‘O que diabos está acontecendo? Divirtam-se e aproveitem’, posta Trump após EUA divulgarem arquivos sobre OVNIs

EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, diz TV
Imagem em infravermelho de objeto voador não identificado sobrevoando região oeste dos EUA em dezembro de 2025.
Divulgação/FBI
Após o governo Trump publicar nesta sexta-feira (8) documentos federais dos Estados Unidos sobre objetos voadores não identificados (OVNIs) e "vida extraterrestre", o presidente americano fez um post comentando sobre o assunto em sua rede social.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
Trump, que havia feito a promessa de divulgar os arquivos em fevereiro e vem enfrentando uma grande desaprovação dos eleitores por conta da guerra no Irã, disse que a liberação deles foi um "esforço por total e máxima transparência".
"Quanto à minha promessa, o Departamento de Guerra liberou o primeiro lote de arquivos sobre OVNIs/UAPs para que o público os revise e estude. Em um esforço por total e máxima transparência, tive a honra de orientar minha administração a identificar e fornecer arquivos governamentais relacionados à vida alienígena e extraterrestre, fenômenos aéreos não identificados e objetos voadores não identificados. Enquanto administrações anteriores falharam em ser transparentes sobre este assunto, com esses novos documentos e vídeos, as pessoas podem decidir por si mesmas: "O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO?" Divirtam-se e aproveitem!", escreveu,
Um site específico foi criado pelo o Departamento de Guerra para hospedar arquivos sobre "Fenômenos Anômalos Não Identificados" (UAP, na sigla em inglês). O repositório apresentou algumas instabilidades ao longo da manhã desta sexta.
Em análise preliminar do g1, os arquivos consistem em dezenas de fotos de objetos voadores não identificados por diversas agências federais dos EUA (veja no destaque e mais abaixo nesta reportagem), além de documentos sobre investigações do FBI sobre avistamentos de OVNIs. O g1 ainda estava analisando os documentos até a última atualização desta reportagem e dará mais detalhes conforme a apuração avançar.
Uma das fotos divulgadas nesta sexta foi tirada na Lua pela tripulação da Apollo 17, missão espacial dos EUA na década de 1970, em que um dos astronautas registrou três pontos de luz no céu que chamaram a atenção deles por parecerem "partículas ou fragmentos de forma triangular e muito brilhantes". Veja na foto abaixo.
Foto tirada pela missão Apollo 17 na Lua em 1972 mostra visão aumentada de três pontos de luz não identificados.
Nasa/Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA
Vídeos em alta no g1
Divulgação de documentos de OVNIs
A publicação dos documentos ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter ordenado, em fevereiro, a publicação de documentos federais sobre vida alienígena. Na época, Trump disse que instruiu seu governo a divulgar materiais sobre "vida alienígena e extraterrestre, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs)".
"Os materiais arquivados se referem a casos não resolvidos, o que significa que o governo não é capaz de determinar de forma definitiva a natureza dos fenômenos observados. (…) O Departamento de Guerra incentiva a aplicação de análises, informações e expertise do setor privado, e continuará a produzir relatórios separados sobre casos de UAP resolvidos", afirmou o Departamento de Guerra dos EUA.
➡️ Lembrando que um OVNI ou objeto visto durante um UAP não significa necessariamente a presença de vida extraterrestre. A nomenclatura significa que não foi possível identificar a origem, e que não é possível determinar uma explicação plausível para aquilo.
No comunicado sobre a divulgação dos documentos, o Departamento de Guerra dos EUA aproveitou para dizer que o governo Trump "promove uma transparência sem precedentes" sobre os UAP e, em tom conspiratório, acusou gestões passadas de "buscarem descreditar e dissuadir o povo americano".
"É hora do povo americano ver por si mesmo", afirmou o departamento federal.
Ainda segundo a pasta, mais levas de documentos sobre o tema serão publicadas nas próximas semanas.
LEIA TAMBÉM:
Trump diz que análise sobre óvnis revelou documentos 'interessantes'
Governo dos EUA registra domínio 'alien.gov' após Trump ordenar divulgação de arquivos sobre supostos ETs
Obama diz acreditar que ETs existem, mas nega que EUA mantenham aliens na 'Área 51'
Fotos de OVNIs
Imagem em infravermelho de objeto (ou objetos) voador não identificado sobrevoando região oeste dos EUA em setembro de 2025.
FBI via Departamento de Guerra dos EUA
Imagem capturada pela Força Aérea dos EUA de objeto voador não identificado sobrevoando região sul dos Estados Unidos em 2020.
Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA
Montagem com elemento metálico inserido em edição posterior sobre foto de descampado tirada pelo FBI para retratar avistamento de OVNI por testemunha em setembro de 2023.
Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA
Frame de vídeo que mostra objeto voador não identificado avistado por militar dos EUA no Oriente Médio em 2022.
Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA

