Em discurso no Parlamento, rei Charles III fala em mundo ‘perigoso e volátil’ e pede que governo melhore padrão de vida dos britânicos

Crise no Reino Unido: ministro da Saúde prepara renúncia para concorrer contra Starmer, diz jornal
Rei Charles III abre ano legislativo no Parlamento Britânico
O rei Charles III pediu nesta quarta-feira (13) que o governo do Reino Unido consiga dar mais estabilidade aos cidadãos e melhore o padrão de vida dos britânicos em meio a um mundo "perigoso e volátil". O pedido ocorreu em uma discurso anual que abriu o ano no Parlamento britânico.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
“Um mundo cada vez mais perigoso e volátil ameaça o Reino Unido, sendo o conflito no Oriente Médio apenas o exemplo mais recente. Todos os aspectos da segurança energética, de defesa e econômica da nação serão testados. Meu governo responderá a esse cenário com firmeza e buscará construir um país que seja justo para todos e que proteja, no longo prazo, a segurança energética, de defesa e econômica do Reino Unido”, disse o rei.
Charles III disse também que o governo britânico "continuará a conduzir uma política externa baseada em uma avaliação serena do interesse nacional (…) neste mundo volátil".
O rei também pregou uma maior aproximação à União Europeia e falou em melhorar as relações com os parceiros europeus no âmbito da segurança. Ele mencionou "comprometimento incontestável" à Otan.
Vídeos em alta no g1
Ainda no âmbito da segurança, mas olhando para o panorama interno, Charles III pediu ações urgentes para combater o antissemitismo no Reino Unido e também pediu novas leis para combater uma "crescente ameaça de entidades estrangeiras" no país.
O discurso do rei ocorreu em meio a uma crise política do governo do primeiro-ministro Keir Starmer, que vem enfrentando diversos pedidos de renúncia nos últimos dias. Starmer disse que não irá entregar o cargo, mas compareceu ao Parlamento britânico com uma expressão séria (veja na foto abaixo) para acompanhar a cerimônia. O premiê teve uma reunião com o ministro da Saúde, Wes Streeting, que teria dito a ele que pretende renunciar ao cargo para concorrer contra Starmer em uma eventual eleição legislativa, segundo a mídia britânica.
Primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, no Parlamento britânico para discurso do rei Charles III em 13 de maio de 2026.
REUTERS/Toby Melville/Pool
Discurso no Parlamento
O discurso de Charles III no Parlamento britânico é um rito que ocorre todos os anos no Reino Unido e abre o ano da casa parlamentar.
A fala tem como objetivo apresentar a agenda legislativa com as prioridades para o governo britânico para o próximo ano e é chamada de "Discurso do Trono" porque Charles III e Camilla se sentam no trono da Casa dos Lordes e a cerimônia tem pompas reais.
O discurso foi preparado pelo governo Starmer, porém é lido pelo rei por conta de seu papel de chefe de Estado. Charles III precisou adotar um tom neutro para evitar qualquer aparência de apoio ao seu conteúdo.
Rei Charles III e rainha Camilla durante discurso ao Parlamento do Reino Unido, em Londres, no dia 13 de maio de 2026.
Arthur Edwards/Pool via REUTERS

Testes de hantavírus deram negativo em pacientes suspeitos na Itália e na Espanha

