‘Armadilha de Tucídides’: Xi usa alegoria de guerra para questionar Trump se EUA e China podem evitar conflito

Trump se encontra com Xi Jinping em Pequim; SIGA
Trump se encontra com Xi Jinping em Pequim
O presidente chinês, Xi Jinping, citou nesta quinta-feira (14) a chamada “armadilha de Tucídides” ao questionar se China e Estados Unidos conseguirão evitar um confronto entre grandes potências. A declaração foi feita durante encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, em Pequim.
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Segundo Xi, o mundo inteiro acompanha a reunião entre os dois líderes em um momento de mudanças profundas no cenário internacional. Em seguida, ele fez uma série de questionamentos a Trump.
“China e Estados Unidos conseguem superar a armadilha de Tucídides e criar um novo modelo de relações entre grandes potências? Podemos enfrentar juntos os desafios globais e oferecer mais estabilidade ao mundo?”, afirmou.
“Podemos, em nome do bem-estar dos nossos dois povos e do futuro da humanidade, construir juntos um futuro mais brilhante para nossas relações bilaterais?”
🔎 A expressão “armadilha de Tucídides” é usada para descrever o risco de guerra quando uma potência emergente desafia uma potência dominante.
O conceito foi inspirado nos escritos do historiador grego Tucídides, que analisou a Guerra do Peloponeso, travada entre Atenas e Esparta no século V a.C.
Segundo essa interpretação, o crescimento do poder de Atenas gerou medo em Esparta, tornando o conflito praticamente inevitável.
O termo se popularizou com o cientista político norte-americano Graham T. Allison, ao ser aplicado à rivalidade entre Estados Unidos e China.
Trump chama Xi de amigo
Trump é recebido por Xi Jinping em Pequim, em 13 de maio de 2026
AP Photo/Mark Schiefelbein
Após o discurso de Xi, Trump afirmou que vê um “futuro fantástico” para a relação entre Estados Unidos e China. Ele também chamou o líder chinês de amigo.
Trump disse ter uma “relação fantástica” com Xi e afirmou que os laços entre os dois países “vão ser melhores do que nunca”.
“Vamos ter um futuro fantástico juntos. Tenho muito respeito pela China e pelo trabalho que você fez”, afirmou Trump, dirigindo-se a Xi.
“Você é um grande líder. Digo isso a todo mundo. Às vezes as pessoas não gostam que eu diga isso, mas digo mesmo assim porque é verdade. Eu só digo a verdade.”

Em encontro com Trump, Xi fala em ‘encruzilhada’ global e diz que China e EUA não devem ser rivais

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'Vamos ter um fantástico futuro juntos', diz Trump a Xi Jinping
O presidente da China, Xi Jinping, afirmou nesta quinta-feira (14) que a relação entre China e Estados Unidos será decisiva em um momento de incerteza e “encruzilhada” global. A declaração foi feita durante encontro com o presidente Donald Trump em Pequim.
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Segundo Xi, o mundo todo está acompanhando o encontro desta quinta-feira. Em discurso, o líder chinês questionou se China e Estados Unidos podem, em nome do bem-estar e do futuro da humanidade, construir juntos um futuro mais positivo para as relações bilaterais.
“Atualmente, transformações sem precedentes em um século estão se acelerando em todo o mundo, e o cenário internacional é fluido e turbulento. O mundo chegou a uma nova encruzilhada”, afirmou.
Xi disse que os interesses comuns entre China e Estados Unidos superam as diferenças.
Segundo ele, a cooperação é benéfica para os dois países e para o restante do mundo.
O presidente chinês afirmou ainda que o sucesso de uma nação representa oportunidade para a outra e que uma relação bilateral estável contribui para a estabilidade internacional.
“Devemos ser parceiros, não rivais. Devemos ajudar uns aos outros a ter sucesso, prosperar juntos e encontrar a forma adequada para que grandes países convivam na nova era”, afirmou Xi.
Trump também adotou um tom positivo ao comentar a relação bilateral. O presidente americano classificou o encontro como uma honra e disse acreditar que os laços entre os dois países vão melhorar.
“É uma honra estar com você, é uma honra ser seu amigo, e a relação entre China e Estados Unidos será melhor do que nunca”, afirmou.
Trump também elogiou Xi, chamando-o de “grande líder”, e disse ter ficado impressionado com a recepção na China, especialmente com a participação de crianças nas cerimônias, que, segundo ele, representam o futuro.
