Estados Unidos anunciam voo de repatriação para americanos que estão em navio afetado por hantavírus

VÍDEO: EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz
Imagem aérea mostra o navio de cruzeiro MV Hondius, onde três pessoas morreram com suspeita de contaminação por hantavirus.
AFP
O governo dos Estados Unidos anunciou, nesta sexta-feira (8), que está organizando um voo de repatriação para evacuar seus cidadãos a bordo do navio de cruzeiro atingido pelo hantavírus, atualmente nas Ilhas Canárias.
"O Departamento de Estado está organizando um voo de repatriação para facilitar o retorno seguro dos passageiros americanos a bordo deste navio", disse um porta-voz do Departamento de Estado.
O Departamento de Estado observou que essa operação está sendo coordenada com o governo espanhol, assim como com outras agências federais dos Estados Unidos.
"Estamos em comunicação direta com os americanos a bordo e estamos preparados para fornecer assistência consular assim que o navio chegar", disse o porta-voz, falando sob condição de anonimato.
Não ficou claro no comunicado quantos americanos estavam a bordo do navio. Segundo a operadora de cruzeiros Oceanwide Expeditions, há 17 passageiros do país na embarcação.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) havia declarado anteriormente que os Estados Unidos estavam entre os 12 paí
Surto de hantavírus não é uma nova pandemia de Covid-19, diz OMS
ses cujos cidadãos desembarcaram do navio na ilha de Santa Helena.

Drone de guerrilha com explosivos é encontrado próximo ao principal aeroporto da Colômbia

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Aeroporto Internacional El Dorado, em Bogotá, na Colômbia. Foto de 2021.
EFE, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
Um drone com fibra óptica e carregado com explosivos foi encontrado perto do maior aeroporto internacional da Colômbia, revelou uma fonte militar à agência de notícias AFP nesta sexta-feira (8).
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As autoridades encontraram o dispositivo na quarta-feira, a 5,4 quilômetros da base aérea militar de Catam, perto do Aeroporto Internacional El Dorado, em Bogotá.
"Os indícios (da presença do drone) vieram da Procuradoria de Cauca", disse um oficial do Exército à AFP.
Autoridades militares do país atribuíram a responsabilidade pelo artefato a guerrilheiros que protagonizam uma onda de ataques no país durante a campanha presidencial. O país enfrenta um aumento da violência de grupos armados às vésperas das eleições presidenciais, que estão marcadas para 31 de maio.
Ataques a bombas e confrontos nas ruas da capital colombiana foram registrados nos últimos dias e deixaram mortos e feridos.
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EUA retiram urânio altamente enriquecido da Venezuela

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Técnicos da NNSA supervisionam o carregamento de combustível nuclear em um recipiente especializado.
Divulgação/NNSA
Os Estados Unidos concluíram a retirada de todo o urânio enriquecido remanescente de um reator de pesquisa na Venezuela, informou nesta sexta (8) a Administração Nacional de Segurança Nuclear do Departamento de Energia dos EUA (DOE/NNSA).
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“A retirada segura de todo o urânio enriquecido da Venezuela envia mais um sinal ao mundo de uma Venezuela restaurada e renovada”, afirmou Brandon Williams, administrador da NNSA.
"Graças à liderança decisiva do presidente Trump, as equipes dedicadas em campo concluíram em meses o que normalmente levaria anos", afirmou.
O plano de retirada contou com 3 fases e auxílio de autoridades venezuelanas, especialistas do Reino Unido e com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
Segundo o comunicado, durante décadas, o reator RV-1 apoiou pesquisas em física e energia nuclear. "Quando esse trabalho terminou, em 1991, seu urânio, enriquecido acima do limite crítico de 20%, passou a ser considerado material excedente", afirma o texto.
O departamento afirma que foram retirados com segurança 13,5 quilos de urânio do reator RV-1 em menos de seis semanas após a visita inicial ao local. A equipe embalou o urânio de forma segura em um contêiner para combustível.
Esta reportagem está em atualização.

