Avião da Turkish Airlines é evacuado em aeroporto no Nepal após incêndio no trem de pouso

Trump diz que Suprema Corte dos EUA deveria ser ‘leal’ ao seu governo em casos cruciais
Avião da Turkish Airlines é evacuado no Tribhuvan International Airport após incêndio ocorrer no trem de pouso em Catmandu, no Nepal, em 11 de maio de 2026.
REUTERS/Navesh Chitrakar
Um avião da Turkish Airlines foi evacuado nesta segunda-feira (11) no Nepal após um pequeno incêndio ter ocorrido no trem de pouso. No momento do incidente, a aeronave estava taxiando após aterrissar na capital Catmandu.
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O protocolo foi acionado após fumaça ser observada saindo da parte debaixo do avião, e a evacuação forçou o fechamento do aeroporto durante uma hora, informou a companhia aérea. Veja no vídeo abaixo.
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A Autoridade de Aviação Civil do Nepal (CAAN, na sigla em inglês) havia informado anteriormente que um incêndio começou no pneu traseiro direito do Airbus A330, que foi controlado antes que a aeronave fosse rebocada até a pista de taxiamento.
Todos os 277 passageiros e 11 membros da tripulação a bordo foram evacuados utilizando as saídas de emergência, e ninguém ficou ferido, disseram o órgão regulador de aviação e a companhia aérea.
“As inspeções técnicas da aeronave foram iniciadas por nossas equipes. Avaliações iniciais indicam que a fumaça foi causada por uma falha técnica em um tubo hidráulico”, disse Yahya Ustun, vice-presidente sênior de comunicações da companhia, na plataforma X.
Um voo adicional foi planejado para o retorno dos passageiros, acrescentou ele.
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Trump diz que vai discutir Irã e Taiwan com Xi Jinping durante visita à China

Trump diz que Suprema Corte dos EUA deveria ser ‘leal’ ao seu governo em casos cruciais
Presidente dos EUA, Donald Trump, durante evento na Casa Branca em 11 de maio de 2026.
REUTERS/Evelyn Hockstein
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (11) que vai discutir a guerra no Irã e a questão de Taiwan com o presidente chinês, Xi Jinping, durante visita oficial à China nesta semana.
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"Taiwan sempre aparece durante as conversas com a China. Xi é o mais propenso a mencionar Taiwan", afirmou Trump.
A visita de Trump à China ocorrerá em um momento de impasse entre os EUA e o Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio. Essa situação deve acrescentar uma certa tensão entre Trump e Xi, porque Pequim é um dos maiores aliados do regime iraniano. Apesar disso, o líder norte-americano alega ter boas relações com seu homólogo chinês e diz que Xi é seu amigo.
Outro fator que ficará de pano de fundo durante a visita é que os EUA tratam a China como seu maior adversário no mundo para os próximos anos, segundo um documento oficial divulgado pelo governo Trump em janeiro.
CEOs da Apple, Boeing, Citi, Tesla, Meta e outras empresas acompanharão Trump durante a visita à China, disse uma autoridade da Casa Branca à agência de notícias Reuters.
Esta reportagem está em atualização.

China anuncia datas da visita oficial de Trump e fala em trabalhar ‘em pé de igualdade’ com os EUA

Trump diz que Suprema Corte dos EUA deveria ser ‘leal’ ao seu governo em casos cruciais
China anuncia visita de Donald Trump ao país
A China anunciou no domingo (10) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fará uma visita de Estado ao país entre os dias 13 (quarta) e 15 de maio (sexta), informou a agência estatal chinesa Xinhua.
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A confirmação do governo chinês retifica informação divulgada pela Casa Branca no fim de março, de que a visita seria nos dias 14 e 15 de maio. Segundo o governo americano, o presidente chinês, Xi Jinping, também deve visitar Washington em uma data posterior, que ainda não foi acordada entre os dois países.
O Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou nesta segunda-feira (11) que a China está pronta para trabalhar com os EUA, e que Trump e Xi terão "discussões aprofundadas sobre questões importantes relacionadas às relações sino-americanas e à paz e ao desenvolvimento globais".
“ A diplomacia entre chefes de Estado desempenha um papel estratégico insubstituível na orientação das relações China-EUA. A China está pronta para trabalhar em pé de igualdade com os EUA, em um espírito de igualdade, respeito mútuo benefício mútuos, para expandir a cooperação e administrar as diferenças, injetando assim mais estabilidade e previsibilidade em um mundo marcado por turbulência e complexidade”, afirmou Guo Jiakun, porta-voz da chancelaria chinesa.
A visita de Trump à China ocorrerá em um momento de impasse entre os EUA e o Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio. Essa situação deve acrescentar uma certa tensão entre Trump e Xi, porque Pequim é um dos maiores aliados do regime iraniano. Apesar disso, o líder norte-americano alega ter boas relações com seu homólogo chinês e diz que Xi é seu amigo.
Outro fator que ficará de pano de fundo durante a visita é que os EUA tratam a China como seu maior adversário no mundo para os próximos anos, segundo um documento oficial divulgado pelo governo Trump em janeiro.
Trump e Xi Jinping se encontram em Busan, na Coreia do Sul, nesta quinta-feira (30).
Reuters/Evelyn Hockstein
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Após críticas de Trump, Irã defende sua proposta para encerrar guerra, e negociações travam; entenda as exigências de cada país

