Sem ‘aperto de mão de urso’: ‘Foi um 1º contato marcado pela suavidade e gentileza’, analisa Marcelo Lins

Atendente de banco ‘desliga na cara’ do papa Leão XIV após pontífice se identificar, diz jornal
Lula está na Casa Branca para encontrar Trump
Primeiro contato de Lula com o presidente americano Donald Trump, nesta quinta-feira (7), foi tranquilo, analisa Marcelo Lins. "Foi um primeiro contato marcado pela suavidade e gentileza", disse o analista.
Na chegada do presidente brasileiro na Casa Branca para o encontro de trabalho que acontece no início desta tarde, Trump não deu seu famoso aperto de mão de urso.
"Muitas vezes, a gente vê o Trump dando aquele aperto de mão muito forte, eventualmente puxando o seu interlocutor para perto dele. Tem umas imagens clássicas dele fazendo isso", observou o analista na Globo News.
A maneira incomum como Donald Trump aperta a mão das pessoas já rendeu muitos comentários e análises para entender se essa seria uma técnica usada pelo presidente americano para tentar afirmar poder ou superioridade.
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Os estranhos apertos de mão de Trump chamam atenção também pelo constrangimento que alguns líderes passam após se encontrarem com o presidente.
"Mas dessa vez não. Aparentemente foi uma chegada mais suave, com o Trump perguntando para o presidente Lula como é que ele está, o Lula respondendo. Um perguntando em inglês o outro respondendo em português", narrou.
Em uma visita recente do rei Charles III encarou o aperto de mão de Trump e chamou atenção nas redes sociais para o aparente desconforto do Rei Charles III.
Algumas pessoas apontaram que ele tentou se livrar da mão de Trump, enquanto o presidente dos EUA segue segurando a mão do britânico.
Trump e Lula se encontram na Casa Branca
Reprodução

AO VIVO: Lula e Trump se reúnem agora na Casa Branca

Atendente de banco ‘desliga na cara’ do papa Leão XIV após pontífice se identificar, diz jornal
AO VIVO: Lula e Trump se reúnem agora na Casa Branca Presidentes devem discutir assuntos como economia e segurança durante o encontro. O g1 vai transmitir ao vivo, nesta página. Lula e Trump se reúnem nesta quinta-feira (7) na Casa Branca. Leia a reportagem completa. Presidentes devem fazer uma rápida declaração à imprensa no Salão Oval da Casa Branca.. Encontro é visto como uma "visita de trabalho", menos formal do que uma reunião bilateral.. Combate ao crime organizado, terras raras e PIX estão entre os assuntos da reunião. Leia mais aqui.. Veja como foram os últimos encontros de Lula e Trump.

Lula pediu mudança em protocolo de encontro com Trump para reunião fechada ser antes de atendimento à imprensa

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Lula pediu para inverter ordem da agenda com Trump
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu uma mudança do protocolo durante o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (7), em Washington. O brasileiro solicitou que os dois se reunissem a portas fechadas antes de falarem com a imprensa.
A informação foi confirmada pelo secretário de Imprensa, Lércio Portela Delgado. Por conta da solicitação, o atendimento à imprensa está atrasado em mais de uma hora.
O pedido foi feito após um desconforto do presidente brasileiro no último encontro entre os líderes, na Malásia. Lula achava melhor falar com a imprensa após a conversa formal entre os dois.
Por conta da mudança na programação, a equipe da Casa Branca orientou aos jornalistas que aguardam para registrar o encontro os líderes no Salão Oval a se sentarem, segundo a correspondente da Globo em Washington, Raquel Krähenbühl.
"Ainda não é hora de se alinhar. Nós chamaremos quando for o momento de reunir, não há necessidade de formar fila agora".
Repórteres aguardam na sala de imprensa para saber se terão permissão para entrar no Salão Oval para o encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, na Casa Branca
REUTERS/Jonathan Ernst
Sem "aperto de mão de urso"
Trump recebe presidente Lula na Casa Branca
Em vídeo divulgado pelo governo norte-americano, é possível ver o momento em que Trump recebe Lula.
Os dois trocam um aperto de mão e o presidente norte-americano pergunta como Lula está. Veja acima.
Segundo apuração da jornalista Raquel Krähenbühl, da TV Globo, o encontro será uma “visita de trabalho”, formato menos formal do que uma reunião bilateral tradicional.
Lula e Trump se falaram por telefone antes de viagem aos EUA
A reunião é vista como um passo para normalizar as relações comerciais entre os dois países, após os EUA aplicarem tarifas contra produtos brasileiros e sanções contra autoridades nacionais.
▶️ Contexto: Esta será a segunda reunião presencial entre Lula e Trump. Em outubro, os dois se encontraram durante um evento na Malásia. Um mês antes, conversaram rapidamente durante a Assembleia Geral da ONU.
Antes do encontro, Lula e Trump falaram por telefone na sexta-feira (1º). O governo brasileiro disse que a conversa foi "amistosa".
Pelo menos cinco temas devem centralizar as conversas:
Um dos principais pontos será a pressão dos EUA para classificar facções brasileiras, como o PCC e o Comando Vermelho, como organizações terroristas. O governo brasileiro tenta convencer os norte-americanos de que o combate ao crime organizado deve ocorrer por meio de cooperação bilateral, sem medidas que possam abrir margem para ações mais duras dos EUA.
Veja detalhes de cada um dos assuntos.
Outro tema sensível será o PIX. Os EUA investigam possíveis impactos do sistema brasileiro sobre empresas americanas de pagamentos eletrônicos. O governo Lula pretende defender que o PIX não discrimina companhias estrangeiras e usar o encontro para evitar possíveis medidas contra o Brasil relacionadas ao sistema.
Questões internacionais também devem entrar na pauta. Lula e Trump têm divergências sobre temas como Venezuela, Irã e o papel dos EUA em conflitos globais. O presidente brasileiro tem defendido maior fortalecimento da ONU e criticado posturas consideradas unilaterais do governo americano.
A reunião também deve abordar minerais críticos e terras raras, considerados estratégicos para tecnologia e transição energética. Além disso, segundo o blog da jornalista Andreia Sadi, Lula pretende usar o encontro como ativo político, buscando um compromisso informal de não interferência dos EUA nas eleições brasileiras de outubro e tentando reforçar sua imagem de liderança internacional.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Encontro com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o 47ª Cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático – ASEAN em Kuala Lampur, Malásia.
Ricardo Stuckert/Presidência da República
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Supeito de ameaçar ex-príncipe Andrew enquanto ele passeava com cachorros é preso na Inglaterra

