Flávio Bolsonaro e Vorcaro: veja como imprensa internacional repercutiu o caso

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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. As informações foram reveladas na quarta-feira (13) pelo site Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado pelo parlamentar. O caso repercutiu na imprensa internacional.
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Segundo o Intercept, Vorcaro pagou R$ 61 milhões para a produção do filme “Dark Horse” entre fevereiro e maio de 2025. O dinheiro, de acordo com o site, foi transferido para um fundo nos Estados Unidos ligado a um aliado de outro filho do ex-presidente, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações o conteúdo da reportagem e a existência do áudio.
O senador divulgou um vídeo em que confirmou o pedido de recursos a Vorcaro, mas negou irregularidades. Ele afirmou ainda não ter “relações espúrias” com o banqueiro e defendeu a criação de uma CPI do Banco Master.
Veja a seguir como o caso repercutiu na imprensa estrangeira:
Clarín
Clarín, da Argentina, repercute pedido de Flávio Bolsonaro a Vorcaro
Reprodução
O jornal argentino Clarín informou que Flávio Bolsonaro negociou com um banqueiro que está em prisão preventiva. A reportagem destaca que o Banco Master teria se comprometido a investir US$ 24 milhões na produção de um filme sobre Jair Bolsonaro.
A publicação também ressaltou a repercussão política do caso após a divulgação de mensagens entre o senador e o banqueiro.
“A troca de mensagens causou grande repercussão política, com críticas vindas de partidos que apoiam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e também de forças de oposição”, diz a reportagem.
Reuters
Reuters publicou reportagem sobre a ligação de Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro
Reprodução
A agência Reuters afirmou que as revelações provocaram reação imediata nos mercados financeiros e podem afetar a disputa presidencial.
“Os supostos vínculos entre Vorcaro e Flávio Bolsonaro podem prejudicar as ambições presidenciais do senador, que, segundo as pesquisas, está praticamente empatado com o presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva em um cenário simulado de segundo turno”, diz o texto.
A reportagem também relembra detalhes do caso Banco Master e afirma que o Banco Central determinou a liquidação da instituição em meio a investigações sobre carteiras de empréstimos fraudulentas.
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Associated Press
Reportagem da Associated Press sobre a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro
Reprodução
A Associated Press destacou que Flávio Bolsonaro negou irregularidades na relação com Vorcaro. Por outro lado, a agência também expôs uma contradição do senador momentos de a troca de mensagens ser publicada pelo site Intercept Brasil.
“Horas antes de suas mensagens para o banqueiro se tornarem públicas, o senador Bolsonaro disse a jornalistas em Brasília que não tinha nenhuma ligação com Vorcaro”, diz a reportagem.
“Ele fez o mesmo em março, depois que a imprensa brasileira noticiou que seu número havia sido encontrado em um dos celulares de Vorcaro apreendidos pela Polícia Federal.”
O texto também detalha o alcance do escândalo envolvendo o Banco Master e aponta possíveis impactos na campanha presidencial.
Bloomberg
Bloomberg repercute impacto no mercado após revelação envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
Reprodução
A Bloomberg ressaltou que o caso teve impacto direto no mercado. A agência norte-americana também citou preocupações entre investidores sobre os efeitos políticos do episódio.
“As oscilações do mercado foram impulsionadas pela preocupação de que o relatório prejudique a candidatura do senador Flávio Bolsonaro contra o presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro”, diz a reportagem.
O texto indica ainda que o índice Ibovespa fechou em queda de 1,8%, enquanto o real recuou 2,4% frente ao dólar.
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Irã diz que permitiu travessia de cerca de 30 embarcações pelo Estreito de Ormuz

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EUA e Irã voltam a entrar em combate na região do Estreito de Ormuz
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou em comunicado divulgado à mídia estatal iraniana nesta quinta-feira (14) que cerca de 30 embarcações cruzaram o Estreito de Ormuz com a permissão de Teerã desde a noite desta quarta-feira (13).