Trump diz que Suprema Corte dos EUA deveria ser ‘leal’ ao seu governo em casos cruciais
Donald Trump considera inaceitável resposta iraniana a plano de paz
Após críticas de Donald Trump, o Irã defendeu nesta segunda-feira (11) sua proposta para dar um fim à guerra com os Estados Unidos no Oriente Médio. A defesa, feita pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, coloca as negociações pelo fim da guerra de volta a um novo impasse.
Isso porque, no domingo (10), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que as condições impostas pelo Irã para terminar a guerra são inaceitáveis (leia mais abaixo). Ele respondeu à contraproposta do Irã ao último texto que Washington enviou a Teerã.
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A imprensa norte-americana afirma que o Irã pede, entre outras coisas, a soberania sobre o Estreito de Ormuz, um importante canal para o comércio mundial de petróleo, e a suspensão de seu programa de enriquecimento de urânio por um prazo menor que o exigido pelos EUA (leia mais abaixo).
Nesta segunda, o Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou que o texto elaborado por Teerã é "legítimo e generoso". "Nosso pedido é legítimo: exigir o fim da guerra, o levantamento do bloqueio e da pirataria e a liberação dos ativos iranianos que foram injustamente congelados em bancos devido à pressão americana", disse o porta-voz do ministério, Esmail Baghaei.
“Passagem segura pelo Estreito de Ormuz e o estabelecimento da segurança na região e no Líbano foram outras demandas do Irã, que são consideradas uma oferta generosa e responsável para a segurança regional", afirmou Baghaei.
O porta-voz afirmou ainda que os EUA mantêm exigências consideradas "irracionais e unilaterais".
Esmaeil Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã
Reprodução/Redes Sociais
Veja, abaixo, os principais pontos impostos pelo Irã para encerrar o conflito, segundo a imprensa norte-americana:
Fim da guerra e segurança
O Irã defende a necessidade de acabar com a guerra em todas as frentes (incluindo a guerra travada entre Israel e Hezbollah no Líbano) e solicita garantias formais de que não sofrerá novos ataques.
Soberania territorial: O documento destaca a soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz.
Economia e sanções
Suspensão de sanções: A proposta pede a suspensão, por um período de 30 dias, das sanções dos EUA via Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) sobre a venda de petróleo iraniano e o término do bloqueio naval contra o país.
Compensações financeiras: O Irã requer que os Estados Unidos paguem indenizações pelos danos causados durante a guerra.
Questão nuclear
Destino do urânio: O plano sugere diluir parte do urânio altamente enriquecido e transferir o restante para um terceiro país, segundo reportagem do jornal "The Wall Street Journal".
Cláusula de devolução: O Irã exige garantias de que esse urânio seja devolvido ao país caso as negociações fracassem ou os EUA abandonem o acordo futuramente.
Instalações e enriquecimento: O país aceita suspender o enriquecimento de urânio por um prazo menor do que os 20 anos propostos pelos EUA, mas rejeita categoricamente desmantelar suas instalações nucleares.
Saiba os pontos pedidos pelos EUA:
Programa nuclear
Os Estados Unidos exigiam, originalmente, que o Irã cancelasse totalmente seu programa de enriquecimento de urânio, que pode ser utilizado para construir bombas atômicas. Teerã alega que o programa gera energia nuclear apenas para fins civis.
Depois da guerra e da resistência do governo iraniano, a imprensa norte-americana reportou que Washington flexibilizou essa exigência e passou a pedir a suspensão do programa nuclear iraniano por 20 anos, o que o regime dos aiatolás também não aceita.
Os EUA também pediram a desativação total das principais usinas nucleares do território iraniano.
Estreito de Ormuz
Com o impasse no Estreito de Ormuz, o governo de Donald Trump, ainda de acordo com jornais e sites de notícia dos EUA, também passou a exigir garantias de que o Irã não voltará a fechar o canal, que entraria em supervisão internacional.
A recompensa, para isso, seria a suspensão de uma série de sanções dos EUA ao Irã, o que aliviaria a economia do país do Oriente Médio, mergulhada em uma profunda crise atualmente.
Produção de mísseis e armamentos
Segundo a imprensa dos EUA, Washington também queria impor, na proposta original, limitações à quantidade e aos tipos de mísseis produzidos pelo Irã.
Teerã rejeitou esse ponto.
Grupos armados financiados pelo Irã
A proposta original dos EUA também pede que o Irã deixe de financiar grupos terroristas na região, como o Hamas e o Hezbollah.
Donald Trump conversa com repórteres na Casa Branca na sexta, 8 de maio.
Elizabeth Frantz / Reuters
Trump classificou propostas como 'inaceitáveis'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou neste domingo (10) como "totalmente inaceitáveis" as condições do Irã para pôr fim à guerra no Oriente Médio, o que aumenta a probabilidade de que o conflito continue após semanas de negociações.
"Acabei de ler a resposta dos chamados 'representantes' do Irã. Não gosto. TOTALMENTE INACEITÁVEL", escreveu Trump em sua rede Truth Social.
Mais cedo no domingo, o Irã havia respondido à última proposta de paz de Washington com uma série de exigências para acabar com a guerra, segundo informações da mídia estatal e da agência iraniana semioficial Tasnim.
Além disso, segundo autoridades ouvidas pelo jornal "The Wall Street Journal", o Irã colocou suas próprias condições sobre a questão nuclear.
➡️ O novo impasse deixa as negociações indefinidas mais de um mês após a implementação de um cessar-fogo entre EUA e Irã, em 8 de abril. A trégua tinha por objetivo fazer uma pausa nos ataques enquanto as duas partes negociassem um fim definitivo da guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã.
A incerteza e o novo impasse fizeram o petróleo subir novamente nesta segunda.
Iraniana caminha ao lado de mural com a ilustração da bandeira do Irã, em Teerã, no dia 5 de maio de 2026
Majid Asgaripour/Wana/Reuters
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Trump diz que Suprema Corte dos EUA deveria ser ‘leal’ ao seu governo em casos cruciais