VÍDEO: Alemã faz ataque racista, mas é surpreendida por brasileira: ‘Também consigo falar alemão’

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Brasileira grava flagrante de racismo sofrido por ela e amigas na Alemanha
A brasileira Ionara Sech usou as redes sociais para expor um flagrante de racismo e xenofobia no aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, nesta quinta-feira (7).
Moradora do país há quase 8 anos e casada com um polonês, Ionara, que é natural do Ceará, registrou quando uma mulher que, acreditando que ela não falava o idioma, passou a ofendê-la ao ver que ela e as amigas estavam com uma bandeira do Brasil e falavam português.
"Sim, você é o exemplo do Brasil, né? Com essas narinas. Como isso é chamado lá? Nariz de gorila. Macacos gritando e uivando. Você pode deixar sua língua nele", falou a alemã, que teve a identidade preservada pela brasileira, mas tinha cabelos grisalhos.
Após gravar as declarações ofensivas, Ionara confrontou a mulher. A acusou, em alemão, de estar sendo "xenofóbica e racista". A alemã, então, se levanta de onde estava sentada, em frente ao grupo, mas segue sem se desculpar e só vai embora depois que uma das amigas de Ionara ameaça chamar a polícia.
Brasileira expõe caso de racismo e xenofobia na Alemanha
Instagram/Reprodução
O vídeo viralizou e já teve mais de meio milhão de visualizações. Nos comentários, além de lamentar o caso, outros brasileiros relataram já ter sido vítimas de situações parecidas.
"Hoje eu sofri um ataque de xenofobia no aeroporto de Frankfurt e racismo. Enquanto eu fiquei quieta ouvindo tudo, acharam que eu não entendia alemão. Quando minhas amigas me defenderam, começaram a tratar elas da mesma forma. É assustador perceber que, em 2026, ainda existem pessoas que se acham no direito de humilhar alguém por ser estrangeira", escreveu a brasileira na legenda do vídeo.
Procurada pelo g1, Ionara contou que ela e amigas foram procurar a polícia do aeroporto, mas não conseguiram encontrar ninguém e desistiram de prestar queixa. Elas estavam no local aguardando um tio de uma das brasileiras que iria desembarcar vindo de São Paulo.
"A mulher começou a xingar a gente do nada. Eu fiquei olhando para ela sem acreditar no que estava acontecendo e também porque fiquei sem reação. Tentei ficar quieta para evitar confusão, mas ela continuou falando e disse que eu estava sendo muito chata. A situação começou a piorar e eu me levantei irritada, comecei a falar em alemão. Falei: 'Eu também consigo falar alemão'. E ela começou a ir embora", relembrou.
Ela conta que, infelizmente, essa não foi a primeira vez que passou por algo uma situação assim:
"Chegaram a perguntar se eu era babá dos meus próprios filhos. Em outra, implicaram comigo porque eu estava falando português com a minha filha".
Relembre reportagem em que o g1 conversou com brasileiras que também usaram as redes sociais para denunciar casos de xenofobia na Europa:
Brasileiros vítimas de xenofobia estão usando as redes sociais para expor o que sofreram
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VÍDEO: EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz

VÍDEO: EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz
EUA divulgam imagens de novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz
Os Estados Unidos anunciaram ter feito novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz nesta sexta-feira (8), em meio ao cessar-fogo que os EUA mantêm com o Irã.
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As Forças Armadas norte-americanas afirmaram que os novos bombardeios dos EUA atingiram vários petroleiros vazios que tentavam furar o bloqueio naval que navios norte-americanos fazendo na entrada do Estreito de Ormuz.
O Comando Central das Forças Armadas divulgaram imagens do ataque. Veja na publicação abaixo:
Em um comunicado, o Comando Central afirmou que o ataque foi feito por um caça F/A-18 Super Hornet, que estava a bordo do porta-aviões USS George H.W. Bush, um dos navios militares dos EUA atracado na região.
A aeronave "desativou os dois petroleiros após disparar munições de precisão contra suas chaminés, impedindo a entrada das embarcações não conformes no Irã", disse o comunicado.
O Irã ainda não havia se manifestado sobre o ataque até a última atualização desta reportagem, mas a imprensa estatal iraniana disse ter registado explosões nesta sexta perto do estreito.
➡️ Na quinta, o Irã disse que os Estados Unidos atacaram um petroleiro iraniano e outro navio de Teerã que se aproximava do Estreito de Ormuz, além de bombardear áreas costeiras civis do território iraniano. O presidente dos EUA, Donald Trump, minimizou a ofensiva, que chamou de "tapinha" (leia mais abaixo).
Trump afirmou que os ataques foram uma forma de pressão. Nesta sexta, o chanceler iraniano, Abbas Aragchi, disse que seu país "não se curvará à pressão" e reclamou de ofensivas dos EUA durante negociações. Ele acusou Washington de estar fazendo uma "aventura militar irresponsável".
EUA e Irã voltam a trocar ataques no Estreito de Ormuz
"Toda vez que uma solução diplomática está sobre a mesa, os EUA optam por uma aventura militar irresponsável", declarou Aragchi, que disse ainda que seu país aumentou o estoque de mísseis e de capacidade de lançamento ao longo da guerra com os EUA.
"Nosso estoque de mísseis e capacidade de lançamento estão em 120%, na comparação com 28 de fevereiro (quando o conflito iniciou".
'Tapinha'
Embarcações no Estreito de Ormuz, perto de Bandar Abbas, Irã 4 de maio de 2026.
Amirhosein Khorgooi/ISNA/WANA via REUTERS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (7), em entrevista à rede americana ABC News, que os ataques retaliatórios ao Irã não violam o cessar-fogo e minimizou a ação ao chamá-la de "tapinha".
"Foi só um tapinha", disse Trump à jornalista Rachel Scott. "O cessar-fogo continua em vigor."
Mais cedo, o Irã acusou os Estados Unidos de violarem o acordo após um ataque contra dois navios no Estreito de Ormuz. Segundo Teerã, a ação também atingiu áreas civis.
De acordo com o governo iraniano, forças americanas atacaram um petroleiro que seguia em direção ao estreito, além de outra embarcação que entrava na rota marítima.
“Ao mesmo tempo, com a cooperação de alguns países da região, eles realizaram ataques aéreos contra áreas civis ao longo das costas de Bandar Khamir, Sirik e da ilha de Qeshm”, afirmou.
Após o ataque, Trump escreveu em uma rede social que três destróieres americanos atravessaram o Estreito de Ormuz sob fogo, mas não sofreram danos. Segundo ele, os ataques foram interceptados, enquanto forças iranianas sofreram perdas.
"Eles foram completamente destruídos, junto com diversas pequenas embarcações, que estão sendo usadas para substituir a Marinha totalmente desmantelada do país. Esses barcos foram ao fundo do mar, de forma rápida e eficiente", afirmou.
Trump também disse que o Irã é liderado por "loucos" e que o país usaria uma arma nuclear se tivesse a oportunidade.
"E, assim como os neutralizamos novamente hoje, faremos isso de forma muito mais dura e violenta no futuro, se não assinarem um acordo rapidamente", escreveu.
O que dizem as Forças Armadas dos EUA
Vídeos em alta no g1
As Forças Armadas dos Estados Unidos afirmaram que interceptaram ataques iranianos "não provocados" e responderam com "ações de autodefesa".
Segundo comunicado, três navios da Marinha americana transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo de Omã quando forças iranianas lançaram múltiplos mísseis, drones e pequenas embarcações.
Os militares americanos disseram que nenhuma embarcação foi atingida e que as ameaças foram "eliminadas" após ataques a instalações iranianas, incluindo "locais de lançamento de mísseis e drones e estruturas de inteligência e vigilância".
O texto acrescenta que os EUA não buscam uma escalada, mas permanecem "posicionados e prontos para proteger as forças americanas".
Já o comando militar conjunto do Irã afirmou que responderá de forma poderosa e sem hesitação a qualquer ataque.
Ataques acontecem em meio a negociações
EUA e Irã próximos de acordo limitado para interromper a guerra
Os bombardeios ocorreram em meio a negociações frágeis entre EUA e Irã pelo fim da guerra que começou no dia 28 de fevereiro. Atualmente, os EUA aguardam uma resposta do Irã sobre uma proposta americana para encerrar o conflito.
Nesta quarta-feira (6), Trump afirmou que a guerra terminaria se Irã "cumprir o combinado".
O presidente dos EUA afirmou à rede PBS News que um acordo de paz com o Irã, segundo os termos impostos pelos EUA, incluiria o regime iraniano entregando todo seu estoque de urânio enriquecido e se comprometer a não operar suas instalações nucleares subterrâneas.
Apesar dos avanços reportados nesta quarta-feira, o Irã considera que o memorando entregue pelos EUA contém "alguns termos inaceitáveis", segundo a agência estatal Tasnim. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Ghalibaf, afirmou que o país está "com o dedo no gatilho".
Essas negociações acontecerem em meio a um cessar-fogo na guerra entre EUA, Israel e Irã, prorrogado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no final de abril. A trégua foi prolongada, segundo Trump, para viabilizar um acordo entre os países.
Desde então, contudo, Irã e EUA têm trocado ataques no Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica disputada pelos dois países.
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