Acidente entre trem e ônibus deixa 8 mortos e 25 feridos em Bangkok, na Tailândia

Segundo no comando global do Estado Islâmico é morto em operação dos EUA e Nigéria, diz Trump
Acidente entre trem e ônibus mata 6 pessoas na Tailândia
Uma batida entre um trem de carga e um ônibus seguida de uma explosão deixou oito mortos e 25 feridos em Bangkok, capital da Tailândia, neste sábado (16).
Vídeos do momento do acidente compartilhados nas redes sociais mostram que uma fila de veículos havia parado em um cruzamento ferroviário quando um trem de carga atingiu a frente de ônibus.
O impacto também arrastou outros veículos pelos trilhos antes que o ônibus fosse engolido pelas chamas. Várias motociclistas foram arremessados após a colisão.
O incêndio foi controlado, e as equipes seguem no resfriamento da área e na busca por vítimas, segundo as autoridades. As causas do acidente ainda são investigadas.
Ônibus fica destruído após acidente com trem e explosão em Bangkok, capital da Tailândia, no dia 16 de maio de 2026
Sakchai Lalit/AP
Equipes de resgate trabalham após colisão entre trem e ônibus que deixou mortos em Bangkok, capital da Tailândia, no dia 16 de maio de 2026
Sakchai Lalit/AP

Acidente entre trem e ônibus deixa 8 mortos e 20 feridos em Bangkok, na Tailândia

Segundo no comando global do Estado Islâmico é morto em operação dos EUA e Nigéria, diz Trump
Acidente entre trem e ônibus mata 6 pessoas na Tailândia
Uma batida entre um trem de carga e um ônibus seguida de uma explosão deixou oito mortos e 20 feridos em Bangkok, capital da Tailândia, neste sábado (16).
Vídeos do momento do acidente compartilhados nas redes sociais mostram que uma fila de veículos havia parado em um cruzamento ferroviário quando um trem de carga atingiu a frente de ônibus.
O impacto também arrastou outros veículos pelos trilhos antes que o ônibus fosse engolido pelas chamas. Várias motociclistas foram arremessados após a colisão.
Ônibus fica destruído após acidente com trem e explosão em Bangkok, capital da Tailândia, no dia 16 de maio de 2026
Sakchai Lalit/AP
Equipes de resgate trabalham após colisão entre trem e ônibus que deixou mortos em Bangkok, capital da Tailândia, no dia 16 de maio de 2026
Sakchai Lalit/AP

3 lugares simbólicos que Xi Jinping escolheu para impressionar Trump em sua visita à China

Segundo no comando global do Estado Islâmico é morto em operação dos EUA e Nigéria, diz Trump
Como foi a visita de Trump à China
A visita de Donald Trump à China nesta semana foi a primeira visita de um presidente americano em quase dez anos ao país, e Pequim estendeu o tapete vermelho, levando-o a alguns de seus locais históricos mais emblemáticos.
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E Trump demonstrou estar impressionado.
Para a China, o cuidadoso roteiro da visita parece ter sido planejado para exibir seu poder, sua longa trajetória histórica e mostrar ao mundo que o país mantém as portas abertas aos visitantes.
Os presidentesd dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, durante visita de Trump a Pequim, em maio de 2026.
Reuters via BBC
A seguir, conheça os três lugares icônicos que fazem parte da cúpula entre Xi Jinping e Trump:
1. Grande Salão do Povo
Grande salão do povo, na China.
EPA/ Shutterstock via BBC
Em uma cerimônia de recepção realizada no Grande Salão do Povo, Trump foi recebido por uma banda militar e por crianças que acenavam para ele.
O prédio estatal, localizado a oeste da Praça da Paz Celestial, é o lugar onde se reúne a Assembleia Popular Nacional da China e costuma ser usado para receber líderes estrangeiros.
Inaugurado em 1959, o prédio foi um dos "Dez Grandes Edifícios" erguidos para comemorar o décimo aniversário da República Popular da China.
O enorme complexo abriga centenas de salões e escritórios. O auditório tem capacidade para mais de 10 mil pessoas, enquanto o salão de banquetes de Estado pode receber simultaneamente 5 mil convidados para jantar.
Detalhe do Grande Salão do Povo, em Pequim, na China.
AFP/ POOL via Getty Images
2. O Templo do Céu
O Templo do Céu, na China.
Getty Images via BBC
Após as conversas bilaterais, os líderes visitaram o Templo do Céu, um complexo imperial de 600 anos de antiguidade que Trump classificou como um "lugar magnífico".
Assim, ele se tornou o segundo presidente dos Estados Unidos em exercício a visitar o local, depois de Gerald Ford, em 1975.
A disposição de seus 92 edifícios, situados entre jardins e bosques, simboliza a relação entre a Terra e o Céu.
Os imperadores das dinastias Ming e Qing realizavam ali sacrifícios e orações por colheitas abundantes, refletindo a crença na conexão divina dos governantes chineses.
3. Zhongnanhai
O complexo de Zhongnanhai, um antigo jardim imperial localizado ao lado da Cidade Proibida, no centro de Pequim.
V2imagens via Getty Images
No segundo dia da cúpula, Xi e Trump posarão para uma "foto da amizade" e apertarão as mãos em Zhongnanhai, um antigo jardim imperial localizado ao lado da Cidade Proibida, no centro de Pequim.
Um letreiro na entrada diz: "Viva o grande Partido Comunista da China!".
Letreiro na entrada do complexo de Zhongnanhai, em Pequim, com os dizeres ""Viva o grande Partido Comunista da China!".
Getty Images via BBC
O complexo de Zhongnanhai, altamente restrito e fortemente vigiado, abriga os escritórios e residências dos principais líderes chineses.
Receber um convite para este local costuma ser considerado, para autoridades estrangeiras, um sinal de proximidade e reconhecimento.
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Segundo no comando global do Estado Islâmico é morto em operação dos EUA e Nigéria, diz Trump