Trump diz que Suprema Corte dos EUA deveria ser ‘leal’ ao seu governo em casos cruciais
Donald Trump conversa com repórteres na Casa Branca na sexta, 8 de maio.
Elizabeth Frantz / Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo (10) que os juízes da Suprema Corte do país devem ser "leais" ao decidir sobre sua ordem executiva que proíbe a cidadania por nascimento, ao mesmo tempo em que atacou a recente decisão do tribunal contra as tarifas.
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Em uma postagem na plataforma Truth Social, Trump citou nominalmente dois juízes que nomeou durante seu primeiro mandato: Neil Gorsuch e Amy Coney Barrett.
Ele os criticou pela "decisão devastadora" contrária à sua política tarifária. E afirmou que é aceitável que sejam "leais" a ele no futuro.
"Eles têm o dever de fazer a coisa certa, mas é realmente OK que sejam leais à pessoa que os nomeou", escreveu Trump.
➡️ Atualmente, a Suprema Corte dos EUA é composta por seis juízes conservadores e três liberais. Dos seis conservadores, três deles foram nomeados por Trump, durante seu primeiro mandato na Casa Branca.
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No primeiro dia de seu segundo mandato, Trump assinou uma ordem executiva na qual decretou que filhos de pais que estavam ilegalmente nos Estados Unidos ou com vistos temporários não se tornariam automaticamente cidadãos do país.
Tribunais inferiores bloquearam a medida, citando a cláusula de cidadania da 14ª Emenda.
No mês passado, Trump compareceu pessoalmente à audiência de argumentos orais na ação contra a ordem executiva.
No domingo, Trump lamentou sua percepção de que a Justiça "vai decidir contra nós sobre o direito à cidadania por nascimento, fazendo de nós o único país do mundo que pratica esse DESASTRE insustentável, inseguro e incrivelmente caro. Eu não quero lealdade, mas quero e espero isso pelo nosso país".
Trump também atacou a decisão da corte em fevereiro contra as tarifas, na qual foi apontado que o presidente excedeu sua autoridade ao impor tarifas generalizadas a produtos de outros países.
"Foram nomeados por mim e, mesmo assim, prejudicaram tanto o nosso país!", acrescentou o republicano de 79 anos. Trump afirmou que a decisão custou 159 bilhões de dólares aos Estados Unidos.
No mês passado, o governo americano lançou uma ferramenta para reembolsar mais de 166 bilhões de dólares em receitas das tarifas de Trump.
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