Louça luxuosa, Musk ‘tietado’ e mais: veja VÍDEO e FOTOS de banquete com Trump e Xi na China

China cometeria ‘erro terrível’ se tentasse tomar Taiwan à força, diz secretário de Trump
Decoração detalhada e Musk 'tietado': veja como foi banquete de Trump e Xi na China
O banquete de Estado oferecido pelo governo de Xi Jinping ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e à comitiva americana nesta quinta-feira (14) foi recheado de luxo, com direito a decorações elaboradas de jardins chineses nas mesas e louça dourada.
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As mesas do banquete estavam montadas com talheres e protetores de pratos dourados, e tinham uma detalhada decoração de jardim chinês, com artes de lago, grama e animais. Veja nas fotos abaixo.
Diversas autoridades do governo dos EUA e CEOs de empresas norte-americanas também estavam presentes no banquete.
Segundo imagens de agências do evento, Elon Musk, dono da Tesla e aliado de Trump, foi um dos mais "tietados" pelos presentes (veja no vídeo acima). Ele tirou foto com ao menos três pessoas – entre elas o CEO da Xiaomi, companhia chinesa produtora de smartphones. O secretário de Estado, Marco Rubio, também foi abordado para tirar foto.
Trump e Xi discursaram na abertura do banquete. Eles pregaram maior cooperação entre os EUA e a China, e disseram que a relação bilateral entre os dois países é a "mais importante do mundo". Xi disse também que as nações podem andar lado a lado, e Trump o convidou para uma visita oficial em Washington em setembro. (Leia mais abaixo)
Decoração de mesa de banquete de Estado com presidentes Donald Trump e Xi Jinping em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
Decoração de jardim chinês em mesa de banquete de Estado com presidentes Donald Trump e Xi Jinping em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
Lugar do presidente dos EUA, Donald Trump, com louça de luxo em banquete de Estado em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
Presidente dos EUA, Donald Trump (à esquerda), e presidente chinês, Xi Jinping, em banquete de Estado no Grande Salão do Povo, em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
Presidente dos EUA, Donald Trump, assiste a discurso de presidente da China, Xi Jinping, durante banquete em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
Elon Musk, CEO da Tesla e aliado do presidente dos EUA, Donald Trump, com seu filho X Æ A-12 em banquete em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Go Nakamura/Pool
Trump e Xi discursam em banquete
O presidente da China, Xi Jinping, ofereceu um banquete para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (14). Os dois trocaram elogios e promessas de parceria entre seus países.
O anfitrião falou primeiro e chamou a visita de Trump a Pequim de "histórica". Contou que ele e o norte-americano tiveram uma "troca de opiniões profundas" antes do jantar e que ambos acreditam que a relação bilateral entre EUA e China é a mais importante do mundo.
Presidente da China, Xi Jinping (à esquerda), e presidente dos EUA, Donald Trump, apertam as mãos após seus discursos em banquete de Estado no Grande Salão do Povo, em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
"O rejuvenescimento da China e o lema 'Tornar a América Grande Novamente' podem caminhar juntos. China e Estados Unidos devem ser parceiros, não rivais. Respeito mútuo é fundamental para relações estáveis entre nossos países. Devemos trabalhar em conjunto para conduzir as relações China-EUA pelo caminho correto", afirmou Xi Jinping.
Depois da fala de Xi, foi a vez de Trump adotam um discurso conciliador. O presidente dos EUA chamou o líder chinês de "amigo" e anunciou que o convidou para uma visita oficial aos EUA no dia 24 de setembro.
