, os médicos realizaram controle do sangramento e sutura das estruturas afetadas. O estado de saúde é considerado grave, e o toureiro segue sob acompanhamento hospitalar.
Casos como esse não são incomuns em touradas, prática tradicional na Espanha, mas frequentemente criticada por organizações de defesa dos animais e por conta dos riscos envolvidos aos participantes.
Peruano leva chifrada e sofre ferimento de 35 centímetro em tourada na Espanha.
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Cessar-fogo entre Israel e Líbano é prorrogado por 3 semanas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (23) a prorrogação do cessar-fogo entre Israel e Líbano por mais três semanas. A decisão foi tomada após uma nova reunião entre autoridades dos dois países em Washington.
A trégua entrou em vigor em 16 de abril e previa duração inicial de 10 dias. Com a renovação, o cessar-fogo deve durar pelo menos até o início da segunda quinzena de maio. Apesar disso, há dúvidas sobre a efetividade do acordo. Mesmo em vigor, Israel e o Hezbollah trocaram ataques nos últimos dias.
Nesta quinta-feira, por exemplo, o grupo extremista libanês lançou foguetes contra o norte de Israel, que foram interceptados.
Já na quarta-feira (22), pelo menos cinco pessoas morreram em um bombardeio israelense no sul do Líbano. Entre as vítimas está uma jornalista libanesa de 43 anos.
Em uma rede social, Trump afirmou que se reuniu nesta quinta-feira, na Casa Branca, com autoridades de alto escalão dos dois países para uma nova rodada de negociações. Além dele, participaram do encontro o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e os embaixadores de Israel e do Líbano no país.
"A reunião foi muito produtiva! Os Estados Unidos vão trabalhar com o Líbano para ajudar o país a se proteger do Hezbollah. O cessar-fogo entre Israel e Líbano será estendido por TRÊS SEMANAS", publicou.
Trump disse ainda que espera receber em breve o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente do Líbano, Joseph Aoun, na Casa Branca. Segundo ele, o encontro pode acontecer já nas próximas semanas.