“Você é um grande líder. Digo isso a todo mundo. Às vezes as pessoas não gostam que eu diga isso, mas digo mesmo assim porque é verdade. Eu só digo a verdade.”
O encontro
Trump ao lado de Xi Jinping na China, em 13 de maio de 2026
BRENDAN SMIALOWSKI/AFP
Essa é a segunda vez em menos de um ano que Trump e Xi se encontram presencialmente. No último encontro, em outubro de 2025, os dois anunciaram acordos e concordaram em pausar a guerra comercial entre os dois países.
🇮🇷 Desta vez, no entanto, a reunião ocorre em meio a um conflito em andamento: a guerra no Irã. Apesar do cessar-fogo no Oriente Médio, Trump vem ameaçando novos ataques diante da falta de acordo.
A China é uma importante parceira do Irã e segue como uma das principais compradoras do petróleo iraniano.
O governo Trump tem pressionado Pequim a usar a influência sobre o Irã para avançar negociações e impedir que o país desenvolva uma arma nuclear.
Além do Irã, Trump também deve tratar com Xi da Rússia, em uma tentativa de avançar nas conversas de paz com a Ucrânia.
☢️ Também há tensões que envolvem diretamente China e Estados Unidos. Em novembro de 2025, Trump acusou Pequim de testar armas nucleares em segredo. A acusação foi reforçada por um subsecretário norte-americano em fevereiro deste ano, pouco antes do início da guerra no Irã.
O governo Trump afirma que a China tem realizado testes nucleares subterrâneos sem “limites” e “transparência”.
Pequim nega as acusações e condenou as declarações feitas por Trump.
O presidente norte-americano tem demonstrado interesse em um acordo conjunto entre EUA, Rússia e China para limitar a proliferação de armas nucleares.
À Reuters, uma autoridade do governo chinês disse que Xi não tem interesse em discutir o tema neste momento.
🇹🇼 Outro tema delicado entre os dois países é Taiwan. A China considera a ilha parte do próprio território. Já os Estados Unidos atuam para garantir a autonomia da região.
Os EUA têm fornecido armas para Taiwan, o que irritou a China.
Enquanto isso, Pequim reforçou a presença militar no entorno da ilha, o que gerou reação negativa dos norte-americanos.
Trump afirmou na segunda-feira (11) que vai discutir com Xi o fornecimento de armas para Taiwan.
"Vou ter essa conversa com o presidente Xi. O presidente Xi gostaria que não fizéssemos isso. Esta é uma das muitas questões sobre as quais vamos conversar", disse Trump a repórteres durante evento na Casa Branca.
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IA e comércio
Além das tensões geopolíticas, Trump e Xi também devem discutir temas econômicos e tecnológicos, como inteligência artificial (IA) e tarifas.
🤖 Em relação à IA, assessores do governo Trump têm demonstrado preocupação com o avanço de modelos desenvolvidos na China. A avaliação é que os países precisam criar um canal de comunicação para evitar conflitos. O encontro dessa semana pode pavimentar essa conversa.
O tema ganhou peso após uma nova escalada de tensões em abril.
Os EUA acusaram a China de promover roubo em larga escala de tecnologia de inteligência artificial, com tentativas organizadas de acessar sistemas americanos.
Segundo a Casa Branca, as ações envolveriam contas falsas e técnicas para contornar mecanismos de segurança e extrair dados sensíveis.
O episódio também levantou dúvidas sobre a liberação de chips avançados de IA para empresas chinesas.
💸 Já na área comercial, os dois países ainda vivem uma trégua firmada em outubro de 2025, após uma guerra tarifária. O acordo foi alcançado no último encontro entre Trump e Xi Jinping.
O acordo prevê redução de tarifas, compras de produtos americanos pela China e manutenção do fornecimento de minerais raros chineses aos EUA.
Desta vez, é esperado que Trump e Xi anunciem a criação de fóruns para facilitar o comércio e investimentos entre os dois países.
Na mesa de negociações também estará a prorrogação do tratado que interrompeu a guerra comercial entre os dois países.
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A ‘marinha mosquito’ do Irã: como ‘enxame’ de pequenas embarcações desafia os EUA no Estreito de Ormuz

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Pequenos barcos de ataque rápido integram as defesas do Irã
NurPhoto via Getty Images/BBC
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou recentemente ter "destruído totalmente" a Marinha do Irã, reduzindo a frota a "pequenos barcos com uma metralhadora".
