Voo é cancelado após avião atropelar pedestre durante decolagem em Denver, nos EUA

As empresas que estão ganhando bilhões com a guerra no Irã
Voo é cancelado após avião atropelar pedestre durante a decolagem em Denver, nos EUA
Um voo da companhia aérea Frontier Airlines foi cancelado após a aeronave atropelar um pedestre na pista no Aeroporto Internacional de Denver, nos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira (8).
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O acidente ocorreu durante a decolagem do Airbus A321, do voo 4345, que saía de Denver e ia para Los Angeles. Até a última atualização da reportagem, não havia informações sobre a vítima.
Após o incidente, os pilotos relataram um incêndio no motor e fumaça dentro da aeronave.
Os passageiros foram evacuados em segurança por meio de escorregadores como medida de precaução, informou a Frontier Airlines à Reuters.
Em um comunicado, o aeroporto afirmou que havia 231 pessoas a bordo, que foram transportadas de ônibus até o terminal. O atendimento de emergência e a investigação continuam em andamento. O Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (sigla NTSB em inglês) foi notificado.
Comunicado do Aeroporto Internacional de Denver:
"O voo Frontier 4345 relatou ter atingido um pedestre durante a decolagem em DEN por volta das 23h19 de sexta-feira, 8 de maio de 2026. Houve um breve incêndio no motor que foi prontamente extinto pelo Corpo de Bombeiros de Denver.
Equipes de emergência responderam ao local e transportaram os passageiros de ônibus até o terminal. Havia 231 pessoas a bordo. O atendimento de emergência e a investigação continuam em andamento. O NTSB foi notificado. A pista 17L permanecerá fechada enquanto a investigação é conduzida."
FOTO DE ARQUIVO: Um avião da Frontier Airlines se aproxima do Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington.
REUTERS/Ken Cedeno/Foto de Arquivo

Péter Magyar, da Hungria, deve tomar posse como primeiro-ministro, encerrando os 16 anos de governo de Viktor Orbán

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O primeiro-ministro eleito da Hungria, Péter Magyar (ao centro), chega acompanhado de colegas parlamentares ao prédio do Parlamento em Budapeste, Hungria, neste sábado, 9 de maio de 2026.
AP Photo/Denes Erdos
O novo primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar, chegou neste sábado (9) ao prédio do Parlamento para tomar posse, encerrando os 16 anos de governo autocrático de Viktor Orbán.
O partido de centro-direita Tisza, liderado por Magyar, derrotou o nacional-populista Fidesz de Orbán em uma vitória surpreendente no mês passado, conquistando mais votos e assentos no Parlamento do que qualquer outro partido na história pós-comunista da Hungria.
A vitória permitirá ao Tisza reverter muitas das políticas que deram a Orbán a reputação de líder autoritário de extrema-direita, combater a corrupção e transformar a dinâmica política dentro da União Europeia, onde o ex-primeiro-ministro frequentemente bloqueava decisões importantes.
Um Parlamento sem Orbán
No sábado, Magyar entrou no imponente prédio neogótico do Parlamento acompanhado de 140 representantes de seu partido, controlando 141 dos 199 assentos. A coalizão Fidesz-KDNP de Orbán terá 52 assentos, contra 135 anteriormente, enquanto o partido de extrema-direita Mi Hazánk (Nossa Pátria) ficará com seis.
Na sessão inaugural, Orbán não participará pela primeira vez desde a formação do primeiro Parlamento pós-comunista em 1990. Após a derrota, ele afirmou que se concentrará em reconstruir sua comunidade política nacional-populista.
Magyar, advogado de 45 anos que fundou o Tisza em 2024 após anos como integrante do partido de Orbán, prometeu acabar com a corrupção oficial, que segundo ele roubou dos húngaros oportunidades econômicas.
O novo premiê convocou os cidadãos para uma celebração de “mudança de regime” em frente ao Parlamento, marcando sua posse e o fim da era Orbán. Após o juramento, previsto para as 15h (hora local), Magyar deve discursar para a multidão.
Quem é Péter Magyar, o opositor que venceu eleições parlamentares na Hungria
Reparando relações com a UE
Magyar prometeu reparar os laços da Hungria com a União Europeia, que Orbán havia levado ao limite, e restaurar o lugar do país entre as democracias ocidentais, cuja credibilidade foi questionada à medida que Orbán se aproximava cada vez mais da Rússia.
Desbloquear cerca de 17 bilhões de euros (US$ 20 bilhões) de fundos da UE congelados durante o governo Orbán por preocupações com corrupção e Estado de direito é uma das prioridades do novo primeiro-ministro. O dinheiro é considerado essencial para reativar a economia húngara, estagnada nos últimos quatro anos.
Como sinal desse compromisso, autoridades do Tisza afirmaram que voltarão a hastear a bandeira da UE na fachada do Parlamento, removida pelo governo Orbán em 2014.
Uma festa para celebrar o fim da era Orbán
O prefeito liberal de Budapeste, Gergely Karácsony, publicou um convite aberto para uma festa às margens do rio Danúbio neste sábado, celebrando a queda de Orbán e a formação do novo governo.
Karácsony escreveu em uma postagem nas redes sociais que a festa serviria para agradecer aos húngaros que passaram anos se manifestando contra o sistema de Orbán: “Professores demitidos, civis e jornalistas humilhados, pequenas igrejas destruídas.”
“Finalmente podemos deixar essa era para trás — mas antes, vamos lembrar os heróis do dia a dia e expressar nossa gratidão com uma despedida ao sistema”, escreveu no Facebook.
O primeiro-ministro eleito da Hungria, Péter Magyar (ao centro), chega acompanhado de colegas parlamentares ao prédio do Parlamento em Budapeste, Hungria, neste sábado, 9 de maio de 2026.
AP Photo/Denes Erdos