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Segundo fonte da agência de notícias iraniana Fars, o trânsito de navios da China pela rota foi retomado após um entendimento entre os dois países.
O anúncio das Forças Armadas iranianas não dá detalhes sobre a nacionalidade das embarcações que tiveram sua passagem autorizada, mas ocorre em meio à visita oficial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua delegação a Pequim, a capital chinesa.
Navios parados no Estreito de Ormuz, perto de Bandar Abbas, no Irã
Amirhosein Khorgooi/ISNA/WANA
Após o primeiro encontro entre Trump e Xi, um funcionário da Casa Branca afirmou à agência Reuters que os líderes concordaram que o estreito deveria permanecer aberto e que o Irã jamais deveria obter armas nucleares.
Em entrevista à CNBC nesta quinta, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse acreditar que a China, que é uma aliada próxima do Irã e sua principal compradora de petróleo, "faria o que pudesse" para ajudar a abrir o estreito, o que, segundo ele, era "de grande interesse para eles".
O Irã tem permitido a passagem ocasional de navios pelo estreito, mediante acordos especiais. Nesta quarta-feira (13), já havia deixado passar um petroleiro japonês.
Ataques a navios perto de Ormuz
Nos últimos dias, ataques a navios foram relatados na região do entorno de Ormuz. A Índia, por exemplo, informou que um de seus navios foi atacado na costa de Omã e classificou a situação como "inaceitável".
Nesta quinta, a agência britânica de segurança marítima UKMTO disse que "pessoas não autorizadas" embarcaram em um navio ancorado na costa do porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, e o estavam conduzindo em direção ao Irã.
Na segunda-feira (11), o governo da Coreia do Sul condenou “nos termos mais fortes possíveis” um ataque contra um navio cargueiro operado por uma empresa sul-coreana e afirmou que irá responder assim que a origem do incidente for confirmada.
Imagens mostram estrago em navio sul-coreano atacado no Estreito de Ormuz
🔎 O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, e essencial para o transporte global de petróleo.
Desde o início do conflito em 28 de fevereiro, o controle da passagem se tornou um dos principais pontos de tensão entre Washington e o Irã, no contexto da escalada das hostilidades na região.
Em meio ao conflito, o Irã passou a restringir a circulação de embarcações como forma de pressão contra os Estados Unidos, enquanto Washington respondeu intensificando a fiscalização e bloqueando o trânsito de navios iranianos na área.
Nos últimos dias, o Irã teria autorizado a passagem do navio do Catar como um gesto de boa vontade ao Catar e ao Paquistão, países que tentam ajudar nas negociações para reduzir a tensão no conflito.
Ao mesmo tempo, autoridades iranianas alertaram que navios de países que apoiam as sanções dos Estados Unidos podem enfrentar dificuldades para cruzar o Estreito de Ormuz.
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Copa: Trump suspende pagamento de caução de US$ 15 mil para turistas de 5 países

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Os desafios dos EUA a um mês da Copa do Mundo
O governo dos Estados Unidos derrubou a exigência do pagamento de um valor caução para entrar em seu país em casos de estrangeiros que tenham comprado ingressos para a Copa do Mundo.
➡️ No ano passado, o governo de Donald Trump estabeleceu que cidadãos de 50 países que queiram entrar nos EUA deveriam deixar um depósito de até US$ 15 mil (cerca de R$ 75 mil), dependendo do caso, a ser devolvido quando deixassem o território norte-americano. O Brasil não estava na lista, e os brasileiros seguem sem precisar pagar a taxa para entrar nos EUA.
Na quarta-feira (13), o Departamento de Estado norte-americano suspendeu essa exigência para cinco dos 50 países listados. São eles: Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, Senegal e Tunísia.
Para ser liberado do pagamento, no entanto, o turista de um desses cinco países precisa ter comprado pelo menos um ingresso para um dos jogos da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
Jogadores, técnicos e alguns membros da equipe da Copa do Mundo já estavam isentos da exigência de fiança como parte das ordens do governo para priorizar o processamento de vistos para o torneio.