Ainda assim, esses "barcos pequenos" — apelidados por alguns analistas ocidentais de "frota de mosquitos" — têm ferrão.
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Há meses, eles vêm ajudando o regime de Teerã a causar grave disrupção no Estreito de Hormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, no que especialistas dizem ser uma tentativa de prejudicar a economia global e pressionar Washington a abandonar sua guerra com Teerã.
Mas o que é essa frota de mosquitos e como ela se mostrou tão eficaz?
'Confundir e perturbar'
A frota de 'mosquitos' do Irã
Getty Images/BBC
A frota de pequenos barcos de ataque rápido foi criada pelo regime iraniano na década de 1980 durante a Guerra Irã-Iraque.
Embora o Irã estivesse em guerra com o Iraque, os combates se estenderam ao Golfo Pérsico durante a "Guerra dos Petroleiros" dos anos 1980, que envolveu os EUA na proteção do transporte de petróleo.
Confrontos com a Marinha dos EUA fizeram com que a frota naval convencional do Irã sofresse perdas significativas.
A frota de pequenos barcos do Irã então se tornou parte de uma doutrina de guerra projetada para combater potências navais superiores.
Ela constitui apenas uma parte de uma estratégia iraniana mais ampla que também inclui mísseis, drones, minas, lançadores costeiros e ataques de seus grupos aliados em países vizinhos.
Operada pelo poderoso Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), a frota não foi projetada para o combate naval tradicional, mas para "confundir e interromper a navegação", diz Saeid Golkar, professor da Universidade do Tennessee em Chattanooga e conselheiro da United Against Nuclear Iran (UANI), uma organização sem fins lucrativos que se opõe ao regime iraniano.
"O IRGC sabe que não pode derrotar os EUA em uma guerra naval convencional", acrescenta.
Em vez disso, visa aumentar os custos e riscos para as empresas que transitam pelo Golfo, visando navios-tanque comerciais e tornando o Estreito um local mais perigoso para operar.
As táticas da frota incluem disparar tiros perto de embarcações comerciais, colocar minas no mar e enviar enxames de barcos em alta velocidade de várias direções, dizem os especialistas.
Os barcos de ataque rápido geralmente são equipados com metralhadoras, foguetes ou mísseis antinavio.
Embora muitos tenham sido projetados e fabricados pelo estado iraniano, outros foram reaproveitados para uso civil, incluindo antigos barcos de pesca.
Os barcos são baratos e fáceis de substituir, diz Can Kasapoglu, pesquisador não residente do Instituto Hudson, um think tank de tendência conservadora em Washington, em um relatório recente.
Isso permite que o Irã ameace embarcações comerciais e militares "a um custo relativamente baixo, ao mesmo tempo em que coloca em risco os ativos de alto valor do adversário e a economia marítima global", diz Kasapoglu.
Especialistas dizem que o objetivo geral é pressionar Washington a abandonar sua guerra com Teerã e desencorajar futuros ataques.
Como muitos dos barcos ficam com a maior parte submersa dentro da água, é difícil detectá-los por radar até que estejam bem próximos, e o monitoramento eficaz exige vigilância constante com drones, helicópteros ou aeronaves de patrulha.
O tamanho exato da frota é desconhecido, em parte porque muitos dos barcos são mantidos escondidos em cavernas, enseadas e túneis ao longo da costa sul do Irã. No entanto, estimativas situam o número de barcos entre 500 e mais de mil.
O regime realiza exercícios navais regulares envolvendo a frota de mosquitos.
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'Guerra de guerrilha marítima'
NurPhoto via Getty Images/BBC
A frota não foi projetada para o combate naval tradicional, mas para 'confundir e atrapalhar a navegação', diz Saeid Golkar
Os analistas geralmente descrevem a abordagem do Irã como uma guerra de guerrilha no mar.
Embora a Marinha dos EUA consiga destruir os barcos rápidos do Irã quando eles ficam expostos em mar aberto, o IGRC tem o cuidado de evitar o combate aberto, de acordo com Golkar.
"O IRGC tenta evitar confronto direto e, em vez disso, usa táticas de ataque e retirada, enxames, minas, drones, mísseis e pequenas embarcações para aumentar o custo das operações americanas e comerciais", diz Golkar.
O Irã pode substituir barcos perdidos de forma rápida e barata. Os EUA e seus aliados, por outro lado, precisam mobilizar navios e aeronaves caros para proteger o tráfego comercial.