Crise no Reino Unido: ministro da Saúde prepara renúncia para concorrer contra Starmer, diz jornal
Fantástico tira todas as dúvidas sobre o hantavírus
Dezessete pessoas monitoradas na Itália e na Espanha por suspeita de infecção por hantavírus testaram negativo, informaram os ministérios da Saúde dos dois países nesta quarta-feira (13), enquanto governos ao redor do mundo acompanham a disseminação do vírus.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou na terça-feira (12) que novos casos devem surgir a partir do surto identificado em um cruzeiro de luxo durante uma expedição polar que partiu da Argentina.
A OMS ressaltou que a situação não se compara à Covid-19 e não configura uma pandemia.
O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, mas, em casos raros, pode passar de uma pessoa para outra. Para isso, é necessário contato próximo. O período de incubação pode chegar a cerca de seis semanas, e tripulantes, passageiros e pessoas que tiveram contato com eles foram colocados em quarentena em vários países europeus.
Reprodução de imagem do hantavírus visto por um microscópio.
CDC/Cynthia Goldsmith
Quarentena
Três pessoas morreram desde o início do surto: um casal holandês e um cidadão alemão.
Ministros da Saúde de alguns países europeus se reuniriam na tarde desta quarta para compartilhar informações e coordenar a resposta ao vírus, disse ao Parlamento francês a ministra da Saúde da França, Stéphanie Rist.
O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças recomendou quarentena de seis semanas para todos os passageiros assintomáticos do cruzeiro original, até 21 ou 22 de junho, dependendo da data em que deixaram o navio.
A OMS elevou para nove o número de casos confirmados no surto e informou ainda duas suspeitas: uma pessoa que morreu antes de ser testada e outra na ilha de Tristan da Cunha, território remoto no Atlântico Sul onde não havia testes disponíveis.
Até agora, todos os casos são considerados ligados à viagem de cruzeiro ou a infecções ocorridas antes do embarque.
Imagem aérea mostra o navio de cruzeiro MV Hondius, onde três pessoas morreram com suspeita de contaminação por hantavirus.
AFP
Testes
Na Itália, exames foram realizados em uma turista argentina internada com pneumonia, em um homem da região da Calábria que estava em isolamento voluntário, em um turista britânico localizado em Milão e em uma pessoa que viajava com ele. Dois deles tiveram contato com uma mulher holandesa que morreu posteriormente em decorrência do vírus.
Todos os testes deram negativo, informou o Ministério da Saúde italiano em comunicado.
“O risco relacionado ao vírus permanece muito baixo na Europa e, portanto, também na Itália”, afirmou a pasta.
Na Espanha, novos testes PCR feitos em 13 espanhóis em quarentena em um hospital militar de Madri também tiveram resultado negativo, disse o representante do Ministério da Saúde Javier Padilla à emissora TVE.
O homem que havia testado positivo anteriormente apresentou dificuldades respiratórias durante a noite, mas seu quadro agora é estável.
Na França, a ministra Stéphanie Rist afirmou esperar ainda nesta quarta os resultados de exames realizados em 22 pessoas que tiveram contato com alguém infectado pelo vírus.
A busca por novos casos pode durar meses, já que o período de incubação pode chegar a cerca de seis semanas, afirmou à Reuters na terça-feira Arnaud Fontanet, chefe do departamento de Epidemiologia de Doenças Emergentes do Instituto Pasteur, na França.
Apesar disso, segundo ele, como o vírus não é transmitido facilmente, o total de novos casos deve se limitar a algumas dezenas.afirmou na terça-feira (12) que novos casos ainda podem surgir, mas ressaltou que o cenário não se compara à pandemia de Covid-19.
O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, mas pode passar de pessoa para pessoa em casos raros, geralmente após contato próximo. O período de incubação pode durar cerca de seis semanas.
Tripulantes, passageiros e pessoas que tiveram contato com os infectados foram colocados em quarentena em vários países europeus.
VÍDEO mostra capitão anunciando morte de passageiro em navio com surto de hantavírus
Reuters
Até agora, três pessoas morreram desde o início do surto: um casal holandês e um cidadão alemão.
Ministros da Saúde de alguns países da Europa se reuniriam nesta quarta para compartilhar informações e coordenar a resposta ao vírus, disse a ministra da Saúde da França, Stéphanie Rist.
O Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças recomendou quarentena de seis semanas para todos os passageiros assintomáticos do cruzeiro original, até os dias 21 ou 22 de junho, dependendo da data em que deixaram o navio.
A OMS elevou para nove o número de casos confirmados ligados ao surto, além de dois casos suspeitos: uma pessoa que morreu antes de ser testada e outra na ilha de Tristão da Cunha, no Atlântico Sul, onde não havia testes disponíveis.
Segundo a entidade, todos os casos conhecidos até agora foram contaminados durante a viagem ou antes do embarque.
Na Itália, exames foram realizados em um turista argentino internado com pneumonia, um homem da região da Calábria que estava isolado voluntariamente, um turista britânico localizado em Milão e uma pessoa que viajava com ele. Dois deles tiveram contato com uma mulher holandesa que morreu após contrair o vírus.
Todos os testes deram negativo, informou o Ministério da Saúde italiano.
“O risco relacionado ao vírus continua muito baixo na Europa e, portanto, também na Itália”, afirmou a pasta em comunicado.
Na Espanha, novos testes PCR feitos em 13 espanhóis em quarentena em um hospital militar de Madri também deram negativo, informou Javier Padilla, representante do Ministério da Saúde, à emissora TVE.
O homem que havia testado positivo anteriormente teve dificuldades respiratórias durante a madrugada, mas seu estado é estável.
Na França, a ministra Stéphanie Rist afirmou que aguardava ainda nesta quarta os resultados dos exames feitos em 22 pessoas que tiveram contato com alguém infectado.
Especialistas afirmam que a busca por novos casos pode durar meses devido ao longo período de incubação do vírus.
Arnaud Fontanet, chefe de epidemiologia de doenças emergentes do Instituto Pasteur, afirmou à Reuters que, como o vírus não é facilmente transmissível entre humanos, a expectativa é de que o total de casos adicionais fique limitado a algumas dezenas.