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FOTO DE ARQUIVO: Um avião da Frontier Airlines se aproxima do Aeroporto Nacional Ronald Reagan de Washington.
REUTERS/Ken Cedeno/Foto de Arquivo
Um voo da companhia aérea Frontier Airlines foi cancelado após a aeronave atropelar um pedestre na pista no Aeroporto Internacional de Denver, nos Estados Unidos, na noite desta sexta-feira (8).
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O acidente ocorreu durante a decolagem do voo 4345, que saía de Denver e ia para Los Angeles.
Após o incidente, os pilotos relataram um incêndio no motor e fumaça dentro da aeronave.
Os passageiros foram evacuados em segurança por meio de escorregadores como medida de precaução, informou a Frontier Airlines à Reuters.
Esta reportagem está em atualização.
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Surto de hantavírus: desembarque nas Ilhas Canárias gera crise política e deve acontecer em meio a protestos

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Veja perguntas e respostas sobre a crise sanitária do hantavírus em navio
Os 147 passageiros do navio de cruzeiro MV Hondius, atingido por um surto de hantavírus, devem desembarcar nas Ilhas Canárias neste domingo (10). A chegada acontece em meio a um impasse político interno e deve gerar protestos locais.
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VÍDEO: Passageiro mostra interior de cruzeiro antes de mortes por possível surto de hantavírus
Isso porque o governo local das Ilhas Canárias, pertencentes à Espanha, se posicionou, ao menos em um primeiro momento, contra a decisão do governo federal espanhol de receber a embarcação.
Governo espanhol x Ilhas Canárias
O navio, que saiu de Ushuaia, na Argentina, no início de abril, originalmente desembarcaria em Cabo Verde, na África, no dia 6 de maio, mas o governo local não aceitou receber os passageiros após saber dos casos da doença. (veja mapa abaixo)
🔎Três pessoas que viajam no cruzeiro morreram e outras oito pessoas que estavam a bordo estão com suspeita de ter contraído o hantavírus, segundo a Organização Mundial da Saúde. Leia mais aqui sobre o vírus.
Apesar disso, à pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS), o governo da Espanha aceitou nesta terça-feira (5) receber os passageiros nas Ilhas Canárias.
“A Organização Mundial da Saúde explicou que Cabo Verde não tem capacidade para realizar essa operação”, afirmou o ministério da saúde espanhol. “As Ilhas Canárias são o local mais próximo com a estrutura necessária. A Espanha tem obrigação moral e legal de ajudar essas pessoas, entre as quais também há vários cidadãos espanhóis.”
Mas o governo local das Ilhas Canárias se manifestou contra a determinação das autoridades federais.
"Esta decisão não se baseia em quaisquer critérios técnicos, nem existem informações suficientes para tranquilizar o público ou garantir a sua segurança", disse o líder do governo canário, Fernando Clavijo, à rádio "COPE", nesta quarta-feira (6).
De acordo com o jornal espanhol El País, as declarações causaram tensão entre os dois poderes, já que as autoridades federais viram as falas de Clavijo como "irresponsáveis" por propagarem medo entre a população.
Nesta quinta-feira (7), contudo, o líder canário conversou com autoridades federais e parece ter acalmado os ânimos. Isso porque ele foi informado pelo governo federal de que o navio não vai atracar no porto e ficará ancorado próximo ao local.
"Consideramos isso uma ótima notícia, pois reduz as potenciais fontes de infecção e risco, e, consequentemente, a evacuação desses passageiros será realizada por meio de um navio, um navio-base que poderá sair, buscá-los, transportá-los e levá-los ao aeroporto", disse Clavijo à imprensa local.
A melhora na relação entre o governo local e o federal é fundamental nesse caso, de acordo com o professor de Relações Internacionais da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador da Universidade Harvard Vitelio Brustolin.
"Apesar de o governo federal ter controle sobre o espaço marítimo nacional, o que impede o governo canário de fechar a rota, a autoridade local controla a infraestrutura terrestre e a segurança pública imediata e, por isso, tem poder para exigir que a operação não ocorra no cais", explica.
Apesar de o impasse político ter sido contornado, ainda há oposição local. Na sexta (8), houve uma manifestação local em Santa Cruz, região do porto de Tenerife, contrária ao desembarque do navio (veja abaixo).
Manifestante com cartaz dizendo "Isto não ajuda. Isto é um trabalho malfeito".
REUTERS/Hannah McKay
Desembarque em Tenerife
A previsão é que o navio MV Hondius ancore no porto de Granadilla, em Tenerife, nas Ilhas Canárias, neste domingo pela manhã. O local estará isolado, e não haverá nenhum contato com a população, segundo o governo espanhol.
Depois do desembarque, as 147 pessoas a bordo, entre passageiros, tripulação e médicos, passarão por quarentena e serão repatriadas.
Segundo o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC), nenhum dos passageiros está com sintomas da doença.
Agentes da Guarda Civil espanhola observam os preparativos de segurança no porto de Granadilla de Abona, Tenerife, Ilhas Canárias, para receber o navio de cruzeiro MV Hondius
REUTERS/Borja Suarez
Os passageiros serão transferidos em botes infláveis e enviados diretamente para aeronaves privadas contratadas pelos governos de seus países, para onde voarão.
Os únicos que vão ficar na Espanha são os 14 espanhóis a bordo, que serão levados em um avião militar para o Hospital Gómez-Ulla, em Madri, onde ficarão de quarentena.
Mapa mostra trajetória e cronologia de surto de hantavírus em navio de cruzeiro, em abril de 2026.
arte/g1