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Príncipe Andrew: de 'filho preferido' da rainha a vergonha da família real
Um homem foi preso na noite de quarta-feira (6) por porte de arma de fogo perto da casa do ex-príncipe Andrew, no leste da Inglaterra, informou a polícia nesta quinta (7), após relatos da imprensa de que o irmão do rei havia sido ameaçado enquanto passeava com seus cães.
A polícia de Norfolk reportou a prisão de um homem armado que estava "se comportando de maneira intimidatória" perto da casa do ex-príncipe, em Sandringham.
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Ex-príncipe Andrew e Jeffrey Epstein
Reprodução / Fantástico
"O homem foi detido sob suspeita de alteração da ordem pública e posse de uma arma ofensiva", destacou a polícia.
Veículos de imprensa britânicos noticiaram que um homem encapuzado teria supostamente ameaçado Andrew Mountbatten Windsor enquanto ele passeava com seus cães perto de sua residência.
Segundo o jornal Daily Telegraph, o suspeito estava sentado em seu carro quando viu o ex-príncipe e supostamente saiu do veículo para se dirigir ao irmão do rei, gritando com ele.
O jornal acrescentou que Andrew estava acompanhado de um agente de sua segurança privada e se refugiou em seu próprio carro, afastando-se rapidamente.
A polícia informou que o suspeito "permanece detido".
Andrew, considerado durante muitos anos um herói militar por sua participação na Guerra das Malvinas contra a Argentina, em 1982, se tornou um problema para a coroa britânica, devido a suas relações controversas com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein, morto na prisão em 2019.
O ex-príncipe ficou detido durante 11 horas em fevereiro, depois da divulgação de e-mails extraídos dos arquivos de Epstein, que sugerem que ele lhe transmitiu informação potencialmente confidencial.
O governo britânico está avaliando aprovar uma lei para tirar da linha sucessória do trono Andrew Mountbatten Windsor, suspeito de conduta indevida no exercício de um cargo público, quando era enviado especial do Reino Unido para o Comércio Internacional, entre 2001 e 2011.
Após estas revelações, o rei Charles III destituiu seu irmão de seus títulos e o expulsou da residência onde morava, em Windsor.
Mesmo assim, Andrew segue ocupando a 8º posição na linha de sucessão ao trono britânico.
Após ter sido detido, Andrew foi "posto em liberdade sob investigação".
Segundo um e-mail dirigido a Epstein, datado de 24 de dezembro de 2010, o irmão do rei Charles III enviou "um informe confidencial" sobre oportunidades de investimento no Afeganistão.

Atendente de banco ‘desliga na cara’ do papa Leão XIV após pontífice se identificar, diz jornal

Atendente de banco ‘desliga na cara’ do papa Leão XIV após pontífice se identificar, diz jornal
O papa Leão XIV participa da cerimônia de juramento de 28 novos recrutas da Guarda Suíça na sala de audiências Paulo VI, no Vaticano, em 6 de maio de 2026.
Alberto Pizzoli / AFP
A vida repleta de luxos não é a única realidade de um papa, eles também podem passar por situações de pessoas 'comuns'. Foi o caso do Papa Leão XIV, que tentou alterar informações de sua conta no banco, mas a ligação telefônica não terminou como esperado. A atendendo do banco 'desligou na cara do pontífice' quando ele informou que era o papa.
A história foi contada pelo reverendo Tom McCarthy a um grupo de católicos em Naperville, em Illinois, nos Estados Unidos, e confirmada pelo jornal The new York Times por e-mail.
Segundo McCarthy, cerca de dois meses após Robert Francis Prevost se tornar papa, o novo líder da Igreja Católica ligou para o seu banco para alterar o número e telefone e endereço associados a sua conta.
Após responder as perguntas de segurança, a atendente informou que ele teria que ir pessoalmente à agência. Prevost teria respondido que isso não seria possível, segundo relato de McCarthy.
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Vendo que não conseguiria avançar dessa forma, o papa teria tentado outra abordagem.
“Faria diferença se eu dissesse que sou o papa Leão?”, perguntou ele, segundo McCarthy.
A atendente desligou.
O problema foi resolvido posteriormente com ajuda de um padre que tinha contato com o presidente do banco. McCarthy, que é sacerdote no sul de Chicago e antigo conhecido do papa leão, confirmou a história do The New York Times.
Porém, o porta-voz do Vaticano não respondeu ao pedido de comentário do jornal.