"Tivemos discussões extremamente positivas e construtivas. A relação entre Estados Unidos e China é uma das mais importantes da história mundial. Temos a chance de criar um futuro de maior cooperação e prosperidade", defendeu o republicano.
Reunião entre Xi e Trump tem alerta de conflito entre EUA e China e promessa de 'portas abertas'
Casa Branca definiu reunião de Trump e Xi como "boa"
Mais cedo, nesta quinta, a Casa Branca afirmou em comunicado que a reunião entre Trump e Xi Jinping foi "boa" e que eles discutiram questões econômicas e geopolíticas. Algo notório é que um documento não mencionou a questão de Taiwan.
“O presidente Trump teve uma boa reunião com o presidente Xi, da China. Os dois lados discutiram formas de ampliar a cooperação econômica”, disse a Casa Branca em comunicado que descreveu como foi o encontro entre Trump e Xi, que durou pouco mais de 2h.
Trump se encontra com Xi Jinping em Pequim
O texto, no entanto, não mencionou discussões sobre Taiwan, o que contrasta a versão do governo chinês sobre a reunião. Segundo a agência chinesa Xingua, Xi alertou a Trump para o risco de um "conflito" entre EUA e China caso a questão da ilha asiática não seja conduzida de forma adequada pelos dois países.
"Xi Jinping destacou a Trump que a questão de Taiwan é o tema mais importante nas relações China-EUA. (…) O lado americano deve tratar a questão de Taiwan com a máxima prudência", afirmou nesta quarta Guo Jiakun, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês.
O fato de não haver qualquer referência a Taiwan no comunicado oficial dos EUA é notório porque Washington e Pequim travam uma disputa silenciosa e de palavras no âmbito diplomático sobre a ilha asiática. Nessa disputa, os termos utilizados e a menção ou não da questão em documentos oficiais pode ter uma repercussão futura em ações de ambos os países.
Taiwan é uma ilha no mar da China a cerca de 180 km do território chinês e tem um governo próprio. No entanto, Pequim quer anexar a ilha a seu país e pressiona países do mundo a não reconhecê-la como uma nação independente. Por conta disso, Taiwan é uma das questões mais sensíveis para o governo Xi.
Trump ao lado de Xi Jinping na China, em 13 de maio de 2026
BRENDAN SMIALOWSKI/AFP
O comunicado da Casa Branca disse também que Trump e Xi concordaram que o Irã nunca pode ter uma arma nuclear e que o Estreito de Ormuz —canal que liga o Golfo Pérsico ao resto do mundo, fechado pelo Irã desde o final de fevereiro por conta da guerra— "precisa continuar aberto". A China é um dos principais aliados do regime iraniano.
Ainda segundo a Casa Branca, Trump e Xi discutiram caminhos para aumentar a cooperação econômica entre os dois países e reduzir a entrada nos EUA de matéria-prima precursora para produção do fentanil.
A reunião entre os dois líderes começou por volta das 23h, no horário de Brasília, de quarta-feira —final da manhã no horário local de Pequim. O encontro deixou as delegações dos dois países frente a frente e durou cerca de 2 horas e 15 minutos, segundo a Casa Branca.
Trump foi elogioso durante o encontro com Xi: disse que os EUA têm um "futuro fantástico" com a China por conta de sua relação com o presidente chinês, a quem chamou de "amigo e grande líder".
Xi, por sua vez, disse que a China e os EUA não devem ser rivais, e sim parceiros, e que a relação entre os dois países será decisiva em um momento de incerteza e de “encruzilhada” global.
O líder chinês disse ainda que os interesses comuns de ambos os países superam as diferenças e, por isso, é necessário se esforçar para superar o que ele chamou de "armadilha de Tucídides" e forjar um novo modelo de parceria entre as duas maiores potências do mundo.
Leia mais sobre o encontro entre Trump e Xi aqui.
GIF: FOTOS de banquete com Trump e Xi na China
Reuters