Em vez de destruir embarcações, até mesmo criar a percepção de um sério perigo pode aumentar os custos do seguro e persuadir as empresas a evitar a rota, observam os especialistas.
Até mesmo a ameaça das minas navais pode retardar ou interromper o tráfego. Limpar uma via navegável minada é um processo lento.
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A estratégia do Irã está funcionando?
O transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz é hoje apenas uma fração do que era antes da guerra.
O Hormuz Strait Monitor, uma plataforma de rastreamento em tempo real, mostra cerca de 10 navios transitando por dia pela via navegável — cerca de 8% da média diária usual de 60 navios.
O tráfego geral permanece mais de 90% abaixo dos níveis anteriores à guerra, de acordo com a equipe da Marinha Real do Reino Unido que monitora a região.
Houve um breve aumento na atividade quando os EUA, Israel e Irã concordaram com um cessar-fogo em 8 de abril. Mas dias depois, a tendência foi revertida quando os EUA impuseram seu próprio bloqueio às mercadorias que entram e saem do Irã.
E continuam ocorrendo ataques pelo estreito.
Na semana passada, o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), que monitora rotas marítimas internacionais, disse que uma embarcação que transportava carga a granel foi “atingida por um projétil desconhecido” a cerca de 43 km a nordeste de Doha, no Catar, causando um pequeno incêndio, mas sem vítimas.
A agência de notícias iraniana Fars informou posteriormente que a embarcação estava navegando sob a bandeira dos EUA e pertencia aos americanos.
A Organização Marítima Internacional das Nações Unidas estima que cerca de 1,5 mil navios e 20 mil tripulantes seguem afetados pelo bloqueio.
A redução no volume de petróleo que passa pelo estreito contribuiu para o que alguns analistas descrevem como o maior choque de oferta de petróleo da história, com preços atingindo níveis próximos de recordes.

Cuba diz que diesel e combustível acabaram: ‘Não temos reservas’

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Imagens de satélite mostram apagão em Cuba após colapso no fornecimento de energia; FOTO
Cuba está completamente sem diesel e combustível, afirmou o governo local nesta quarta-feira (13). A escassez ocorre enquanto a capital, Havana, enfrenta apagões rotativos no pior nível em décadas.
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“Não temos absolutamente nenhum combustível e absolutamente nenhum diesel”, disse o ministro de Energia e Minas, Vicente de la O, em meios de comunicação estatais.
Ele acrescentou que o sistema elétrico nacional está em estado crítico: “Não temos reservas.”
A crise acontece em meio ao bloqueio dos Estados Unidos que restringe o acesso de Cuba a combustíveis. Mais cedo, o governo norte-americano anunciou que está pronto para fornecer US$ 100 milhões em assistência direta ao povo cubano.
Em comunicado oficial, o Departamento de Estado dos EUA disse a quantia seria “distribuída em coordenação com a Igreja Católica e outras organizações humanitárias independentes confiáveis”.
“Cabe ao regime cubano decidir se aceita nossa oferta de assistência ou se nega uma ajuda essencial para salvar vidas, sendo, em última instância, responsabilizado perante o povo cubano por impedir essa assistência crucial”, afirmou o departamento em nota.
O comunicado também citou o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo o texto, os EUA fizeram diversas ofertas privadas ao governo cubano para fornecer ajuda ao país, incluindo apoio para internet via satélite gratuita e rápida e assistência humanitária.
Na terça-feira (12), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Cuba estava "pedindo ajuda" e que seu governo iria "conversar" com a ilha caribenha. Trump também chamou o país de "fracassado".
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REUTERS/Norlys Perez
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Trump se encontra com Xi Jinping em Pequim; SIGA Esse será o segundo encontro entre os presidentes dos EUA e da China em menos de um ano. Conflitos globais, armas nucleares e inteligência artificial estão no radar. O presidente dos EUA, Donald Trump, desembarcou nesta quarta em Pequim, na China, junto de sua comitiva. . O encontro ocorre em meio a tensões entre as duas principais potências econômicas mundiais, incluindo acusações de testes nucleares e Taiwan. A conversa sobre a ilha deve ser o tema mais delicado. . Apesar disso, o presidente dos EUA deve focar o encontro em pressionar Xi a abrir mercado a empresas dos EUA. Ele disse que não deve tratar de sua guerra contra o Irã. . Uma prorrogação da trégua na batalha de tarifas pode ser anunciada. . Na área de tecnologia, os EUA querem discutir a disputa sobre inteligência artificial e a produção de chips.