CIA trava guerra secreta no México para dizimar cartéis, diz TV

Crise no Reino Unido: ministro da Saúde prepara renúncia para concorrer contra Starmer, diz jornal
Operação em Chihuahua, no México, teve quatro mortos; entre eles, dois agentes americanos
Reuters
A Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos está travando uma ampla guerra secreta contra cartéis de drogas no México, com operações contra lideranças e para desmantelar as redes criminosas, revelou na terça-feira (12) a TV CNN Internacional.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
Essa guerra secreta da CIA em solo mexicano integra uma investida, esta sim pública, do governo Trump contra cartéis de drogas do país vizinho que, segundo Washington, estão "em guerra" com os EUA. O presidente norte-americano, Donald Trump, designou diversos cartéis mexicanos como organizações terroristas estrangeiras, entre eles os de Sinaloa, Jalisco e a Nueva Familia Michoacána.
Fontes da rede norte-americana disseram que essa guerra secreta ocorre desde 2025 e vai além dos assassinatos a membros de alto escalão, busca desmantelar redes inteiras dos cartéis e do tráfico, que envolve também identificar vulnerabilidades nos sistemas desses grupos.
A participação da CIA nas operações variou entre compartilhamento de inteligência e apoio direto em operações de assassinato, disseram as fontes à CNN Internacional. Ainda segundo a reportagem, a estratégia é similar a missões antiterrorismo já empregadas no passado para destruir grupos criminosos ao redor do mundo.
Vídeos em alta no g1
A participação da CIA na operação mexicana que levou o assassinato de El Mencho, o narcotraficante mais procurado do mundo, foi confirmada pelos governos dos EUA e do México, porém não foi o única operação do tipo em que eles estiveram envolvidos.
Também no início do ano, agentes da CIA contribuíram com uma ação que matou o narcotraficante Francisco Beltran, conhecido como "El Payin", no início do ano, segundo a CNN. Seu carro explodiu em uma rodovia movimentada próxima à Cidade do México, em uma cena que chocou o país.
Uma das evidências públicas da existência de agentes da CIA operando no México foi quando dois deles morreram em uma explosão de carro em Chihuahua em abril. A filiação dos agentes à agência federal norte-americana foi confirmada à CNN.
Um militar das forças especiais da Guarda Nacional do México faz guarda sobre um veículo em frente à sede da Promotoria Especializada em Crime Organizado (FEMDO), na Cidade do México, em 22 de fevereiro de 2026.
ALFREDO ESTRELLA / AFP
Ainda não se sabe se a participação da CIA em operações contra o narcotráfico estão ocorrendo com o aval do governo mexicano e, por isso, há uma chance delas serem ilegais à luz da Constituição mexicana. No incidente em Chihuahua, o governo mexicano disse que eles não tinham autorização para atuar no país.
Após a publicação da reportagem pela CNN, o secretário de Segurança do México, Omar García Harfuch, "rejeitou categoricamente qualquer versão que busque normalizar, justificar ou sugerir a existência de operações letais, encobertas ou unilaterais por agências estrangeiras” no país. Já a CIA disse que a reportagem da CNN é "falsa e falaciosa" e uma propaganda para os cartéis, porém não detalhou a acusação.
LEIA TAMBÉM:
EUA dizem a líderes da América Latina que força militar é a única forma de derrotar cartéis
Helicópteros, ajuda dos EUA e mais de 70 mortes: como foi a operação que matou 'El Mencho' e provocou onda de violência no México
Trump diz que EUA começarão ataques por terra a cartéis do tráfico de drogas

Antes da chegada de Trump, China pede ao Paquistão que ‘intensifique’ mediação na guerra no Oriente Médio