As empresas que estão ganhando bilhões com a guerra no Irã

As empresas que estão ganhando bilhões com a guerra no Irã
As empresas que estão ganhando bilhões com a guerra no Irã
Getty Images
Enquanto as famílias de todo o mundo contam os prejuízos gerados pela guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, algumas empresas vêm contabilizando altos lucros.
As incertezas ocasionadas pelo conflito e o fechamento do estreito de Ormuz pelos iranianos estão aumentando o custo de vida e prejudicando o orçamento das empresas, famílias e governos.
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Mas, enquanto alguns enfrentam dificuldades, outros vêm registrando altos ganhos, com negócios que são mais lucrativos em tempos de guerra ou se beneficiando da instabilidade dos preços da energia.
Aqui estão algumas das empresas e setores da economia que estão ganhando bilhões com a continuidade do conflito no Oriente Médio.
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1. Petróleo e gás
O principal impacto da guerra à economia mundial, até aqui, foi o forte aumento dos preços da energia.
Cerca de 20% do petróleo e do gás do mundo são transportados através do estreito de Ormuz. Mas este tráfego foi efetivamente interrompido no final de fevereiro.
O resultado foi uma montanha-russa de oscilações de preços nos mercados de energia. E algumas das maiores empresas do setor de petróleo e gás do mundo lucraram com essas oscilações.
Os principais beneficiários foram as gigantes petrolíferas europeias. Elas têm setores especializados na compra e venda de ativos (trading), que as permitiram ganhar com as fortes oscilações de preços, impulsionando seus ganhos.
Os lucros da BP (British Petroleum), por exemplo, mais do que dobraram nos primeiros três meses do ano, atingindo US$ 3,2 bilhões (cerca de R$ 15,7 bilhões). Este resultado foi possível graças ao desempenho da sua divisão de trading, que a empresa considerou "excepcional".

