Salada, filé grelhado e feijão: veja cardápio de almoço de Trump e Lula

Porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt anuncia nascimento da filha minutos antes de reunião de Trump e Lula
Lula publica vídeo de encontro com o presidente Donald Trump
O almoço está servido na Casa Branca no encontro entre o presidente Lula (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (7), em Washington. O prato principal conta elementos conhecidos dos brasileiros como salada, filé de carne grelhado e feijão-preto.
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Veja o cardápio completo obtido pela TV Globo:
Entrada: salada de alface romana com jícama, gomos de laranja, abacate e molho cítrico.
Prato principal: filé de carne grelhado com purê de feijão-preto, mini pimentões doces e relish de rabanete com abacaxi. Uma opção vegetariana também estava disponível.
Sobremesa: torta de panna cotta com mel e pêssegos caramelizados de verão, acompanhada de sorvete de crème fraîche.
Lula chega à Casa Branca para encontro com Trump
Reprodução
O que esperar do encontro de Lula e Trump
Segundo apuração da jornalista Raquel Krähenbühl, da TV Globo, o encontro será uma “visita de trabalho”, formato menos formal do que uma reunião bilateral tradicional.
A reunião é vista por fontes da diplomacia brasileira como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após um período de incertezas e tarifas de importação.
Além da economia, devem compor a mesa de discussões os seguintes temas:
ataque ao PIX;
cooperação contra crime organizado e narcotráfico;
parcerias em minerais críticos e terras raras;
geopolítica na América Latina, Oriente Médio e ONU; e
eleições no Brasil.
A viagem a Washington é fruto de um processo de aproximação que ganhou tração em 26 de janeiro de 2026, quando Lula e Trump conversaram por telefone por cerca de 50 minutos.
Após o telefonema, Lula disse que queria ir a Washington em março para ter um encontro "olho no olho" com Trump, mas a guerra no Oriente Médio atrasou a definição da agenda.
De janeiro para cá, a relação já marcada por divergências entre Lula e Trump ganhou novos elementos de tensão no cenário internacional.
A guerra no Oriente Médio, episódios diplomáticos como o cancelamento do visto do assessor Darren Beattie e ruídos envolvendo a prisão e posterior soltura do deputado Alexandre Ramagem contribuíram para tornar o ambiente mais complexo, adicionando desafios à interlocução entre os dois governos.
Enquanto a reunião era negociada nos últimos meses, um auxiliar do presidente Lula explicava que a reunião entre Lula e Trump poderia ser "mais um ponto de partida do que um ponto de chegada" em termos de acordos.
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Chevrolet lança Sonic por R$ 129.990; veja os detalhes do novo SUV

Porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt anuncia nascimento da filha minutos antes de reunião de Trump e Lula
Chevrolet lança o Sonic no Brasil
Divulgação / GM
A Chevrolet lançou nesta quinta-feira (7) o Sonic. A montadora revelou preços e versões disponíveis. O utilitário esportivo já está disponível nas lojas da marca com preço inicial e promocional de R$ 129.990. O motor é 1.0 turbo com injeção direta com 115 cv e 18,9 kgfm de torque. O câmbio é automático de seis marchas. O SUV é produzido em Gravataí (RS).
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O modelo chega em duas versões: Premier e RS. O preço inicial é de R$ 129.990 para a versão Premier, a versão RS custa R$ 135.990. O Sonic, segundo a GM, vai ocupar o espaço entre o futuro Onix Activ e o Tracker. O design do SUV teve inspiração no Equinox EV.
Por se tratar de um modelo que usa a mesma arquitetura do Onix, poderia parecer que o Sonic seria um carro com proporções acanhadas e similar ao irmão hatch. A novidade tem 4,23 metros de comprimento, largura de 1,77 metro e altura de 1,53 metro.
O modelo pesa 1.139 kg e, segundo a marca, acelera de 0 a 100 km/h "na casa dos 10 segundos". Apenas o consumo rodoviário foi divulgado pela Chevrolet. Na estrada, o Sonic consegue 14,8 km/l na gasolina e 10,4 km/l no etanol. O SUV tem sistema start-stop, que desliga o motor quando o carro está parado.
A engenharia da Chevrolet fez um acerto de suspensão específico para o Sonic, pois o modelo é mais alto que o Onix. São 20 cm de distância em relação ao solo se medir a partir do entre-eixos.
“A base estrutural evoluiu para acompanhar essa proposta. A plataforma e elementos da carroceria foram reforçados, aumentando a rigidez e permitindo calibrações mais precisas de suspensão e direção”, explica Ricardo Fanucchi, diretor de engenharia da GM América do Sul.
Design harmonioso
O que se percebe é que a GM seguiu no Sonic uma filosofia parecida com a que a Volkswagen fez com o Nivus. Aproveitou alguns componentes do irmão menor, como, por exemplo, portas, mas rearranjou o design do carro para que fizesse sentido, criando assim um SUV compacto.
Do ponto de vista do design, na dianteira, o carro tem traços mais fortes e marcados, seguindo a nova filosofia de design da General Motors. A grade, principalmente na versão RS, com acabamento preto, combina bem com os filetes em LED.
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Vale ressaltar que a iluminação da via não é feita pelos LEDs superiores, e sim pelos canhões de luz localizados abaixo, no para-choque.
Um recurso de design já visto em vários modelos da Citroën e, recentemente, também na própria Chevrolet Spin.
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Na vista lateral, o destaque fica para as rodas de 17 polegadas, medida generosa para um modelo de grande volume. Já na traseira, o caimento do teto, junto com o spoiler com acabamento preto, proporciona uma sensação harmoniosa.
O porta-malas com 392 litros é amplo, visando justamente igualar um dos argumentos que o Nivus tem em relação ao Polo, que é a maior capacidade para levar bagagem.
Design, aparência e gosto são aspectos particulares, mas, apesar de usar componentes e base comuns a outros carros, o Sonic consegue ter uma personalidade própria.
Interior do Chevrolet Sonic
Divulgação / GM
Interior iluminado
Em relação ao interior, a GM segue levantando a bandeira da conectividade, com sistemas intuitivos e de fácil entendimento. Chamam a atenção as telas com fundo escurecido, detalhes em azul e ícones minimalistas.
O cluster de instrumentos tem 8 polegadas e a tela do multimídia tem 11 polegadas. Elas formam o que a GM chama de Virtual Cockpit System.
Outro destaque no interior é o novo logo da Chevrolet, que estreou justamente no Sonic. As pedaleiras são em alumínio.
Dentro do carro, a posição de dirigir é um pouco mais alta se comparada com o Onix, o que já era esperado. Já o espaço na traseira para ocupantes com mais de 1,80 metro fica no limite.
Chevrolet Sonic 2027
Divulgação / GM
É o preço que se paga por uma carroceria visualmente mais harmoniosa, sem recorrer a outras medidas que poderiam deixar as proporções do carro desbalanceadas.
Os materiais seguem o padrão encontrado no Chevrolet Tracker e, portanto, quem já está acostumado com modelos da General Motors não terá nenhuma surpresa negativa. O cluster e a tela de multimídia formam um conjunto só, dando foco no motorista. Como de praxe nos modelos mais equipados da marca, o Sonic tem recurso de Wi-Fi nativo e OnStar.
Fitas finas de LED atravessam os revestimentos de porta e parte do painel. Volante segue o desenho tradicional de trapézio da Chevrolet.
Outro destaque do Sonic são os sistemas de segurança ativa. O utilitário esportivo tem câmera dianteira que permite frenagem automática de emergência, auxiliar de permanência em faixa, auxiliar para evitar evasão de pista, alerta de ponto cego. Há ainda farol alto adaptativo, que se desativa na rodovia ao perceber outros veículos.
Segundo a Chevrolet, a câmera de alta definição tem 40% mais área de cobertura se comparada a outros equipamentos. A expectativa é que esses recursos cheguem ao Onix em breve.
A versão RS ainda conta com sistema que, quando acionado, detecta vagas paralelas ou perpendiculares. Ao encontrar um espaço compatível, o Sonic manobra por conta própria para dentro da vaga. O motorista apenas controla o acelerador, freio e seleção de marcha.