Crise no Reino Unido: ministro da Saúde prepara renúncia para concorrer contra Starmer, diz jornal
O que esperar do encontro entre Trump e Xi Jinping na China
O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, instou o Paquistão a "intensificar" seus esforços de mediação na guerra entre os Estados Unidos e o Irã, e expressou a intenção de seu país de continuar apoiando as gestões em favor do diálogo, informou nesta quarta-feira (13) a imprensa estatal chinesa.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
O pedido ocorreu em uma conversa telefônica entre Wang e seu homólogo paquistanês, Ishaq Dar, segundo a agência oficial de notícias chinesa Xinhua. A ligação ocorreu na terça-feira, porém até o momento sabia-se apenas que eles haviam discutido as tensões entre EUA e Irã.
O chanceler chinês "pediu ao Paquistão que intensifique seus esforços de mediação e a contribuir para abordar adequadamente as questões relacionadas à abertura do Estreito de Ormuz", informou a Xinhua.
As articulações ocorrem momentos antes da chegada do presidente norte-americano, Donald Trump, à China para uma visita oficial. A China um parceiro estratégico e econômico fundamental do regime iraniano, e a guerra no Oriente Médio será um dos temas das reuniões entre Trump e o presidente chinês Xi Jinping. A chegada de Trump na China está prevista para ocorrer por volta das 9h, no horário de Brasília ,
"A China continuará apoiando os esforços de mediação do Paquistão e dará sua própria contribuição para esse fim", acrescentou Wang, ainda segundo a Xinhua.
"Ambas as partes destacaram a importância de manter um cessar-fogo duradouro e garantir a circulação normal através do Estreito de Ormuz", rota-chave para o trânsito mundial de hidrocarbonetos bloqueada desde o início da guerra em fevereiro, informou, por sua vez, a chancelaria paquistanesa em um comunicado.
LEIA TAMBÉM:
Não preciso da ajuda de Xi Jinping com o Irã, diz Trump antes de embarcar para encontro com o líder chinês
Posição estratégica, venda de armas e até chips: por que Taiwan é tão importante na disputa de poder entre EUA e China
Por que encontro entre Trump e Xi deve definir relação entre superpotências por anos
O presidente Donald Trump, à esquerda, e o presidente chinês Xi Jinping posam antes da reunião de cúpula no Aeroporto Internacional de Gimhae, em Busan, Coreia do Su
Foto AP/Mark Schiefelbein

Crise no Reino Unido: ministro da Saúde prepara renúncia para concorrer contra Starmer, diz jornal

Crise no Reino Unido: ministro da Saúde prepara renúncia para concorrer contra Starmer, diz jornal
Ministro da Saúde do Reino Unido, Wes Streeting, próximo à residência oficial do premiê Keir Starmer antes de reunião em
REUTERS/Jaimi Joy
O ministro da Saúde do Reino Unido, Wes Streeting, está se preparando para renunciar para concorrer contra o primeiro-ministro Keir Starmer, revelou nesta quarta (13) o tabloide britânico "The Times". Streeting pode deixar o cargo já na quinta-feira, segundo a reportagem.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
A renúncia de Streeting tem o potencial de agravar ainda mais a crise no governo Starmer (leia mais abaixo). O próprio premiê vem enfrentando diversos pedidos públicos para entregar o cargo nos últimos dias, porém ele disse a seus ministros na terça que não renunciará.
A notícia de que Streeting está preparando sua renúncia ocorreu poucos minutos após uma breve reunião do ministro com Starmer. Aliados do ministro afirmaram ao "Times" que Streeting disse a Starmer que ele está determinado a desafiá-lo pelo cargo de primeiro-ministro por meio de eleições parlamentares.
Com isso, um mecanismo formal dentro do Partido Trabalhista deve ser acionado nos próximos dias para abrir caminho para o pleito. Segundo o "Times", Streeting já prepara de documentos de nomeação para que parlamentares apoiem uma disputa pela liderança do governo britânico.
Vídeos em alta no g1
Um porta-voz de Streeting desconversou sobre a renúncia em nota ao "Times": “Wes é o secretário de Saúde, tem orgulho de seu histórico de redução das filas de espera e de um NHS em recuperação. Ele não pretende dizer nada após sua reunião com o primeiro-ministro que possa desviar a atenção do Discurso do Rei.”
A reunião entre Streeting e Starmer nesta quarta durou menos de 20 minutos, e o ministro da Saúde não falou com a imprensa nem na chegada à residência oficial do governo britânico na Downing Street nem na saída da reunião.
LEIA TAMBÉM:
Starmer desafia pedidos de renúncia e diz a ministros que não entregará o cargo
Quem poderia substituir Keir Starmer como primeiro-ministro do Reino Unido
Crise no governo Starmer
Primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, no Parlamento britânico para discurso do rei Charles III em 13 de maio de 2026.
REUTERS/Toby Melville/Pool
O premiê Starmer enfrenta uma crise política que se intensificou após derrotas de seu partido em eleições regionais em 7 de maio, o que deixou seu mandato em risco. Desde então, ele vem recebendo diversos pedidos públicos de políticos de seu partido para renunciar ou apresentar um plano de transição de poder.
Inclusive, seis ministros de alto escalão de seu governo, entre eles Wes Streeting, iriam pedir a renúncia de Starmer em uma reunião de gabinete emergencial na terça. Porém, antes desse movimento dos ministros, Starmer disse a eles que não entregará o cargo e desafiou aos presentes para desafiar sua liderança por meio de um mecanismo de sucessão dentro do partido, porém ninguém se manifestou naquele momento.
Segundo a emissora britânica BBC, ao menos 81 dos 403 parlamentares trabalhistas já pediram que ele entregue o cargo imediatamente ou apresente um prazo para deixar o governo. Esse número é o mínimo necessário para desafiar o premiê, porém é preciso haver um nome em consenso para o candidato.