Os principais pontos da proposta do Irã considerada ‘inaceitável’ por Trump

Cidade francesa dirigida pela extrema direita cancela comemoração da abolição da escravidão
O presidente dos EUA, Donald Trump.
Daniel Heuer/Pool/EPA/Shutterstock via BBC
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou neste domingo (10) como "totalmente inaceitáveis" as condições do Irã para pôr fim à guerra no Oriente Médio, o que aumenta a probabilidade de que o conflito continue após semanas de negociações.
"Acabei de ler a resposta dos chamados 'representantes' do Irã. Não gosto. TOTALMENTE INACEITÁVEL", escreveu Trump em sua rede Truth Social.
Mais cedo no domingo, o Irã havia respondido à última proposta de paz de Washington com uma série de exigências para acabar com a guerra, segundo informações da mídia estatal e da agência iraniana semioficial Tasnim.
Além disso, segundo autoridades ouvidas pelo jornal "The Wall Street Journal", o Irã colocou suas próprias condições sobre a questão nuclear.
➡️ Mais de um mês após a implementação de um cessar-fogo em 8 de abril, não há avanços para colocar um fim definitivo da guerra no Oriente Médio, iniciada com o ataque de 28 de fevereiro de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã.
Veja os principais pontos impostos pelo Irã para encerrar o conflito:
Fim da guerra e segurança
O Irã defende a necessidade de acabar com a guerra em todas as frentes (incluindo a guerra travada entre Israel e Hezbollah no Líbano) e solicita garantias formais de que não sofrerá novos ataques.
Soberania territorial: O documento destaca a soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz.
Economia e sanções
Suspensão de sanções: A proposta pede a suspensão, por um período de 30 dias, das sanções dos EUA via Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) sobre a venda de petróleo iraniano e solicita o término do bloqueio naval contra o país.
Compensações financeiras: O Irã requer que os Estados Unidos paguem indenizações pelos danos causados durante a guerra.
Questão nuclear
Destino do urânio: O plano sugere diluir parte do urânio altamente enriquecido e transferir o restante para um terceiro país, segundo reportagem do jornal "The Wall Street Journal".
Cláusula de devolução: O Irã exige garantias de que esse urânio seja devolvido ao país caso as negociações fracassem ou os EUA abandonem o acordo futuramente.
Instalações e enriquecimento: O país aceita suspender o enriquecimento de urânio por um prazo menor do que os 20 anos propostos pelos EUA, mas rejeita categoricamente desmantelar suas instalações nucleares.
Iraniana caminha ao lado de mural com a ilustração da bandeira do Irã, em Teerã, no dia 5 de maio de 2026
Majid Asgaripour/Wana/Reuters

Vídeo mostra avião atropelando pedestre durante decolagem em Denver, nos EUA

Vídeo mostra avião atropelando pedestre durante decolagem em Denver
Nova imagem divulgada do incidente envolvendo um avião da Frontier Airlines mostra o momento exato em que a aeronave atinge uma pessoa durante a decolagem no Aeroporto Internacional de Denver, nos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira (8). Após a colisão, o voo foi cancelado e os passageiros precisaram ser evacuados.
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O vídeo, captado por uma câmera de segurança do aeroporto, registra o instante em que o Airbus A321, do voo 4345, acelera pela pista e atinge o pedestre, que morreu. (A imagem foi congelada antes do impacto).
Segundo autoridades aeroportuárias, a vítima havia invadido a área restrita após pular uma cerca perimetral e atravessar a pista poucos segundos antes de ser atingida.
A aeronave seguia para Los Angeles com 224 passageiros e sete tripulantes a bordo. Após a colisão, os pilotos abortaram a decolagem e relataram um incêndio no motor, além de fumaça dentro da cabine. Os passageiros foram evacuados por escorregadores de emergência.
Em comunicado, o Aeroporto Internacional de Denver afirmou que o incêndio no motor foi rapidamente controlado pelo Corpo de Bombeiros local. Equipes de emergência encaminharam os passageiros de volta ao terminal, enquanto a pista permaneceu interditada para investigação. O caso é apurado pela Administração Federal de Aviação (FAA) e pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB).