A Shell também superou as expectativas dos analistas, relatando um aumento dos lucros no primeiro trimestre do ano, atingindo US$ 6,92 bilhões (cerca de R$ 33,9 bilhões).
Outra gigante internacional, a TotalEnergies, viu seus lucros saltarem em quase um terço, atingindo US$ 5,4 bilhões (cerca de R$ 26,4 bilhões) no primeiro trimestre de 2026. O aumento foi causado pela volatilidade dos mercados de petróleo e energia.
Já as gigantes americanas ExxonMobil e Chevron tiveram queda dos ganhos, em comparação com o mesmo período do ano passado, devido à interrupção do fornecimento do Oriente Médio.
Mas as duas empresas superaram as previsões dos analistas e esperam que seus lucros cresçam ao longo do ano, com os preços do petróleo ainda significativamente superiores aos níveis praticados no início da guerra.
2. Grandes bancos
Alguns dos maiores bancos do planeta também viram seus lucros dispararem após o início da guerra no Irã.
A receita de trading do JP Morgan atingiu o nível recorde de US$ 11,6 bilhões (cerca de R$ 56,8 bilhões), o que ajudou o banco a atingir o segundo maior lucro trimestral da sua história.
Entre todos os demais bancos do grupo dos "Seis Grandes" (Bank of America, Morgan Stanley, Citigroup, Goldman Sachs e Wells Fargo, além do JP Morgan), os lucros aumentaram substancialmente no primeiro trimestre do ano.
Ao todo, os bancos relataram lucros de US$ 47,7 bilhões (cerca de R$ 233,4 bilhões) nos três primeiros meses de 2026.
"Os altos volumes de trading beneficiaram os bancos de investimentos, particularmente o Morgan Stanley e o Goldman Sachs", afirma a estrategista-chefe de investimentos do Wealth Club, Susannah Streeter.
O forte aumento da demanda de trading favoreceu os principais credores de Wall Street. Investidores correram para se desfazer de ações e títulos de maior risco e depositar seu dinheiro em ativos considerados mais seguros.
Os volumes de trading também aumentaram devido aos investidores que buscaram se capitalizar em função da volatilidade dos mercados financeiros.
Para Streeter, "a volatilidade desencadeada pela guerra gerou um pico de trading, pois alguns investidores venderam ações com medo da escalada do conflito, enquanto outros compraram em baixa, ajudando a alimentar a corrida pela recuperação".
3. Defesa
O setor de defesa é um dos beneficiários mais imediatos de qualquer conflito, segundo a analista sênior da consultoria RMS UK, Emily Sawicz.
"O conflito reforçou as lacunas da capacidade de defesa aérea, acelerando investimentos em defesas contra mísseis, sistemas de combate a drones e equipamento militar em toda a Europa e nos Estados Unidos, declarou ela à BBC.
Além de destacar a importância das empresas do setor de defesa, a guerra cria entre os governos a necessidade de reabastecer seus estoques de armas, o que aumenta a demanda.
A empresa BAE Systems, fabricante de produtos como os componentes dos jatos de combate F35, declarou em uma atualização comercial na quinta-feira (7/5) que espera forte crescimento das vendas e lucros em 2026.
Ela mencionou o aumento das "ameaças de segurança" em todo o mundo, o que impulsiona os gastos governamentais com a defesa e, por sua vez, cria um "cenário de apoio" para a companhia.

Três dos maiores fornecedores do setor de defesa do mundo, a Lockheed Martin, a Boeing e a Northrop Grumman, relataram atrasos recordes dos pedidos no final do primeiro trimestre de 2026.
Mas as ações das empresas do setor, que tiveram fortes altas nos últimos anos, vêm caindo desde meados de março, em meio aos temores de que o setor possa estar supervalorizado.
4. Energia renovável
O conflito também destacou a necessidade de diversificar as fontes de energia e reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, segundo Streeter.
Este fator "potencializou o interesse no setor de energia renovável", segundo ela — mesmo nos Estados Unidos, onde o governo Trump incentivou o uso de combustíveis fósseis, popularizando o slogan "perfurar, baby, perfurar".
Streeter afirma que a guerra fez com que os investimentos em energias renováveis fossem considerados cada vez mais importantes para a estabilidade e a resiliência aos choques.
Uma empresa que recebeu forte impulso foi a NextEra Energy, com sede no Estado americano da Flórida. Suas ações se valorizaram em 17% este ano, com os investidores se unindo à sua missão.
As gigantes dinamarquesas da energia eólica Vestas e Orsted também relataram aumento dos lucros, destacando como as consequências da guerra no Irã também estão impulsionando as empresas de energia renovável.
No Reino Unido, a empresa Octopus Energy declarou recentemente à BBC que a guerra trouxe "enorme impulso" para a venda de placas solares e bombas de calor. As vendas de painéis solares aumentaram em 50% desde o final de fevereiro.
A alta dos preços da gasolina também aumentou a demanda por veículos elétricos. E os fabricantes chineses, particularmente, vêm aproveitando melhor esta oportunidade.