Lula se reúne com Donald Trump na Casa Branca

Porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt anuncia nascimento da filha minutos antes de reunião de Trump e Lula
Veja vídeo da chegada de Lula na Casa Branca
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca nesta quinta-feira (7).
Lula chegou ao local por volta de 12h20 (horário de Brasília) e foi recebido pelo líder norte-americano (veja no vídeo acima).
AO VIVO: Acompanhe a visita de Lula a Trump na Casa Branca
Segundo informações do Planalto, os dois estão reunidos no Salão Oval para uma breve conversa acompanhado das equipes, antes do momento em que haverá participação da imprensa.
Lula chega à Casa Branca para encontro com Trump
Reprodução
Comitiva tem 5 ministros e diretor-geral da PF
Lula desembarcou em Washington na noite desta quarta-feira (6) e deve retornar a Brasília ainda nesta quinta.
Cinco ministros participam da reunião do lado brasileiro:
Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores
Dario Durigan, ministro da Fazenda
Márcio Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia
Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública
A comitiva também inclui o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Mas, ele não entrou na reunião.
O grupo que viaja aos EUA foi montado com foco em temas sensíveis da agenda bilateral, como comércio, terras raras, combate ao crime organizado, conflitos internacionais, a investigação americana sobre o PIX, regulação das big techs e o cenário eleitoral brasileiro.
Do lado norte-americano, vários representantes da alta cúpula do governo também estão presentes. A lista inclui:
J.D. Vance, vice-presidente
Susie Wiles, chefe de Gabinete
Scott Bessent, secretário do Tesouro
Jamieson Greer, representante de Comércio
Howard Lutnick, secretário do Comércio
Mudança de planos
Lula pediu para inverter ordem da agenda com Trump
Em um primeiro momento, a programação preliminar enviada ao governo brasileiro previa uma rápida passagem pelo Salão Oval para uma declaração à imprensa. Em seguida, Lula e Donald Trump teriam uma reunião reservada.
No entanto, a pedido do presidente brasileiro, a ordem foi invertida. Os dois estão conversando reservadamente, antes da entrada da imprensa no salão. Este não é o protocolo tradicional das visitas de trabalho na Casa Branca, mas o pedido de Lula foi atendido.
Em seguida, está previsto um almoço. Ao retornar para a embaixada, onde Lula está hospedado, o presidente brasileiro deve dar uma coletiva de imprensa.
Reunião de trabalho
Esta é a segunda vez que os dois se encontram para tratar de temas de interesse entre os dois países. A agenda será uma reunião de trabalho, e não tem status de visita de Estado formal.
A primeira ocorreu em outubro do ano passado na Malásia, na esteira da imposição de tarifas de 50% sobre a exportação de produtos brasileiros para os EUA e de sanções a autoridades brasileiras em razão do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Desde então, Lula e Trump têm conversado por meio de telefonemas e também feito declarações públicas sobre a relação entre os dois países.
O telefonema mais recente foi na última sexta-feira (1º). Lula recebeu uma ligação de Trump e a conversa durou cerca de 40 minutos, de acordo com fontes do governo brasileiro.
Durante a ligação, Lula se colocou à disposição para viajar aos Estados Unidos e realizar o encontro presencial.
Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA
A reunião é vista por fontes da diplomacia brasileira como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após um período de incertezas e tarifas de importação.
Também fazem parte da delegação integrantes das equipes econômica e diplomática, além de auxiliares diretos do Palácio do Planalto, que devem acompanhar as discussões e prestar suporte técnico durante as reuniões.
O encontro entre Lula e Trump ocorre sem o status de visita de Estado, sendo classificado como uma reunião de trabalho.
A viagem a Washington vinha sendo articulada desde março, mas acabou adiada em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e com o envolvimento dos Estados Unidos no conflito.