Repatriados 94 passageiros e tripulantes de navio afetado por hantavírus

Cidade francesa dirigida pela extrema direita cancela comemoração da abolição da escravidão
Noventa e quatro dos cerca de 150 passageiros e tripulantes do Hondius, o cruzeiro afetado por um surto de hantavírus, iniciaram neste domingo (10) seu retorno para casa a partir da ilha espanhola de Tenerife.
A operação de repatriação entra em seu segundo e último dia na segunda-feira, quando partirão os dois últimos voos e o navio zarpará rumo aos Países Baixos.
"94 pessoas desembarcaram, de 19 nacionalidades. A operação transcorreu com total normalidade, com total segurança", disse a ministra da Saúde da Espanha, Mónica García, ao fim das operações de domingo no porto de Granadilla de Abona.
A única nota preocupante do dia foram "os sintomas" apresentados por um dos franceses evacuados, segundo informou o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu.
Vídeos em alta no g1
A repatriação foi realizada de avião a partir do aeroporto de Tenerife Sul e por nacionalidades, 23 no total; começou com os espanhóis e estava previsto que terminasse com os americanos.
Nesse intervalo, partiram voos para França, Países Baixos – que levou um passageiro argentino e um tripulante guatemalteco, os dois latino-americanos do navio -, Canadá, Irlanda, Turquia e Reino Unido.
Os britânicos aterrissaram neste domingo em Manchester e devem permanecer em quarentena por até 72 horas perto de Liverpool.
Na segunda-feira decolarão os dois últimos voos: um australiano e outro holandês, país de bandeira do navio, que levará os últimos removidos do navio.
As 19h (15h de Brasília) de segunda é o horário limite estabelecido para que o Hondius deixe o porto de Granadilla de Abona com destino aos Países Baixos, levando cerca de 30 tripulantes.
Militares britânicos saltam de paraquedas em ilha remota após suspeita de hantavírus
Ambiente no navio "não era preocupante"
Durante este primeiro dia, marcado por um amplo esquema sanitário e logístico, dezenas de passageiros desembarcaram em pequenos grupos do navio, ancorado nesse porto industrial, e foram transportados em lanchas até terra antes de seguirem para o aeroporto.
O navio de cruzeiro MV Hondius chega ao porto de Granadilla de Abona após ter sido afetado por um surto de hantavírus, em Tenerife.
Reuters/Hannah McKay
"Se tudo continuar conforme o previsto (…) às 19h de segunda-feira o navio zarpará rumo aos Países Baixos", sua base, declarou a diretora da Proteção Civil, Virginia Barcones.
O argentino repatriado Carlo Ferello minimizou a gravidade da situação vivida a bordo. O ambiente não era "preocupante, na verdade", afirmou ao canal TN, ao destacar que, após os primeiros contágios, "não apareceram mais casos".
"Eu estava sozinho (…), não tinha muito contato. A vida seguiu de maneira bastante normal", acrescentou esse engenheiro aposentado, que cumprirá quarentena nos Países Baixos.
O primeiro grupo a deixar o cruzeiro foi o dos 14 espanhóis, transportados ao aeroporto em ônibus especiais da Unidade Militar de Emergências (UME), adaptados com separação sanitária.
Após serem desinfectados e trocarem seus trajes de proteção, eles voaram para Madri e foram internados em um hospital militar para cumprir quarentena.
"Exemplaridade e eficácia"
O diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, presente em Tenerife, destacou a cooperação entre os países e reiterou que "o risco atual para a saúde pública continua sendo baixo".
Segundo as autoridades sanitárias, os passageiros permanecem majoritariamente assintomáticos, embora tenham sido classificados como "contatos de alto risco" e devam cumprir quarentena ao chegarem ao destino.
Com exceção dos americanos, que não serão necessariamente colocados em quarentena, uma decisão que envolve riscos, avaliou o diretor-geral da OMS.
"Isso não é covid", justificou Jay Bhattacharya, diretor interino dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, pedindo à população que mantenha a calma.
O último balanço da OMS contabiliza seis casos confirmados entre oito suspeitos, incluindo três mortos – dois passageiros holandeses e uma alemã – por esse vírus raro, para o qual não existe vacina.
O Hondius, que havia partido em 1º de abril de Ushuaia, na Argentina, permanece ancorado sem atracar, a pedido das autoridades regionais das Ilhas Canárias, que manifestaram rejeição à operação por motivos de segurança sanitária.
Mapa mostra rota do cruzeiro e cronologia da crise sanitária.
Arte/g1
No entanto, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, defendeu a operação, destacando que a Espanha "responderá com exemplaridade e eficácia" em uma crise que volta a colocar o país sob atenção internacional.
Cepa de hantavírus identificada em navio de cruzeiro é 'pouco comum' e tem transmissão entre humanos
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'Não levaram o problema a sério suficiente', diz passageiro de cruzeiro com hantavírus