Avião cai na Flórida, e 11 sobreviventes passam 5 horas em alto mar; VÍDEO mostra resgate

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Vídeo mostra resgate de passageiros de avião que caiu na Flórida após 5 horas no mar
Após "milagrosamente" sobreviver a uma queda de avião perto da Flórida, nos Estados Unidos, um grupo de 11 passageiros e tripulantes de um bimotor passou ainda cinco horas em alto mar, sobre boias, segundo a Guarda Costeira dos EUA.
Eles todos foram resgatados com vida, e as imagens do resgate foram registradas em vídeo (veja acima).
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➡️O caso ocorreu na tarde de terça-feira (12). Segundo autoridades locais, o avião em que estava o grupo vinha das Bahamas e caiu a cerca de 130 quilômetros da costa da Flórida. A suspeita é que houve uma pane do motor.
A aeronave caiu então em alto mar, e todos a bordo sobreviveram à queda.
"O fato de todas essas pessoas terem sobrevivido é um verdadeiro milagre", disse a major da Força Aérea Elizabeth Piowaty, comandante de uma das aeronaves envolvidas no resgate.
Operação da Guarda Costeira para resgatar passageiros de avião que caiu perto da Flórida, nos EUA, após 5 horas no mar, em 13 de maio de 2026.
Divulgação/ Guarda Costeira dos Estados Unidos
Durante a queda, o avião enviou um sinal de um localizador de emergência, recebido por autoridades locais. Por coincidência, um avião militar projetado para busca e resgate em combate estava no ar em uma missão de treinamento na região e se uniu à operação.
A major Elizabeth Piowaty, que estava no avião militar, disse que sua equipe avistou as boias com os sobreviventes. Como a aeronave não tinha no momento equipamentos para içar o grupo, militares lançaram um pacote de comida, água e flutuadores adicionais para sustentar os sobreviventes até que os socorristas pudessem alcançá-los na água.
Para complicar, uma tempestade se aproximava da costa da Flórida, segundo a Guarda Costeira. Mas socorristas da Guarda Costeira conseguiram chegar à tempo e resgataram os 11 adultos em um ponto próximo da cidade de Melbourne, na Flórida.
"Eles já estavam no bote há quase cinco horas. Dava para perceber só de olhar para eles que estavam angustiados", disse Rory Whipple, um oficial de resgate de combate da Força Aérea. "Eles não tinham comunicações, então não sabiam que estávamos chegando até que estivéssemos bem em cima deles", acrescentou.
Imagens mostram grupo de passageiros de avião que caiu perto da Flórida em boias em alto-mar.
Reprodução/ NBC
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VÍDEO: criança de 3 anos escapa ilesa de capotamento nos EUA após mãe fugir da polícia

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Criança de 3 anos escapa ilesa de capotamento nos EUA após pai fugir da polícia
Uma criança de 3 anos conseguiu escapar ilesa após o capotamento do carro onde estava em uma área rural do condado de Mississippi, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (13).
O flagrante do incidente foi registrado pela câmera de uma viatura da Polícia Estadual do Arkansas.
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As imagens mostram o veículo recebendo uma manobra para forçar sua parada, saindo da pista e, em seguida, capotando e parando com as rodas para cima (veja no vídeo acima).
Poucos segundos depois, sob a mira das armas dos policiais, a porta traseira se abre e o menino deixa o carro, com as mãos para cima, seguido pela mãe.
Menino de 3 anos sai de carro com as mãos para cima, seguido pela mãe
WMC/Polícia Estadual do Arkansas
Segundo informações da polícia, a perseguição que resultou no incidente começou quando a motorista se recusou a parar por excesso de velocidade.
Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, nem o menino nem a mãe ficaram feridos, e a criança foi entregue à custódia de outro adulto no local.
Thalia Jones, de 23 anos, foi acusada de excesso de velocidade, direção imprudente, dirigir com a carteira de habilitação suspensa, colocar uma criança em perigo e uso não autorizado de veículo de outra pessoa para cometer um crime.
Capotamento de carro no Mississippi
WMC/Polícia Estadual do Arkansas

Em vantagem sobre Trump, Xi coloca Taiwan como linha vermelha e dá recado claro aos EUA