VÍDEO: Guia grava vulcão entrando em erupção durante expedição ao cume de montanha na Indonésia; 3 morreram

EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, diz TV
Vulcão na Indonésia entra em erupção enquanto alpinistas estavam na montanha
Um vulcão entrou em erupção na Indonésia nesta sexta-feira (8) e causou ao menos três mortes e cinco feridos, além de ter deixado outras pessoas desaparecidas, segundo autoridades locais.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
"Há três mortos, dois estrangeiros e um morador da ilha de Ternate", afirmou Erlichson Pasaribu, chefe de polícia da província de Halmahera do Norte, ao canal indonésio Kompas TV.
A erupção ocorreu no Monte Dukono, na ilha de Halmahera do Norte, por volta das 7h41 no horário local (21h41 de quinta no horário de Brasília), e foi a sétima erupção do vulcão em uma semana. O fenômeno lançou uma coluna de 10 km de altura, segundo autoridades locais.
A confirmação das mortes ocorreu após Pasaribu ter dito à agência de notícias Reuters que sobreviventes haviam relatado que três pessoas morreram na erupção, e posterior confirmação pelas autoridades de resgate.
O chefe da agência local de resgate, Iwan Ramdani, disse à Reuters que 20 alpinistas ficaram presos na região do vulcão por conta da erupção, e que 17 deles haviam sido resgatados. Acredita-se que os três mortos relatados sejam esses outros alpinistas —dois deles são cidadãos de singapura, e o outro é indonésio.
Vulcão entra em erupção na Indonésia e joga cinzas a 10 km de altura
Vídeos em alta no g1
Segundo a agência de combate a desastres da Indonésia, a BNPB, cinco dos alpinistas resgatados ficaram feridos por conta da erupção. O estado de saúde deles não foi especificado pelas autoridades. As equipes de resgate "continuam as buscas na área montanhosa à medida que a atividade vulcânica aumenta", disse o porta-voz da BNPB, Abdul Muhari.
Pasaribu disse também que sete pessoas conseguiram escapar da erupção do vulcão, porém continuavam desaparecidas até a última atualização desta reportagem. A região onde se acredita que essas pessoas estavam é uma área declarada de acesso proibido para visitantes desde o mês passado, após cientistas observarem um aumento da atividade vulcânica.
O chefe da polícia explicou ainda que a operação de resgate ocorre em um terreno acidentado, que só permite o acesso de veículos até certo ponto.
"No restante do trajeto, as vítimas precisam ser transportadas em macas. E ainda ouvimos estrondos da erupção. Isso atrasa nossa operação", disse Pasaribu.
A agência de vulcanologia da Indonésia, PVMBG, manteve o alerta no nível II e orientou moradores e visitantes a permanecerem a pelo menos 4 km da cratera Malupang Warirang, onde está localizado o Monte Dukono.
Esta foi a sétima erupção do vulcão Monte Dukono em uma semana.
GuGun BaBa LaBaranti via Spectee/AFP
Vulcão no Monte Dukono, na Indonésia, entra em erupção em 8 de maio de 2026.
Jhon Frengki Manipa via Reuters

Clientes são feitos reféns por horas em agência bancária na Alemanha; criminoso fugiu

EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, diz TV
Policiais cercam agência bancária onde clientes foram feitos reféns em Sinzig, na Alemanha
Thomas Frey/dpa via AP
Várias pessoas, incluindo um motorista de carro-forte, foram feitas reféns por horas em uma agência de um banco na cidade de Sinzig, no oeste da Alemanha, nesta sexta-feira (8).
Segundo a polícia, o incidente foi relatado às 4h do horário de Brasília e a área foi isolada.
Os clientes só foram libertados por volta das 10h, mas todos escaparam ilesos.
Pelo menos um suspeito está foragido, mas a polícia trabalha com a hipótese de haver mais de um criminoso.
Policiais cercam agência bancária onde clientes foram feitos reféns em Sinzig, na Alemanha
Thomas Frey/dpa via AP