Trump recebe Lula na Casa Branca e os dois se cumprimentam; veja vídeo

Porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt anuncia nascimento da filha minutos antes de reunião de Trump e Lula
Trump recebe presidente Lula na Casa Branca
O presidente Lula (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reúnem, nesta quinta-feira (7), em Washington. Em vídeo divulgado pelo governo norte-americano, é possível ver o momento em que Trump recebe Lula.
Os dois trocaram um aperto de mão e o presidente norte-americano perguntou como Lula está (veja no vídeo acima).
O primeiro contato dos dois não teve o famoso aperto de mão de urso do americano. A maneira incomum como Trump aperta a mão das pessoas já rendeu muitos comentários e análises para entender se essa seria uma técnica usada pelo presidente americano para tentar afirmar poder ou superioridade.
Segundo a análise do jornalista Marcelo Lins, o cumprimento foi suave.
"Muitas vezes, a gente vê o Trump dando aquele aperto de mão muito forte, eventualmente puxando o seu interlocutor para perto dele. Tem umas imagens clássicas dele fazendo isso", disse o jornalista.
"Mas dessa vez não. Aparentemente foi uma chegada mais suave, com o Trump perguntando para o presidente Lula como é que ele está, o Lula respondendo. Um perguntando em inglês, o outro respondendo em português", complementou Lins.
Para o jornalista, foi um primeiro contato "marcado pela suavidade, pela gentileza entre esses dois líderes".
Segundo a programação divulgada pela Casa Branca, os dois se reúnem no Salão Oval e depois participam de um almoço bilateral na Sala do Gabinete da Casa Branca.
Segundo apuração da jornalista Raquel Krähenbühl, da TV Globo, o encontro será uma “visita de trabalho”, formato menos formal do que uma reunião bilateral tradicional.
Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA
A reunião é vista como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após os EUA aplicarem tarifas contra produtos brasileiros e sanções contra autoridades nacionais.
▶️ Contexto: Esta será a segunda reunião presencial entre Lula e Trump. Em outubro, os dois se encontraram durante um evento na Malásia. Um mês antes, conversaram rapidamente durante a Assembleia Geral da ONU.
Antes do encontro, Lula e Trump falaram por telefone na sexta-feira (1º). O governo brasileiro disse que a conversa foi "amistosa".
Pelo menos cinco temas devem centralizar o encontro:
Crime organizado: um dos principais pontos será a pressão para classificar facções brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho, como organizações terroristas. O governo brasileiro tenta convencer os norte-americanos de que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio de cooperação bilateral, sem medidas que possam abrir margem para ações mais duras dos EUA.
PIX: os EUA investigam possíveis impactos do sistema brasileiro sobre empresas americanas de pagamentos eletrônicos. O governo Lula pretende defender que o PIX não discrimina companhias estrangeiras e usar o encontro para evitar possíveis medidas contra o Brasil relacionadas ao sistema.
Questões internacionais: Lula e Trump têm divergências sobre temas como Venezuela, Irã e o papel dos EUA em conflitos globais. O presidente brasileiro defendeu o fortalecimento da ONU e criticado posturas consideradas unilaterais do governo americano.
A reunião também deve abordar minerais críticos e terras raras, considerados estratégicos para tecnologia e transição energética.
Além disso, segundo o blog da Andreia Sadi, Lula pretende usar o encontro como ativo político, buscando um compromisso informal de não interferência dos EUA nas eleições brasileiras de outubro e tentando reforçar sua imagem de liderança internacional.
Veja detalhes de cada um dos assuntos.
Trump recebe Lula na Casa Branca
Ddivulgação/Casa Branca
Lula chega à Casa Branca para encontro com Trump
Reprodução
VÍDEOS: mais assistidos do g1

Porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt anuncia nascimento da filha minutos antes de reunião de Trump e Lula

Porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt anuncia nascimento da filha minutos antes de reunião de Trump e Lula
Karoline Leavitt anuncia nascimento da filha
Reprodução/Instagram
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, anunciou nesta quinta-feira (7) o nascimento da segunda filha, Viviana, chamada pela família de “Vivi”.
O anúncio foi feito nas redes sociais. Na publicação, Leavitt afirmou que a bebê nasceu no último dia 1º de maio e que está “perfeita e saudável”.
“Viviana, também conhecida como ‘Vivi’, se juntou à nossa família e nossos corações instantaneamente explodiram de amor”, escreveu a porta-voz.
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Viviana é a segunda filha de Leavitt com o marido, Nicholas Riccio.
Segundo ela, o filho mais velho do casal também está se adaptando à chegada da irmã. “O irmão mais velho está alegremente se ajustando à vida com sua nova irmãzinha”, disse.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, durante coletiva de imprensa em 17 de julho de 2025
REUTERS/Nathan Howard
A republicana, de 28 anos, é a atual porta-voz da Casa Branca no governo de Donald Trump e entrou recentemente em licença-maternidade.
Apesar do afastamento, Leavitt voltou ao púlpito dias após iniciar a licença para comentar o tiroteio registrado durante o jantar da White House Correspondents' Association, em 25 de abril, e as medidas de segurança envolvendo o presidente.
No momento do ataque, o mentalista Oz Pearlman se apresentava para o presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump e tentava adivinhar o nome do bebê de Leavitt.
Segundo o New York Times, na ausência dela, a Casa Branca planeja um rodízio de funcionários do governo para dar entrevistas coletivas.
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