"Os Estados Unidos estão entusiasmados em organizar a maior e melhor Copa do Mundo da Fifa da história", disse a Secretária Adjunta de Estado para Assuntos Consulares, Mora Namdar. “Estamos isentando a exigência de visto para torcedores qualificados que compraram ingressos para a Copa do Mundo e optaram pelo sistema Fifa Pass, que permite agendamentos de visto mais rápidos a partir de 15 de abril".
Em comunicado, a Fifa agradeceu ao governo Trump pela parceria e afirmou que o anúncio demonstra “nossa colaboração contínua com o governo dos EUA e a força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo da Fifa, a fim de realizar um evento global de sucesso, recordista e inesquecível”.
A isenção representa uma flexibilização rara da política de imigração sob o governo Trump e facilitará as viagens para pelo menos alguns visitantes dos EUA para a Copa do Mundo, que começa em 11 de junho.
Washington tem tomado medidas drásticas para restringir a imigração durante o evento, que críticos dizem ser incongruentes com a mensagem unificadora que um evento esportivo global como a Copa do Mundo deveria projetar. Entre elas:
O governo proibiu a entrada de viajantes do Irã e do Haiti, embora jogadores, técnicos e outros membros da equipe de apoio da Copa do Mundo estejam isentos;
Viajantes da Costa do Marfim e do Senegal enfrentam restrições parciais sob uma versão ampliada da proibição de viagens, mesmo sem a isenção da fiança de visto;
Viajantes estrangeiros também enfrentaram novas exigências potenciais para apresentar seus históricos de mídias sociais, embora essa política da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA ainda não tivesse entrado em vigor;
O governo havia mobilizado agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês) em aeroportos recentemente, quando os funcionários da Administração de Segurança de Transporte não estavam sendo pagos durante uma paralisação parcial do governo federal.
Essas medidas levaram a Anistia Internacional e dezenas de grupos de direitos humanos e civis dos Estados Unidos a emitir um “alerta de viagem para a Copa do Mundo” que adverte os viajantes sobre o clima nos EUA.
Neste mês, o sindicato dos hotéis dos EUA culpou as barreiras de visto e outras questões geopolíticas por “reduzir significativamente a demanda internacional”, levando a reservas de hotéis para o torneio de futebol muito abaixo do que havia sido inicialmente previsto.
A Associação Americana de Hotéis e Alojamentos (American Hotel & Lodging Association) afirmou que os viajantes estão preocupados com os tempos de espera potencialmente longos para vistos e com o aumento das taxas, além da incerteza sobre como seus processos de entrada nos EUA estão sendo conduzidos.
Caução
A busca pelo visto EB-2 NIW nos EUA
Divulgação
No ano passado, ao impor a taxa, o Departamento de Estado alegou que os 50 países listados apresentavam altas taxas de pessoas que excediam o prazo de seus vistos e outros problemas de segurança.
A fiança faz parte de um esforço maior do governo para reprimir os migrantes que viajam para os EUA com vistos temporários, mas que permanecem no país após o vencimento do visto.
Os solicitantes de visto dos países afetados são obrigados a pagar fianças de US$ 5.000, US$ 10.000 ou US$ 15.000, que serão reembolsadas se o viajante cumprir os termos do visto ou se o pedido de visto for negado.
No início de abril, acreditava-se que o número de torcedores da Copa do Mundo afetados pela exigência de fiança fosse relativamente pequeno, talvez apenas cerca de 250 pessoas, de acordo com autoridades norte-americanas que não estavam autorizadas a comentar publicamente e falaram sob condição de anonimato.
A Fifa havia solicitado a isenção, que precisava ser aprovada pelo Departamento de Estado e pelo Departamento de Segurança Interna.
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Taiwan diz que China é ‘maior ameaça’ à paz, e que alerta de Xi a Trump não surpreendeu

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O governo de Taiwan voltou a criticar a China nesta quinta-feira (14), a quem chamou de "maior ameaça à paz", e disse que o alerta do presidente chinês, Xi Jinping, ao presidente dos EUA, Donald Trump sobre a ilha não surpreendeu.