Governo Trump divulga arquivos sobre OVNIs e vida alienígena; veja FOTOS

EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, diz TV
Imagem em infravermelho de objeto voador não identificado sobrevoando região oeste dos EUA em dezembro de 2025.
Divulgação/FBI
O governo Trump publicou nesta sexta-feira (8) documentos federais dos Estados Unidos sobre OVNI's e "vida extraterrestre" em um repositório oficial na internet, segundo o Departamento de Guerra norte-americano.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
Um site específico foi criado para hospedar arquivos sobre "Fenômenos Anômalos Não Identificados" (UAP, na sigla em inglês), afirmou o Departamento de Guerra em nota. O repositório apresentou algumas instabilidades ao longo da manhã desta sexta.
Em análise preliminar do g1, os arquivos consistem em dezenas de fotos de objetos voadores não identificados por diversas agências federais dos EUA (veja no destaque e mais abaixo nesta reportagem), além de documentos sobre investigações do FBI sobre avistamentos de OVNIs. O g1 ainda estava analisando os documentos até a última atualização desta reportagem e dará mais detalhes conforme a apuração avançar.
Uma das fotos divulgadas nesta sexta foi tirada na Lua pela tripulação da Apollo 17, missão espacial dos EUA na década de 1970, em que um dos astronautas registrou três pontos de luz no céu que chamou a atenção deles por parecer "fragmentos irregulares e angulares". Veja na foto abaixo.
Foto tirada pela missão Apollo 17 na Lua em 1972 mostra visão aumentada de três pontos de luz não identificados.
Nasa/Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA
Vídeos em alta no g1
Divulgação de documentos de OVNIs
A publicação dos documentos ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter ordenado, em fevereiro, a publicação de documentos federais sobre vida alienígena. Na época, Trump disse que instruiu seu governo a divulgar materiais sobre "vida alienígena e extraterrestre, fenômenos aéreos não identificados (UAPs) e objetos voadores não identificados (OVNIs)".
"Os materiais arquivados se referem a casos não resolvidos, o que significa que o governo não é capaz de determinar de forma definitiva a natureza dos fenômenos observados. (…) O Departamento de Guerra incentiva a aplicação de análises, informações e expertise do setor privado, e continuará a produzir relatórios separados sobre casos de UAP resolvidos", afirmou o Departamento de Guerra dos EUA.
No comunicado sobre a divulgação dos documentos, o Departamento de Guerra dos EUA aproveitou para dizer que o governo Trump "promove uma transparência sem precedentes" sobre os UAP e, em tom conspiratório, acusou gestões passadas de "buscaram descreditar e dissuadir o povo americano".
"É hora do povo americano ver por si mesmo", afirmou o departamento federal.
Ainda segundo a pasta, mais levas de documentos sobre o tema serão publicadas nas próximas semanas.
Fotos de OVNIs
Imagem em infravermelho de objeto (ou objetos) voador não identificado sobrevoando região oeste dos EUA em setembro de 2025.
FBI via Departamento de Guerra dos EUA
Imagem capturada pela Força Aérea dos EUA de objeto voador não identificado sobrevoando região sul dos Estados Unidos em 2020.
Divulgação/Departamento de Guerra dos EUA

EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, diz TV

EUA fazem novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, diz TV
EUA e Irã voltam a trocar ataques no Estreito de Ormuz
Militares dos Estados Unidos fizeram novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz nesta sexta-feira (8), segundo a rede de TV norte-americanaFox News. A imprensa estatal iraniana disse ter registado explosões nesta sexta perto do estreito.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
De acordo com a Fox News, novos bombardeios dos EUA atingiram vários petroleiros vazios que tentavam furar o bloqueio naval que navios norte-americanos fazendo na entrada do Estreito de Ormuz.
O governo dos Estados Unidos ainda não haviam se manifestado até a última atualização desta reportagem.
➡️ Na quinta, o Irã disse que os Estados Unidos atacaram um petroleiro iraniano e outro navio de Teerã que se aproximava do Estreito de Ormuz, além de bombardear áreas costeiras civis do território iraniano. O presidente dos EUA, Donald Trump, minimizou a ofensiva, que chamou de "tapinha" (leia mais abaixo).
Trump afirmou que os ataques foram uma forma de pressão. Nesta sexta, o chanceler iraniano, Abbas Aragchi, disse que seu país "não se curvará à pressão" e reclamou de ofensivas dos EUA durante negociações. Ele acusou Washington de estar fazendo uma "aventura militar irresponsável".
"Toda vez que uma solução diplomática está sobre a mesa, os EUA optam por uma aventura militar irresponsável", declarou Aragchi, que disse ainda que seu país aumentou o estoque de mísseis e de capacidade de lançamento ao longo da guerra com os EUA.
"Nosso estoque de mísseis e capacidade de lançamento estão em 120%, na comparação com 28 de fevereiro (quando o conflito iniciou".
'Tapinha'
Embarcações no Estreito de Ormuz, perto de Bandar Abbas, Irã 4 de maio de 2026.
Amirhosein Khorgooi/ISNA/WANA via REUTERS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (7), em entrevista à rede americana ABC News, que os ataques retaliatórios ao Irã não violam o cessar-fogo e minimizou a ação ao chamá-la de "tapinha".
"Foi só um tapinha", disse Trump à jornalista Rachel Scott. "O cessar-fogo continua em vigor."
Mais cedo, o Irã acusou os Estados Unidos de violarem o acordo após um ataque contra dois navios no Estreito de Ormuz. Segundo Teerã, a ação também atingiu áreas civis.
De acordo com o governo iraniano, forças americanas atacaram um petroleiro que seguia em direção ao estreito, além de outra embarcação que entrava na rota marítima.
“Ao mesmo tempo, com a cooperação de alguns países da região, eles realizaram ataques aéreos contra áreas civis ao longo das costas de Bandar Khamir, Sirik e da ilha de Qeshm”, afirmou.
Após o ataque, Trump escreveu em uma rede social que três destróieres americanos atravessaram o Estreito de Ormuz sob fogo, mas não sofreram danos. Segundo ele, os ataques foram interceptados, enquanto forças iranianas sofreram perdas.
"Eles foram completamente destruídos, junto com diversas pequenas embarcações, que estão sendo usadas para substituir a Marinha totalmente desmantelada do país. Esses barcos foram ao fundo do mar, de forma rápida e eficiente", afirmou.
Trump também disse que o Irã é liderado por "loucos" e que o país usaria uma arma nuclear se tivesse a oportunidade.
"E, assim como os neutralizamos novamente hoje, faremos isso de forma muito mais dura e violenta no futuro, se não assinarem um acordo rapidamente", escreveu.
O que dizem as Forças Armadas dos EUA
Vídeos em alta no g1
As Forças Armadas dos Estados Unidos afirmaram que interceptaram ataques iranianos "não provocados" e responderam com "ações de autodefesa".
Segundo comunicado, três navios da Marinha americana transitavam pelo Estreito de Ormuz em direção ao Golfo de Omã quando forças iranianas lançaram múltiplos mísseis, drones e pequenas embarcações.
Os militares americanos disseram que nenhuma embarcação foi atingida e que as ameaças foram "eliminadas" após ataques a instalações iranianas, incluindo "locais de lançamento de mísseis e drones e estruturas de inteligência e vigilância".
O texto acrescenta que os EUA não buscam uma escalada, mas permanecem "posicionados e prontos para proteger as forças americanas".
Já o comando militar conjunto do Irã afirmou que responderá de forma poderosa e sem hesitação a qualquer ataque.
Ataques acontecem em meio a negociações
EUA e Irã próximos de acordo limitado para interromper a guerra
Os bombardeios ocorreram em meio a negociações frágeis entre EUA e Irã pelo fim da guerra que começou no dia 28 de fevereiro. Atualmente, os EUA aguardam uma resposta do Irã sobre uma proposta americana para encerrar o conflito.
Nesta quarta-feira (6), Trump afirmou que a guerra terminaria se Irã "cumprir o combinado".
O presidente dos EUA afirmou à rede PBS News que um acordo de paz com o Irã, segundo os termos impostos pelos EUA, incluiria o regime iraniano entregando todo seu estoque de urânio enriquecido e se comprometer a não operar suas instalações nucleares subterrâneas.
Apesar dos avanços reportados nesta quarta-feira, o Irã considera que o memorando entregue pelos EUA contém "alguns termos inaceitáveis", segundo a agência estatal Tasnim. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Ghalibaf, afirmou que o país está "com o dedo no gatilho".
Essas negociações acontecerem em meio a um cessar-fogo na guerra entre EUA, Israel e Irã, prorrogado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no final de abril. A trégua foi prolongada, segundo Trump, para viabilizar um acordo entre os países.
Desde então, contudo, Irã e EUA têm trocado ataques no Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica disputada pelos dois países.
VÍDEOS: mais assistidos do g1