China cometeria ‘erro terrível’ se tentasse tomar Taiwan à força, diz secretário de Trump
Reunidos em Pequim, Trump e Xi defendem parceria de cooperação e competição equilibrada
Xi Jinping foi veemente no recado a Donald Trump, introduzindo o tema Taiwan logo no início da reunião de cúpula em Pequim. Se os EUA lidarem mal com a questão, os dois países entrarão “em uma situação extremamente perigosa”, advertiu. Em outras palavras, a independência da ilha é sinônimo de guerra.
“A independência de Taiwan e a paz no estreito são tão irreconciliáveis quanto o fogo e a água”, atestou.
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AO VIVO: Acompanhe as últimas novidades sobre a visita de Trump à China
O alerta de Xi transmitiu a confiança do presidente chinês como anfitrião de um encontro no qual ele se encontra em vantagem em relação ao americano, sobretudo porque tem o tempo a seu favor.
Trump precisa reverter o humor de seus eleitores, abalado pela alta de preços e a impopularidade da guerra no Irã, até novembro, a tempo das eleições de meio de mandato nos EUA. E Xi mostrou que não está disposto a baixar a guarda.
O presidente americano espera que o colega chinês use sua influência no Irã para agilizar uma solução para o conflito militar, que está sob um delicado cessar-fogo, mas têm impacto econômico com o bloqueio no Estreito de Ormuz. Pequim tem interesse em resolver o impasse na via marítima controlada pelo Irã no Golfo Pérsico, que prejudica suas exportações. Mas demonstra não ter tanta pressa quanto Washington.
Donald Trump e Xi Jinping durante encontro em Pequim em 14 de maio de 2026
BRENDAN SMIALOWSKI/Pool via REUTERS
Para a China, a contrapartida da pressão sobre o regime iraniano poderia ser uma mudança de estratégia dos EUA em relação a Taiwan. A posição americana tem sido calcada na política de “Uma só China”, que equilibra laços com Pequim e apoio à democracia em Taiwan.
Xi espera que Trump reduza as vendas de armas para a ilha autogovernada de 23 milhões de habitantes. No ano passado, o governo americano aprovou um pacote de US$ 11,1 bilhões (cerca de R$ 55,6 bilhões) e está finalizando outro de US$ 14 bilhões (R$ 70 bi).
O presidente chinês busca também uma mudança na retórica dos EUA em relação a Taiwan: em vez de dizer que não apoia a independência da ilha, declare que se opõe a ela — o que representaria uma reviravolta no tabuleiro geopolítico da região. Trump tem mandado sinais ambíguos, imprimindo mais tensão ao tema e temores entre aliados asiáticos, como Japão e Coreia do Sul.
Xi estabeleceu Taiwan como tema crucial. O presidente americano não respondeu publicamente ao alerta do líder chinês. Limitou-se a descrever com o repertório habitual suas impressões sobre as negociações com o país asiático. “Ótimo. Lugar fantástico. Incrível. A China é linda.”
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Taiwan
g1/Alberto Correa

China cometeria ‘erro terrível’ se tentasse tomar Taiwan à força, diz secretário de Trump

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Trump é recebido por Xi Jinping na China para reunião
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse nesta quinta-feira (14) que seria um “erro terrível” se a China tentasse tomar Taiwan à força, e que a posição de Washington sobre a ilha asiática não mudou.
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SANDRA COHEN: Em vantagem sobre Trump, Xi coloca Taiwan como linha vermelha e dá recado claro aos EUA
"Acreditamos que seria um erro terrível impor isso pela força ou por qualquer meio dessa natureza. Haveria consequências para isso, globalmente, não apenas nos Estados Unidos. E deixamos isso assim”, disse Rubio.
Rubio disse em entrevista à emissora norte-americana NBC que os EUA estão adotando uma "ambiguidade estratégica" sobre o tema Taiwan nas interações com o governo chinês durante visita do presidente Donald Trump a Pequim.
O secretário de Estado afirmou também que o assunto da venda de armas dos EUA para Taiwan “não teve destaque” nas conversas com os chineses.
Segundo Rubio, essa estratégia —comum na diplomacia quando países querem "fugir pela tangente" em determinados assuntos— está sendo empregada pela delegação de Trump porque a posição dos EUA sobre Taiwan não mudou: Washington não quer ver a ilha asiática ser anexada pela China.
Taiwan é um dos principais pontos de tensão entre as duas potências mundiais.
A China considera a ilha parte do território chinês, enquanto os Estados Unidos atuam para garantir a autonomia da região.
Nos últimos anos, os EUA forneceram armas a Taiwan, o que irritou Pequim.
Em resposta, o governo chinês ampliou a presença militar no entorno da ilha, o que também provocou críticas americanas.
O secretário Rubio também está na China na visita oficial de Trump, que está prevista para terminar na sexta-feira (15).
Xi adverte Trump sobre Taiwan
Xi Jinping e Donald Trump em Pequim, em 14 de maio de 2026
Reuters
O presidente da China, Xi Jinping, alertou nesta quinta-feira (14), durante encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o risco de confronto entre os dois países caso a questão de Taiwan não seja conduzida de forma adequada.
Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi afirmou que Taiwan é o tema mais importante na relação entre China e Estados Unidos. O presidente chinês afirmou que um erro na condução do assunto levaria a relação dos dois países para uma situação "muito perigosa".
Enquanto o encontro acontecia, um porta-voz do governo de Taiwan disse que a ilha era muito grata ao apoio dos Estados Unidos. O governo taiwanês disse ainda estar em contato próximo com os EUA sobre o encontro entre Trump e Xi Jinping.
Ainda durante o encontro, Xi citou a chamada “armadilha de Tucídides” ao questionar se China e Estados Unidos conseguirão evitar um confronto entre grandes potências.
Taiwan
g1/Alberto Correa
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