Resposta do Irã aos EUA pede fim da guerra e garantias contra novo ataque; Trump reage: ‘Totalmente inaceitável’

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Irã envia resposta aos EUA sobre proposta para encerrar guerra, diz agência
O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou neste domingo (10) a resposta do Irã à proposta dos Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio. Segundo o republicano, os temos colocados pelo negociadores iranianos são "inaceitáveis".
“Acabei de ler a resposta dos chamados ‘Representantes’ do Irã. Não gostei — TOTALMENTE INACEITÁVEL!", postou Trump neste domingo.
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A resposta iraniana foi entregue ao Paquistão, país que está mediando as negociações. No documento, o Irã ressalta a necessidade de encerrar a guerra em todas as frentes e pede garantias contra um novo ataque, segundo a agência semioficial iraniana Tasnim, citando uma fonte familiarizada com o assunto.
A proposta enfatiza ainda a necessidade de suspender, durante um período de 30 dias, as sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) dos EUA sobre as vendas de petróleo iraniano e de encerrar o bloqueio naval contra o Irã, acrescentou a Tasnim.
A mídia estatal iraniana informou ainda que o Irã solicitou que os EUA paguem compensações pelos danos causados pela guerra e destacou a soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz.
Enriquecimento de urânio
Já as questões nucleares seriam negociadas ao longo dos próximos 30 dias, segundo fontes ouvidas pelo jornal "The Wall Street Journal". O Irã propõe diluir parte de seu urânio altamente enriquecido e transferir o restante para um terceiro país, afirma a reportagem.
A resposta iraniana pede garantias de que o urânio transferido será devolvido caso as negociações fracassem ou os EUA abandonem o acordo em uma etapa posterior, segundo as fontes ouvidas pelo jornal.
O Irã também afirmou estar disposto a suspender o enriquecimento de urânio, mas por um período mais curto do que a moratória de 20 anos proposta pelos EUA e rejeitou desmantelar suas instalações nucleares, de acordo com a apuração do WSJ.
Bandeira iraniana é hasteada em frente a embaixada do Irã na Albânia
REUTERS/Florion Goga
Tensão continua no Golfo Pérsico
Após cerca de 48 horas de relativa calma, drones hostis foram detectados neste domingo (10) sobre diferentes países do Golfo, aumentando a tensão na região apesar do cessar-fogo firmado há um mês.
Ainda assim, o navio Al Kharaitiyat, operado pela QatarEnergy, atravessou o estreito em segurança rumo ao Paquistão, segundo dados da empresa de análise marítima Kpler.
Foi a primeira embarcação do Catar transportando gás natural liquefeito a cruzar a região desde o início da guerra entre EUA, Israel e Irã, em 28 de fevereiro.
Além disso, um navio graneleiro com bandeira do Panamá e destino ao Brasil também conseguiu atravessar o estreito utilizando uma rota indicada pelas Forças Armadas iranianas, informou a agência semioficial Tasnim.
Ao longo do dia, ataques com drones atingiram diferentes áreas do Golfo. Um deles acertou um cargueiro que seguia para o Catar, em episódios que ameaçam a trégua em vigor desde 8 de abril.
O porta-voz da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento iraniano, Ebrahim Rezaei, advertiu os Estados Unidos contra qualquer ataque a embarcações iranianas no Golfo.
“Nossa moderação terminou a partir de hoje. Qualquer ataque contra nossas embarcações desencadeará uma resposta iraniana forte e decisiva contra navios e bases americanas”, escreveu no X.
A guerra no Oriente Médio começou após ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã, em 28 de fevereiro, e provocou represálias iranianas em diferentes países da região, além do bloqueio parcial do Estreito de Ormuz — rota estratégica para o comércio global de petróleo e gás.
O conflito já deixou milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano, e ampliou a pressão sobre a economia mundial diante da alta nos preços da energia.
Trump enfrenta pressão para encerrar guerra antes de viagem à China
Com viagem marcada para a China nesta semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, enfrenta pressão crescente para conter o conflito e reduzir os impactos da crise energética global.
Neste domingo (10), os Emirados Árabes Unidos afirmaram ter interceptado dois drones vindos do Irã. O Catar condenou um ataque de drone contra um cargueiro em suas águas, enquanto o Kuwait informou ter interceptado drones hostis em seu espaço aéreo.
O primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, afirmou ao chanceler iraniano Abbas Araqchi que usar o Estreito de Ormuz como “ferramenta de pressão” apenas aprofundaria a crise.
Segundo o governo catariano, al-Thani defendeu em conversa telefônica que a liberdade de navegação deve ser preservada. O chanceler da Turquia também conversou com Araqchi, segundo autoridades turcas.
Parlamentares iranianos disseram estar elaborando um projeto de lei para formalizar o controle iraniano sobre o estreito, incluindo restrições à passagem de embarcações de “Estados hostis”.
Os EUA também enfrentam dificuldades para obter apoio internacional. Aliados da OTAN rejeitaram pedidos de Washington para enviar navios à região sem um acordo de paz completo e uma missão internacional formalizada.
Após reunião com a premiê italiana, Giorgia Meloni, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, criticou a falta de apoio dos aliados aos esforços para reabrir o estreito.
A Grã-Bretanha informou no sábado que enviará um navio de guerra ao Oriente Médio em preparação para uma possível missão multinacional de segurança marítima.
Iraniana caminha ao lado de mural com a ilustração da bandeira do Irã, em Teerã, no dia 5 de maio de 2026
Majid Asgaripour/Wana/Reuters