Segundo no comando global do Estado Islâmico é morto em operação dos EUA e Nigéria, diz Trump
Donald Trump conversa com repórteres na Casa Branca na sexta, 8 de maio.
Elizabeth Frantz / Reuters
Uma operação militar conjunta entre as forças especiais dos Estados Unidos e as Forças Armadas da Nigéria resultou na morte de Abu-Bilal al-Minuki, considerado o segundo na linha de comando global do grupo terrorista Estado Islâmico (ISIS). O anúncio foi feito pelo presidente americano Donald Trump em sua rede social e depois confirmado pelo presidente da Nigéria, Bola Ahmed Adekunle Tinubu.
De acordo com a declaração de Trump, a missão foi descrita como "meticulosamente planejada e muito complexa". O líder terrorista, apontado pelo governo americano como o mais ativo em atividade no mundo, usava o continente africano como base operacional oculta, argumento Trump.
O governo dos EUA afirmou que a eliminação de al-Minuki enfraquece significativamente as operações globais do ISIS e interrompe o planejamento de novos atentados contra civis na África e alvos americanos. O presidente também agradeceu publicamente a parceria e a coordenação do governo da Nigéria no suporte logístico e tático da ação.
Segundo o presidente nigeriano, al-Minuki era "alto responsável pelo Estado islâmico e um dos terroristas mais ativos no mundo".
"Nossas forças armadas negras, determinadas e travadas em colaboração militar com as forças armadas dos Estados-Unidos, passaram por uma operação conjunta audaciosa que deu um golpe durante os limites do Estado islâmico", declarou Tinubu.
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Al-Mainuki era considerado a figura-chave na organização e financiamento do Estado Islâmico e vinha planejando ataques contra os Estados Unidos e seus interesses, de acordo com um funcionário que falou sob condição de anonimato a Associated Press.
Nascido na província de Borno, na Nigéria, em 1982, al-Mainuki assumiu o comando da filial do Estado Islâmico na África Ocidental depois que o líder anterior do grupo na região, Mamman Nur, foi morto em 2018, de acordo com o Counter Extremism Project, que monitora grupos militantes.
Al-Mainuki estava baseado na região do Sahel, disse o grupo de monitoramento, acrescentando que acredita-se que ele tenha lutado na Líbia quando o Estado Islâmico estava ativo naquele país norte-africano, há mais de uma década. Ele foi alvo de sanções dos EUA em 2023.
Em dezembro, Trump ordenou que as forças americanas lançassem ataques contra o grupo Estado Islâmico na Nigéria, embora tenha divulgado poucos detalhes na época sobre o impacto.
A Nigéria tem lutado contra múltiplos grupos armados, incluindo pelo menos dois afiliados ao Estado Islâmico, enquanto enfrenta uma crise de segurança multifacetada. Os afiliados do Estado Islâmico na África emergiram como alguns dos grupos militantes mais ativos do continente após o colapso do califado do Estado Islâmico na Síria e no Iraque em 2017.
Em fevereiro, os EUA enviaram tropas para o país da África Ocidental para auxiliar e aconselhar suas forças armadas e, em março, também mobilizaram drones para lá, após Trump alegar que cristãos estavam sendo alvos na crise de segurança da Nigéria.
A operação de sexta-feira à noite foi o exemplo mais recente de uma série de missões secretas no exterior anunciadas por Trump este ano, começando com a impressionante operação noturna em janeiro para capturar e depor o então líder da Venezuela, Nicolás Maduro, e levá-lo para os EUA, seguida quase dois meses depois pelo lançamento dos ataques que deram início à guerra com o Irã.
*Com informações da Associated Press.