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O vice-chefe e porta-voz do Conselho de Assuntos do Continente do governo taiwanês, Liang Wen-chieh, afirmou que a China é a verdadeira ameaça à paz regional, e por isso tem que interromper a pressão militar contínua feita contra Taiwan.
“Se manter a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan é realmente o maior ponto de convergência entre China e Estados Unidos, então o Partido Comunista Chinês deveria conter seu próprio comportamento de intimidação militar. (…) O maior risco para a paz no estreito [de Taiwan] é a China, que tenta destruir o status quo atual”, disse Liang.
A fala da autoridade taiwanesa ocorreu após Xi Jinping ter alertado Trump nesta quarta durante reunião em Pequim de que divergências entre EUA e China sobre Taiwan podem levar a um "conflito" entre os dois países.
Taiwan é um dos principais pontos de tensão entre as duas potências.
A China considera a ilha parte do território chinês, enquanto os Estados Unidos atuam para garantir a autonomia da região.
Nos últimos anos, os EUA forneceram armas a Taiwan, o que irritou Pequim.
Em resposta, o governo chinês ampliou a presença militar no entorno da ilha, o que também provocou críticas americanas.
Liang disse também que o governo taiwanês não está surpreso com nada que saiu da cúpula entre Trump e Xi até o momento, porque Taiwan é um dos temas mais importantes da agenda de todas as reuniões entre EUA e China.
O porta-voz afirmou ainda que Taiwan está em contato próximo com os EUA sobre o encontro entre Trump e Xi Jinping.
Xi adverte Trump sobre Taiwan
Xi Jinping e Donald Trump em Pequim, em 14 de maio de 2026
Reuters
O presidente da China, Xi Jinping, alertou nesta quinta-feira (14), durante encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o risco de confronto entre os dois países caso a questão de Taiwan não seja conduzida de forma adequada.
Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi afirmou que Taiwan é o tema mais importante na relação entre China e Estados Unidos. O presidente chinês afirmou que um erro na condução do assunto levaria a relação dos dois países para uma situação "muito perigosa".
Enquanto o encontro acontecia, um porta-voz do governo de Taiwan disse que a ilha era muito grata ao apoio dos Estados Unidos.
Ainda durante o encontro, Xi citou a chamada “armadilha de Tucídides” ao questionar se China e Estados Unidos conseguirão evitar um confronto entre grandes potências.
Segundo o presidente chinês, o mundo inteiro acompanha a reunião entre os dois líderes em um momento de mudanças profundas no cenário internacional. Em seguida, ele fez uma série de questionamentos a Trump.
“China e Estados Unidos conseguem superar a armadilha de Tucídides e criar um novo modelo de relações entre grandes potências? Podemos enfrentar juntos os desafios globais e oferecer mais estabilidade ao mundo?”, afirmou.
🔎 A expressão “armadilha de Tucídides” é usada para descrever o risco de guerra quando uma potência emergente desafia uma potência dominante.
O conceito foi inspirado nos escritos do historiador grego Tucídides, que analisou a Guerra do Peloponeso, travada entre Atenas e Esparta no século V a.C.
Segundo essa interpretação, o crescimento do poder de Atenas gerou medo em Esparta, tornando o conflito praticamente inevitável.
O termo se popularizou com o cientista político norte-americano Graham T. Allison, ao ser aplicado à rivalidade entre Estados Unidos e China.
Trump chama Xi de amigo
Presidente da China, Xi Jinping (à esquerda), e presidente dos EUA, Donald Trump, apertam as mãos após seus discursos em banquete de Estado no Grande Salão do Povo, em Pequim, na China, em 14 de maio de 2026.
REUTERS/Evan Vucci
Após o discurso de Xi, Trump afirmou que vê um “futuro fantástico” para a relação entre Estados Unidos e China. Ele também chamou o líder chinês de amigo.