Cidade francesa dirigida pela extrema direita cancela comemoração da abolição da escravidão

A prefeitura de Vierzon, cidade administrada desde março por uma lista de união da extrema direita, afirmou não ter organizado neste domingo (10) a comemoração da abolição da escravidão por razões de economia orçamentária e pela falta de interesse dos moradores. A oposição acusa o prefeito de ter tomado a decisão para agradar as alas mais racistas do eleitorado.
O dia 10 de maio é oficialmente reconhecido na França como a data nacional de comemoração da abolição da escravidão. Essa data não corresponde diretamente à abolição em si, mas ao reconhecimento jurídico e simbólico da escravidão pela República Francesa, após uma lei adotada em 2001 e um decreto presidencial de 2006.
Desde então, várias cidades organizam cerimônias para marcar a data. No entanto, a prefeitura de Vierzon, cidade a cerca de 190 km ao sul de Paris, decidiu suprimir as celebrações.
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Para justificar a decisão, que gerou polêmica, o vice-prefeito Yves Husté alegou a situação financeira da cidade, de 25 mil habitantes, “com uma dívida de 32 milhões de euros” e “2,5 milhões em contas não pagas”. Segundo ele, o custo da cerimônia seria da ordem de 1.500 euros. “Estamos tentando economizar um pouco em todos os lugares”, acrescentou.
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"Agradar alas mais racistas do eleitorado de extrema direita"
O vice-prefeito afirmou ainda que “ninguém comparecia” a essa data comemorativa. “Acho que isso acontece porque é um fato histórico que não tem nenhuma ligação com o presente”, argumentou o eleito para explicar o baixo interesse da população da cidade pelo 10 de maio.
O cancelamento da cerimônia pela nova prefeitura “não é nem um esquecimento, nem uma vontade de economizar, mas sim a vontade de agradar as alas mais racistas do eleitorado de extrema direita”, denunciou nas redes sociais o deputado comunista e ex-prefeito da cidade, Nicolas Sansu, que havia instituído essa data de comemoração da abolição da escravidão em Vierzon durante seu mandato. Apesar da decisão da prefeitura, Sansu organizou uma cerimônia informal neste domingo.
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“Ato político de uma violência simbólica inaceitável”
Para o Conselho Representativo das Associações Negras da França (Cran, na sigla em francês), a decisão do novo prefeito de não comemorar a data “constitui um ato político de uma violência simbólica inaceitável”.
“Apagar um dia nacional dedicado à memória do tráfico negreiro, da escravidão e de suas abolições equivale a atacar frontalmente um dever republicano fundamental: o de reconhecer os crimes contra a humanidade que moldaram a nossa história”, declarou o presidente do Cran, Haidari Nassurdine.
O vice-prefeito afirmou “compreender aqueles que são apegados” a essa data comemorativa, ressaltando que não impediu a realização da cerimônia organizada pelo ex-prefeito.
No fim de março, uma lista de união da extrema direita venceu a eleição municipal em Vierzon, cidade que era governada pela esquerda desde o fim da Segunda Guerra Mundial e comunista desde 2008.
A candidatura de Yannick Le Roux, policial de 50 anos, à frente de uma lista que reunia, entre outros, eleitos do partido de extrema direita Reunião Nacional, de Marine Le Pen, obteve 47,87% dos votos válidos no segundo turno nessa subprefeitura.
Em termos históricos, a escravidão foi abolida pela primeira vez na França em 1794, durante a Revolução Francesa, medida posteriormente revogada por Napoleão, antes de ser abolida de forma definitiva em 27 de abril de 1848.