Trump disse ter uma “relação fantástica” com Xi e afirmou que os laços entre os dois países “vão ser melhores do que nunca”.
“Vamos ter um futuro fantástico juntos. Tenho muito respeito pela China e pelo trabalho que você fez”, afirmou Trump, dirigindo-se a Xi.
“Você é um grande líder. Digo isso a todo mundo. Às vezes as pessoas não gostam que eu diga isso, mas digo mesmo assim porque é verdade. Eu só digo a verdade.”
O presidente americano classificou o encontro como “uma honra como poucas” já vividas e disse acreditar em um futuro positivo para a cooperação entre as duas potências.
Trump também elogiou recepção na China e afirmou ter ficado impressionado com a participação de crianças nas cerimônias oficiais.
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Musk, Tim Cook e outros bilionários da tecnologia participam de encontro entre Trump e Xi Jinping

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CEO da Apple, Tim Cook, o CEO da Tesla, Elon Musk, o Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e o Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bissent, participam da cerimônia de boas-vindas ao presidente dos EUA, Donald Trump, pelo presidente chinês Xi Jinping
REUTERS/Maxim
O encontro histórico entre Xi Jinping e Donald Trump nesta quinta-feira (14) também foi marcado pela presença de bilionários da tecnologia. Nomes como Tim Cook, CEO da Apple, Elon Musk, dono do X e da Tesla, e Jensen Huang, CEO da Nvidia, marcaram presença.
A Meta, dona de Facebook, Instagram e WhatsApp, enviou Dina Powell McCormick, presidente executiva e vice-presidente do conselho de administração da empresa. Ela já foi assessora de Donald Trump.
Além desses nomes mais conhecidos, também estavam presentes representantes de outras empresas de tecnologia, como Micron e Cisco (veja a lista completa abaixo).
Ao deixar o Grande Salão do Povo, em Pequim, após a cerimônia de boas-vindas, Musk afirmou a repórteres que gostaria de realizar "muitas coisas boas" na China. Elon Musk levou um de seus filhos, Æ A-XII, para o encontro.
CEO da Tesla, Elon Musk, e seu filho X Æ A-12 caminham no dia em que o Premier chinês Li Qiang se encontra com CEOs americanos, em Pequim.
REUTERS/Go Nakamura/Pool
Huang, da Nvidia, disse que foi convidado pelo próprio Trump para ir à China. "Esta é uma oportunidade incrível para mim, é claro, de representar os EUA e de vir apoiar o presidente Trump em uma das cúpulas mais importantes da história da humanidade", disse Huang aos repórteres durante o evento.
"Os dois presidentes têm uma relação maravilhosa. Esta é uma oportunidade incrível para confiarmos nesses relacionamentos para construir uma parceria muito, muito melhor", acrescentou.
Cook, que está prestes a deixar o cargo de CEO da Apple, fez um sinal positivo com as mãos ao ser questionado sobre como foram as reuniões, segundo a agência Reuters.
Segundo a agência AFP, Xi Jinping prometeu aos executivos que "a China abrirá cada vez mais suas portas para o mundo exterior" e afirmou que as empresas americanas terão "perspectivas ainda mais promissoras".
Executivos de empresas reunidos no encontro Trump e Xi
Apple (Tim Cook)
Blackrock (Larry Fink)
Blackstone (Stephen Schwarzman)
Boeing (Kelly Ortberg)
Cargill (Brian Sikes)
Citi (Jane Fraser)
Cisco (Chuck Robbins)
Coerente (Jim Anderson)
GE Aerospace (H Lawrence Culp)
Goldman Sachs (David Solomon)
Illumina (Jacob Thaysen)
Mastercard (Michael Miebach)
Meta (Dina Powell McCormick)
Micron (Sanjay Mehrotra)
Nvidia (Jensen Huang)
Qualcomm (Cristiano Amon)
Tesla/SpaceX (Elon Musk)
Visto (Ryan McInerney)